com o zé 2

Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

9 de julho de 2010





Hailfire Droid
Star Wars
s/ escala 7 x 6,5 x 6 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, patine.

O tank robot de classe Hailfire é a unidade de intervenção mais poderosa do Clâ Bancário Intergaláctico.

Construído supostamente para as expedições do Clã aos planetas longíquos, este tanque servia sobretudo para conquistar e para lutar contra a concorrência.

O Hailfire Droid, umas plataforma móvel e autónoma utilizada exclusivamente pelo Clã, dispõe de rampas de lançamento para 30 ogivas que lhe permitem lançar ataques terra-terra e terra-ar.

Desloca-se mediante duas enormes rodas cujo eixo está dividido em dois ramos no centro tem um pequeno módulo central equipado com um fotoreceptor.

O Hailfire e as suas rampas de misseis foram utilizados contra as naves de combate da República durante a batalha de Geonosis.

Este tank é incapaz de identificar os alvos prioritários, mas os seus supervisores podem assumir o controlo do veículo para compensar esta carência.

SAN HILL,
Presidente do Clã Bancário Intergaláctico, juntou-se à Confederação de Sistemas Independentesdo Conde Dooku.

Natural de Muunnilinst, o banqueiro tinha o corpo esquálido e a pele pálida característicos dos que passam toda a vida encerrados em escritórios.

Tipo: Robot de combate
Tank robot IG-227 da classe Hailfire.
Fabricante: Haor-Chall Engineering.
Tamanho: 8,5 m
Veloc. máx. 45 kmh.
Armamento: 30 Lança-misseis de ogivas.
Filiação: Confederação der Sistemas Independentes.

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"Não me indigno, porque a indignação é para os fortes; não me resigno, porque a resignação é para os nobres; não me calo, porque o silêncio é para os grandes.
E eu não sou forte, nem nobre, nem grande.
Sofro e sonho.
Queixo-me porque sou fraco e, porque sou artista, entretenho-me a tecer musicais as minhas queixas e a arranjar meus sonhos conforme me parece melhor a minha ideia de os achar belos.
Só lamento o não ser criança, para que pudesse crer nos meus sonhos."
"Eu não sou pessimista, sou triste."

Fernando Pessoa
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Metade da vida é estragada pelos pais.
A outra metade, pelos filhos.
Millôr Fernandes
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Só uma coisa no mundo é melhor e mais bela do que a mulher:
Uma mãe.

E. Schefer
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6 de julho de 2010



M2 A2 Bradley 1988
Blindado Anfíbio e Transporte Tropas de Infantaria - USA

30,4 ton
peça 25 mm +
metr. 7,62 +
2 misseis TOW
comp. 6,45 m
larg. 3,60 m
alt. 2,97 m
autonomia 483 Km
v.máx.: 66 kmh
3-7 trip.
blidagem máx. aço 10 mm

escala 1:72 - 9,5 cm
base 8x19 cm
extras: Diorama, paisagem, acessórios, soldados, pormenores de pintura.

Os M2 Bradley e M3 Bradley são veículos de combate de Infantaria e Cavalaria respectivamente, com origem nos Estados Unidos, desenhados no final da década do setenta e produzidos a partir da década de oitenta.

Nascido em resposta à família de veículos blindados soviéticos BMP, o M2 substituiu completamente a venerável série M-113 e actualmente é considerado pela grande maioria dos especialistas na matéria como o melhor veículo de combate de Infantaria do mundo.

Veterano das duas guerras contra Saddam Hussein, suportou todas as críticas e ganhou o respeito dos seus adversários, tendo destruído mais veículos inimigos que o pesadíssimo M1 Abrams.

Sendo um dos mais protegidos de seu tipo, com uma tremenda potência de fogo, uma altíssima mobilidade todo o terreno e estando equipado com tecnologia de ponta, representa a espinha dorsal da Infantaria mecanizada do Exército e Corpo de Marines dos Estados Unidos.

Antecedentes
No final dos anos sessenta, o já

idoso M-113 começava a mostrar suas debilidades no Sudeste Asiático, durante a Guerra do Vietname.

Apesar de ser um transporte de tropas de grande mobilidade para a época, com capacidade anfibia, que podia ser largado em quase qualquer lugar e inclusive ser transportado por helicóptero, as carências do mesmo começaram a se notar assim que entrou em combate.

A blindagem do veículo era escassa e só protegia a tripulação de armas ligeiras, podendo ser penetrado pelas famosas granadas propulsadas por foguetes como o RPG-7, por canhões ligeiros e inclusive por metralhadoras pesadas.

O armamento principal também era um ponto débil do M-113, devido a que estava composto exclusivamente por uma metralhadora pesada Browning M2 calibre .50 montada na parte frontal do teto do capacete.

Este facto fazia que fosse impossível que o veículo se enfrentasse com blindados, e só permitia atacar a Infantaria e veículos ligeiros praticamente desarmados. Outra desvantagem, era a metralhadora .50 ficar a descoberto, o que deixava exposto o atirador.

A metralhadora encontrava-se totalmente desprotegida (só as versões ACAV equipavam com um escudo de protecção frontal), convertendo ao atirador em um alvo fácil para os atiradores inimigos.

A gota que derramou o copo foi o aparecimento do BMP-1 soviético, primeiro veículo de combate de Infantaria. Este acontecimento acelerou os planos para o desenho e a construção de um moderno IFV todo o tempo para o Exército dos Estados Unidos, que mantivesse a capacidade de transporte e melhorasse a manobrabilidade do M-113, e que além de incorporar maior protecção contra as ameaças do novo campo de batalha tivesse o poder de fogo suficiente como para se defender por si mesmo das carroças de combate.

Desenvolvimento
Tendo em conta as considerações anteriores, o Estado Maior do Exército dos Estados Unidos abriu um concurso entre algumas das construtoras de armamento mais importantes do país para a apresentação de um protótipo final de IFV que cumprisse com os requesitos que o Exército solicitava.


Desde fins dos anos setenta, os engenheiros da United Defense fizeram provas com um novo chassis de alumínio, similar ao do M-113 ainda que mais pesado, com reforços de blindagem laminado reforçado de aço nas zonas mais críticas.

Ainda que supunha-se que seria o rival do BMP-1 e BMP-2, a torre do Bradley era bem mais alta que a dos veículos soviéticos, e apesar de ser mais blindado que estes, a sua silhueta o convertia em um alvo mais fácil de abater.

Um motor bem mais potente e conforme com a nova dimensão do veículo foi montado na parte dianteira.
Esta configuração frontal da planta motriz punha em evidência a necessidade de salvaguardar a vida dos passageiros por sobre o motor do veículo.

O sistema de orugas foi substituído por um bem mais robusto que lhe permitia atingir grandes velocidades nos terrenos mais rigorosos.
Ademais previa-se melhorar a propulsão anfíbia e os sistemas de navegação tanto aquáticos como terrestres.
Todos os sistemas electrónicos e os comandos foram substituídos por outros mais avançados e tratou-se de digitalizar os sistemas restantes.

Mas o mais inovador do desenho foi a inclusão de um sistema de armas de última geração.
gregou-se uma torreta no centro do teto da torre que permitia montar armamento de calibre médio e pesado.

A configuração do mesmo foi tema de debate, já que muitas opções pareciam ser viáveis, mas a eleição final foi um canhão polivalente de tiro rápido de 25 mm.
A verdadeira capacidade anti-tanque ficaria coberta com a instalação de um lança-misseis de 152 mm.

Ao final, decidiu-se montar a plataforma antitanque à esquerda da torreta, tendo que se mover esta um pouco para a direita para que a lançadeira caiba dentro dos parametros da torre.
Deste modo o condutor sentava-se à esquerda do motor, adiante da torreta. Dentro desta, se acomodavam o comandante e o condutor.


Mas a inclusão da torreta aumentou ainda mais a silhueta do veículo, aumentou o peso deste e limitou a capacidade interna, tendo que diminuir a quantidade de soldados transportados a 7, os quais se localizavam sentados em uma estranha configuração pela falta de espaço. Estes ingressavam ao veículo por uma rampa quadrada de mecanismo hidráulico que se encontrava na retaguarda do veículo.

Sem entrar em detalhes maiores, a princípios dos oitenta, o protótipo da United Defense foi apresentado e finalmente ganhou o contrato, que lhe outorgava a produção inicial do veículo a partir de 1981.

Nesse mesmo ano entrou em serviço e no final de 1994 finalizaria a produção, ainda que seguir-se-iam actualizando os veículos que integravam a força.
O custo total do programa ascendia a 5.664 milhões de dólares.

O novo IFV levaria o nome do General Omar Bradley, célebre por comandar o 12º Exército durante a invasão Aliada a Europa na Segunda Guerra Mundial. Actualmente BAE Systems Land and Armaments é a encarregada da produção e modernização do Bradley.

Wikipedia- Google
JJ edição de fotos









Hoje meu nariz de palhaço viajou sem mim...
Oh! Quão triste é o país das lágrimas.

J.J. Barbosa
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JJ edição foto

Gentileza da amiga Nini
JJ edição fotos



As profundezas dos oceanos encerram muitos mistérios.
Hoje a tecnologia de construção de submarinos de alta profundidade e sondas de observação de abismos vem trazendo à luz criaturas que eram completamente desconhecidas até agora.
São bichos que parecem saídos directamente de um filme de ficção científica.

Veja mais:
http://www.mundogump.com.br/criaturas-inacreditaveis-do-fundo-do-mar-parte-2/#ixzz0svzTqtwfreditaveis-do-fundo-do-mar-parte-2/#ixzz0svzTqtwf


in Mundo Gump

5 de julho de 2010





Sd.Kfz. 10/5
Versão: 13. Luftwaffe Feld-Division
Wolchow - URSS
Março 1943

5,5 ton
peça 20 mm +
armas da tripulação
comp. 4,75 m
larg. 2,15 m
alt. 2 m
autonomia: estrada 300 km
mato 150 km
v.máx.: estrada 65 kmh
mato 45 kmh
depósito: 115 L
7 tripulantes
blind. máx. aço 8 mm

escala 1:72-7 cm
base 7x13 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, fundo acessórios, patines, base técnica.

Veículo anti-aéreo auto-propulsado com canhão Flak 38 de 20 mm.

Dos vários semi-lagartas alemães que entraram em serviço durante a Segunda Guerra Mundial, o Sd.kfz.10/5 foi o veículo utilizado pelas unidades antiaéreas ligeiras.
Por outro lado, o seu chassis também foi produzido em massa para se poder fabricar a versão blindada: Sd.Kfz. 250.

Sobre os dois para-lamas frontais havia uma prateleira para colocação de três espingardas resguardadas por uma coberta de chapa.
Para proteger o condutor e o seu assistente, foram instaladas placas de aço de 8 mm de espessura.

Lateralmente e na traseira havia 10 estojos de munições de 20 mm.
Os lados e a parte de trás da plataforma eram reclináveis de modo a permitir a rotação completa da arma e a boa mobilidade dos artilheiros.

Até à entrada em vigor da normativa geral de 1943, os veículos da Luftwaffe (força aérea) eram pintados com a cor Blaugrau (cinza-azulado).
Este veículo, cujas matrículas começam pelas letras WL por se tratar de um veículo do Exército do Ar, tem nos guarda-lamas dianteiros e na traseira o símbolo táctico de uma secção de semi-lagartas antiaéreo.

Tem também pintadas duas faixas brancas e a pressão dos pneus.
No taipal de protecção da peça as marcas de 42 vitórias.


JJ fotos

Um hippie é alguém que se parece com o Tarzan,
anda como a Jane e tem o cheiro da Cheetah

Ronald Reagan
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cadeiras...mais cadeiras...e que raio de cadeiras...
mas não deixam de ser super originais !!
A tipo estante, é uma ideia genial para quem ame e tenha muitos livros, mas pouco espaço.

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2 de julho de 2010


Subaru Legacy RS
Rallye de Portugal 1991
pilotos: François Chatriot (F)
Michel Périn (F)

1994 cc
304 cv
v.máx. n/a
0-100: n/a
peso 1130 kg

metal, escala 1:43 - 10,5 cm
extras: Base técnica

JJ fotos


Mona Lisa

Retratos escondidos, pintados por

Victor Molev









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JJ edição fotos