com o zé 2

Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

4 de agosto de 2012

Um diplomata é aquele que se lembra sempre do aniversário de uma mulher, mas nunca da sua idade.
Robert Frost
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Leader Gengis Khan






Leader Gengis Khan
Michel Vaillant - album “O Fantasma das 24 Horas”
pilotos: Team Gengis Khan

V8-3993 cc - 455 cv - v.máx. 350 kmh - 0-100: n/a - peso 630 kg metal 1:43 - 9,5 cm base 10x16 cm.

Uma sombra fantasmagórica.
No final da década de 1960 os automóveis de resistência tornaram-se muito potentes e não há dúvida que o Leader, resultado de uma nova tecnologia, atingiu uma relação peso/potência excecional.
O autor revela no álbum que os Leader empregam ligas de metais desconhecidas pelas firmas ocidentais.
Aquando da sua misteriosa reunião o Leader diz a Michel Vaillant que: “Os nossos motores foram construídos com elementos desconhecidos de todos vós, os mais leves e os mais resistentes que se podem imaginar.

Por este motivo não há aquecimento, verifica-se economia de peso, de peças e de carburante.
Portanto, consequentemente, os reabastecimentos são menos frequentes!” “Ganho a vocês oito a dez segundos em cada volta! Termino a corrida com 20 a 30 voltas de vantagem sobre todos vós” Pulverizo os recordes! Varro-os literalmente! Ridicularizo-vos!” Que programa!...E que raio de cartão de visita.
Em “O Fantasma das 24 Horas” adivinha-se já a carga fantasmagórica que irá desenvolver-se noutros álbuns.
Por agora este aspeto é apenas um condimento de uma corrida muito famosa.
A capa começa logo por nos transmitir o ambiente: um fantasma ameaçador assusta um piloto durante a corrida.
No entanto o álbum começa de uma maneira perfeitamente normal: os treinos de abril das 24 Horas de Le Mans.
Três curiosos bólides vermelhos parecem sair da primeira página ao encontro do leitor: para surpresa de todos os especialistas - mecânicos, pilotos e supervisores - estes automóveis desconhecidos rolam a médias extraordinárias no circuíto de Le Mans. “Não pode ser!?” exclama alguém.
Mais adiante, Michel Vaillant responde ao seu amigo Steve Warson: “Que queres que eu diga”?! “Eles” são mais fortes do que nós!” Regressamos ao início destes treinos onde tudo se passa num ambiente de descontração até à chegada de quatro automóveis empurrados por mecânicos asiáticos e cujos pilotos são manifestamente mongóis.
Nas portas está escrito: “Team Gengis Khan”.

Depois os outros concorrentes, Porsche 907, Ferrari Ps Vaillante e outros, fazem-se à pista.
Os quatro bólides vermelhos Gengis Khan não tardam a realizar voltas a uma velocidade incrível.
Para estupefação geral são de longe os mais rápidos, apesar dos esforços repetidos dos Ford Mustang, Alfa Romeo 33, Chevrolet Corvette, Alpine A220 ou mesmo do exótico Hownet com turbina.
Todos estes belos automóveis muito bem desenhados - como Jean Graton costuma fazer -não conseguem dar uma resposta à altura e depois Michel responde afirmativamente a uma carta que o convida a deslocar-se à noite, à uma hora da manhã, à grande tribuna de Le Mans: ser-lhe-ão fornecidas informações acerca do mistério dos Gengis Khan!
O autor de banda desenhada Jean Graton é natural de Nantes, ou seja, vizinho de Le Mans, e os rugidos dos motores encheram-lhe os ouvidos quando o pai o levava às 24 Horas: “Há muito tempo que queria desenhar o circuito de Le Mans vazio, de noite, para mostrar o outro lado do cenário”.
Com efeito, Graton deslocou-se aí para tomar apontamentos e concretizar o seu desejo; só lhe faltava um fantasma! Estava encontrada a ideia de base para o futuro álbum e...já adivinharam, Michel irá encontrar-se com este fantasma!

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Aeronaves Bizarras





Aeronaves Bizarras
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Como as Mulheres Dominaram o Mundo

COMO AS MULHERES DOMINARAM O MUNDO.

Conversa entre pai e filho, por volta do ano de 2031 sobre como as mulheres dominaram o mundo.
- Foi assim que tudo aconteceu, meu filho… Elas planejaram o negócio discretamente, para que não notássemos Primeiro elas pediram igualdade entre os sexos.
Os homens, bobos, nem deram muita bola para isso na ocasião.
Parecia brincadeira. Pouco a pouco, elas conquistaram cargos estratégicos: Diretoras de Orçamento, Empresárias, Chefes de Gabinete, Gerentes disso ou daquilo. - E aí, papai? - Ah, os homens foram muito ingênuos.
Enquanto elas conversavam ao telefone durante horas a fio, eles pensavam que o assunto fosse telenovela.
Triste engano. De fato, era a rebelião se expandindo nos inocentes intervalos comerciais. "Oi querida!", por exemplo, era a senha que identificava as líderes. "Celulite", eram as células que formavam a organização.
Quando queriam se referir aos maridos, diziam "O regime". - E vocês? Não perceberam nada? - Ficávamos jogando futebol no clube, despreocupados.
E o que é pior: Continuávamos a ajudá-las quando pediam.
Carregar malas no aeroporto, consertar torneiras, abrir potes de azeitona, ceder a vez nos naufrágios. Essas coisas de homem. - Aí, veio o golpe mundial?!? - Sim o golpe.
O estopim foi o episódio Hillary-Mônica.
Uma farsa. Tudo armado para desmoralizar o homem mais poderoso do mundo. Pegaram-no pelo ponto fraco, coitado. Já lhe contei, né?
A esposa e a amante, que na TV posavam de rivais eram, no fundo, cúmplices de uma trama diabólica. Pobre Presidente… - Como era mesmo o nome dele? - William, acho. Tinha um apelido, mas esqueci… Desculpe, filho, já faz tanto tempo… - Tudo bem, papai. Não tem importância. Continue… - Naquela manhã a Casa Branca apareceu pintada de cor-de-rosa.
Era o sinal que as mulheres do mundo inteiro aguardavam.
A rebelião tinha sido vitoriosa! Então elas assumiram o poder em todo o planeta. Aquela torre do relógio em Londres chamava-se Big-Ben, e não Big-Betty, como agora… Só os homens disputavam a Copa do Mundo, sabia? Dia de desfile de moda não era feriado.
Essa Secretária Geral da ONU era uma simples cantora.
Depois trocou o nome, de Madonna para Mandona… - Pai, conta mais… - Bem filho… O resto você já sabe. Instituíram o Robô "Troca-Pneu" como equipamento obrigatório de todos os carros… A Lei do Já-Prá-Casa, proibindo os homens de tomar cerveja depois do trabalho… E, é claro, a famigerada semana da TPM, uma vez por mês… - TPM??? - Sim, TPM… A Temporada Provável de Mísseis… E quando elas ficam irritadíssimas e o mundo corre perigo de confronto nuclear… - Sinto um frio na barriga só de pensar, pai… - Sssshhh! Escutei barulho de carro chegando. Disfarça e continua picando essas batatas…

Luis Fernando Verissimo
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M36 Jackson 1944 - US Army





M36 Jackson 1944 - US Army
776th Tank Destroyer Battalion de apoio ao 7º Exército EEUU.
Batalha das Ardenas - Luxemburgo 1945

29 ton - peça 90 mm + metr. 12,7 mm - comp. 7,45 m - larg. 3,05 m - alt. 3,28 m - autonomia 250 km - v.máx.: estrada 45 kmh, mato 30 kmh - 5 tripulantes - depósito 730 L - blindagem máx. aço 10-110 mm.

O melhor Caça-Carros sobre chassis M4 Sherman. O M36 era o mais potente caça-carros norte-americano da Segunda Guerra Mundial.
Tal como muitos outros veículos blindados do exército americano, foi desenvolvido a partir do chassis do carro de combate M4 Sherman.
Quando o M10 se tornou obsoleto, o exército dos EEUU desenvolveu uma versão melhorada do mesmo, o M36 apelidado Jackson pelo britânicos, em homenagem ao lendário general confederado, Thomas “Stonewall” Jackson.
O engenho recebeu igualmente outro nome, Slugger, que significa “bastão de basebol”. Tendo entrado ao serviço em 1944, o M36 foi entregue aos batalhões de caça-carros das unidades blindadas e das unidades de infantaria que combatiam no teatro de operações europeu.
Sobre o fundo Olice Drab, foi feito um esquema de camuflagem provisório com tinta branca facilmente removível, para terrenos cobertos de neve.
O único símbolo tático visível é a estrela branca de cinco pontas.
Entre Abril de 1944 e Junho de 1945, 2324 exemplares do M36 saíram de fábrica, dos quais apenas 500 eram de construção nova, sendo os outros engenhos montados em chassis M10A1, ele próprio derivado do carro de combate M4A3 Sherman.
A principal modificação consistiu em substituir a torre original por outra de conceção mais simples, aberta por cima.
O casco estava dividido em três partes: o compartimento de condução na dianteira com o condutor à direita; o compartimento de combate (dominado pela torre) no meio, que acolhia o chefe de carro, o apontador e dois municiadores; e o compartimento do motor na traseira.
Tinha um motor General Motors Twin Diesel 6-71 6046.
Tratava-se na verdade de dois motores gémeos 6-71 montados em linha, com seis cilindros cada um, de 375 cv, acoplados a uma caixa de velocidades de cinco mudanças à frente e uma marcha-atrás.
A peça de 90 mm, disparava na maior parte das vezes granadas perfurantes a grande velocidade, capazes de perfurar uma blindagem de aço de 195 mm, inclinada a 30º a 350 m de distância.
Finda a Segunda Guerra Mundial, o M36 foi exportado para outros países, como a Bélgica, a Coreia do Sul, a França (que o utilizou no conflito indochinês, hoje Vietname), a Itália, o Paquistão (que o utilizou na guerra contra a Índia em 1965) e a Turquia.
O M36 foi igualmente adotado pelos países da ex-Jugoslávia, nomeadamente pela Croácia, no início dos 1990, aquando da Guerra da Independência, bem como pela Sérvia, que se serviu deles para simular alvos durante a campanha de bombardeamentos da NATO em 1999.

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Um homem pode equivocar-se muitas vezes, mas não se converte em um fracasso até que comece a culpar uma terceira pessoa de seus próprios erros.

John Burroughs
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Portuguesas Maravilha

Anabela Cristina Alves Teixeira

Nasce em Lisboa, 18 de Maio de 1973, é uma actriz portuguesa.
Habilitou-se no Curso de Actores do Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral de Lisboa (1990/91), e no Curso de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa (1992 /1995).
Estreou em televisão como protagonista da minissérie Viúva do Enforcado, dirigida pelo brasileiro Walter Avancini, em 1993.
No mesmo ano fez parte do elenco principal do filme de António de Macedo, Chá Forte com Limão.
Em cinema participou de pelo menos 21 filmes; em televisão fez 11 telenovelas, 9 minisséries, além de várias participações em séries e programas.
Anabela conta com no mínimo 20 peças teatrais em seu currículo e com o roteiro e direção do curta-metragem Anita na Praia.
Realizou vários trabalhos no exterior, como a telenovela Xica da Silva (Brasil), a minissérie Sandra, Princesse Rebelle (França) e participações nos filmes Rainha Margot (França), Fado majeur et mineur (França), La Leyenda de Balthazar, el Castrado (Espanha) e A Casa dos Espíritos (Portugal/Alemanha/Dinamarca/USA).


Cinema
· 2012 - Nylon Da Minha Aldeia · 2009 - Eu, Ofélia · 2007 - Do outro Lado do Mundo, de Leandro Ferreira · 2007 - Ser Livre, de Anabela Teixeira · 2006 - Reflexos, de Marco Ferreira · 2004 – 1 Motivo, de Nuno Tudela · 2003 - O Círculo Mágico, curta metragem de Pedro dos Santos · 2001 - O Rapaz do Trapézio Voador, de Fernando Matos Silva · 2001 - O Segredo (protagonista), telefilme da SIC de Leandro Ferreira · 1998 - Não sou a Bovary (protagonista), de José Filipe Costa, Projeto Vídeo · 1998 - Uma Historia Sem Interesse, (protagonista) de Wilson Cerqueira · 1996 - A Comédia de Deus, de João César Monteiro · 1996 - La Leyenda de Balthasar, el Castrado, Espanha · 1995 - A Viagem, (protagonista) de Jorge Queiroga · 1995 - A Casa dos Espíritos, de Billie August · 1994 - Manual de Evasão Lx 94, de Edgar Pêra · 1994 - Vídeo de Prostitutas, de João Pinto · 1994 - A Luz Incerta, (protagonista) de Margarida Gil · 1994 - Rainha Margot, de Patrice Chereau · 1994 - Fado majeur et mineur, de Raoul Ruiz · 1993 - El Rey de Nápoles, de Juan Mijon · 1993 - Chá Forte com Limão, de António de Macedo · 1992 - Laços de Sangue, (protagonista) de Pall Erdoss


Teatro
· 2010 - Antes do pequeno-almoço, de Eugene O'Neill, Teatro Municipal de Almada · 2007 - A Filha Rebelde, de José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz · 2006 - O Morgado do Fafe Amoroso, de Camilo Castelo Branco, por Orlando Alves, Festival de Teatro do Vale de Ave, Teatro Vitrine · 2006 - Deus- Uma Peça, texto de Woody Allen, Cenatório · 2006 - A Entrega, Casa de Teatro de Sintra · 2005- O Romance da Donzela Teodora, teatro de bonecos e de rua, por Moncho Rodrigues, Família Ditirambos · 2004 – Real Ity Show, por Anabela Teixeira, Arte Non Stop, Recreios da Amadora · 2004 – As Sad as Remembered Hapiness, pelo grupo Third Angel, Fundação Calouste Gulbenkian · 2002 – Rastos, de António Ferreira, por Paulo Filipe, Teatro Aberto · 2002 - Viagem à Grécia, por Lúcia Sigalho e companhia Sensurround, Teatro São João do Porto · 2001 - A Vida tem destas coisas, de Mário de Carvalho, por José Peixoto, Teatro Taborda · 2001 - Porno Estar, por Anabela Teixeira, Lugar Comum, Fábrica da Pólvora, Barcarena · 1999 - A Boda dos Pequenos Burgueses, por José Peixoto, na Companhia de Teatro Malaposta · 1999 - Birras, por Jorge Alonso, Aquilo · 1998 – Peregrinação, por João Brites, na EXPO 98 · 1995 - O Desejo Agarrado pelo Rabo, de Pablo Picasso, por João Brites · 1994 - Trilhos, por João Brites, teatro o Bando e Madalena Vitorino · 1994 - Palhaços, por João Brites e Madalena Vitorino · 1993 - O Percevejo, de Malacovski, encenação João Mota (ESTC) · 1993 - Em Busca de Proust, por Aldona Skiba Lickel · 1992 - Os Possessos, de Dostoievsky por Aldona Skiba Lick

Telenovelas
· 2011 - Rosa Fogo Telenovela SIC - a estrear · 2010/11 - Lua Vermelha Telenovela SIC · 2009 - Flor do Mar..."Inspectora Júlia Pintadinho" telenovela da TVI · 2008 - Olhos nos Olhos..."Antónia Viana Levi" telenovela ta TVI · 2008 - Podia Acabar o Mundo..."Suzete Silva" telenovela da SIC · 2006 - Doce Fugitiva..."Carina Matos Lima" telenovela da TVI · 2004 – Baía das Mulheres..."Cristina Mendes" telenovela da TVI · 2000 - Ajuste de Contas..."Patricia" de Francisco Nicholson, para a RTP1 · 1997 - Terra Mãe..."Carla Mendes" novela para a RTP1 · 1996 - Xica da Silva..."Graça Pereira" de Walter Avancini, reconstituição histórica da Rede Manchete, Rio de Janeiro · 1995 - O Campeão..."Filomena" Telenovela da Bandeirantes, Rio de Janeiro


Mini-Séries
· 2007 - O Dia do Regicídio..."Isabel" reconstituição histórica da RTP em 6 capítulos · 2006 - Bocage, reconstituição histórica da RTP em 8 capítulos · 2002 - A Jóia de África..."Camila Santos" mini-série de época da TVI em 51 capítulos · 2001 - Culpa Formada, mini-série da RTP1 · 2001 - Estação da minha Vida, mini-série da RTP 1 · 2000 - Alves dos Reis..."Ludovina" de Francisco Moita Flores, reconstituição histórica da RTP em 42 capítulos · 1999 - Capitão Roby..."Filomena" de Francisco Moita Flores, mini-série inspirada em fatos reais · 1995 - Sandra- Princesse Rebelle, França, 8 capítulos · 1992 - Viúva do Enforcado..."Teresa" (protagonista), mini-série de época da SIC (de Walter Avancini), baseada em Camillo Castelo Branco, em 10 capítulos.

Séries e Programas
· 2012 - Perdidamente Florbela · 2010 - Lua Vermelha..."Francisca Azevedo" · 2009 - O Dez (segmento "Esqueleto no Armário"/"Epílogo") · 2008 - Rebelde Way..."Teresa" 4 episódios · 2008 - Liberdade 21..."Henriqueta" · 2006/2007 - Sete Vidas..."Ana" série da SIC: 5 episódios · 2005 - Inspector Max..."Lídia" série da TVI, 1 episódio: "Sem Deixar Rasto" · 2005 – Encontros e Desencontros, série da RTP1, 1 episódio: "Carolina, Fernando e Eu" · 2001 - Segredo de Justiça, episódio 10, série da RTP1 · 1999 - A vida como ela é, RTP1 · 1995 - Alhos e Bugalhos, Programa da RTP1 · 1994 - Le Téte Coronées, França · 1993 - Tratado de Tordesilhas, reconstituição histórica de Walter Avancini para a RTP · 1993 - Conto Especial de Natal, de Mauricio Faria

Produção, Escrita e Direção
· 2005 – Participação no Festival de cinema Fantasporto, no sector Panorama do cinema Português com Anita na Praia · 2004 – Escrita do argumento e realização da curta metragem Anita na Praia · 2004 - Escrita do argumento, curta-metragem Uma Pessoa, a concurso no ICAM · 2003 – Escrita do argumento, longa-metragem Filme a Cidade . Prémio de desenvolvimento de projecto cinematográfico Iberoamericano


Encenação
· 2004 – Real Ity Show, por Anabela Teixeira, Arte Non Stop, Recreios da Amadora · 2001 - Porno Estar, por Anabela Teixeira, Lugar Comum, Fábrica da Pólvora, Barcarena

Workshops de teatro e dança
· 2004 – Workshop de Música para Actores, orientado por László Sáry, Festival Ponti. · 2004 - Curso de Encenação com os “Third Angel”, na Fundação Calouste Gulbenkian · 2004 – Participação na Odin Week organizada por Eugénio Barba e o grupo Odin Teatret, em Cosenza, Itália. · 2004 – Workshop de Movimento para Actores, orientado por Clara Andermatt e Amélia Bentes. · 2001 – Participação no Festival Internacional de Teatro de Mulheres, Transit III, na Dinamarca, orientado por Julia Varley e Magdalena Project. · 2000 - XII ISTA, Festival Internacional de Teatro, orientado por Eugênio Barba e pelo grupo Odin Teatret, em Bielefeld, Alemanha. · 1999 - Curso de técnicas de relaxação e de trabalho sensorial no Convento D’Arrábida com Márcia Haufrecht sobre o método do Actors Studio. · 1999 - Técnicas Vocais, com o actor de Grotovsky, Zigmunt Molika. · 1998 - XI ISTA [Instituto de Antropologia Teatral] orientado por Eugénio Barba e pelo grupo Odin Teatret, em Montemor o Novo, Portugal. · 1992/ 93/ 94 – Participação nos Laboratórios de Teatro e Dança com a Companhia de Dança Real. · 1992/93 - Dança e Movimento com Peter Michael Dietz e João Fiadeiro.

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AS 42 Sahariana 1942 - Itália







AS 42 Sahariana 1942 - Itália
Raggruppamento Sahariano.
Deserto Tunisino - Janeiro 1943

4,5 ton - peça Breda 20 mm + 1 a 3 metr. Breda 8 mm - comp. 5,62 m - larg. 2,25 m - alt. 1,80 m - depósito 145 L (400 suplementares em jerrycans) - autonomia estrada 300 km (1500 com os jerrycans auxiliares) - v.máx.: estrada 80 kmh, mato 50 kmh - 4-5 tripulantes - sem blindagem.

A Camionetta Desertica Modello 42 geralmente chamada AS42 (por Africa Settentrionale) ou Sahariana, era um veículo de reconhecimento de longo raio de ação, desenvolvido pelo exército italiano no Norte de África.
O veículo foi totalmente pintado em cor de areia “Kaki Sahara”, enquanto atrás, acima da grelha que cobre o motor, o veículo era ornado por uma bandeira italiana, á laia de símbolo de identificação aérea.
À frente, bem como no guarda-lamas traseiro esquerdo, apresentava placas de matrícula brancas com as letras a vermelho e os números a preto.
O pequeno símbolo vermelho formado por um pavilhão e o número 6 que figura na roda sobressalente poderia designar o veículo de comando da unidade. Um veículo bem adaptado ao deserto.
A AS era um veículo de reconhecimento de longo raio de ação de fabrico italiano, inspirado nos camiões que equipavam o Long Range Desert Group britânico.
No início dos anos 1940 as unidades italianas espalhadas pelo teatro de operações do Norte de África foram duramente atingidas pelas incursões dos soldados britânicos do LRDG Grupo do Deserto de Longo Raio de Ação, que se infiltravam atrás das linhas inimigas para realizarem ataques-surpresa.
Como consequência, o Estado-Maior do exército italiano definiu as especificações de um veículo leve, rápido, capaz de transportar um armamento poderoso e de efectuar missões de reconhecimento de longo raio de ação, com uma grande autonomia logística.
O projeto que acabou por vingar dizia respeito a um protótipo da Viberti, uma empresa especializada na construção de veículos militares que trabalhava em conjunto com a SPA.
O primeiro protótipo ficou pronto em Junho de 1942 e a produção arrancou no mês seguinte. A configuração da AS42 era muito simples: o condutor e o chefe do veículo sentavam-se à frente; a parte central era reservada ao armamento e ao resto da guarnição, bem como ao seu equipamento e às munições; finalmente a parte de trás era ocupada pelo compartimento do motor .
Para limitar o peso do carro e para instalar o armamento a Sahariana foi coberta com uma capota de tela e não por um teto rígido.
Possuia um motor Fiat SPA ABM1 de 6 cil. com 100 cv, acoplado a uma caixa de velocidades com seis mudanças para a frente e marcha-atrás. Disponha de dois depósitos de 200 L cada, um á frente e outro atrás.
Para grande aumento da autonomia, transportava 24 jerrycands de 20L, quatro á frente e dez de cada lado, para um total de 80 L de água e 400 L de gasolina. As placas metálicas perfuradas fixas lateralmente serviam para desatolar o veículo, mas este acessório foi rapidamente abandonado.

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Aldeia da Terra

Conheça a Aldeia da Terra
Projeto inovador em Arraiolos


Em Arraiolos há uma pequena aldeia muito especial.
É feita de barro e povoada por centenas de figuras.
A aldeia da terra resulta da criatividade de um casal de artesãos com uma história de vida diferente.
Ele achou que ia ser informático, ela professora de Física e Química, mas uma brincadeira com plasticina mudou-lhes radicalmente o destino.
Aberta há um ano já recebeu 6 mil visitantes.










Reportagem de Raquel Matos Cruz em Arrailos com Tiago Cabeças e Magda.
in TVI24.iol
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