com o zé 2

Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

8 de agosto de 2012

Em Portugal cada um Quer Tudo

E quando os homens são de tal condição, que cada um quer tudo para si, com aquilo com que se pudera contentar a quatro, é força que fiquem descontentes três.
O mesmo nos sucede.
Nunca tantas mercês se fizeram em Portugal, como neste tempo; e são mais os queixosos, que os contentes.
Porquê? Porque cada um quer tudo. Nos outros reinos com uma mercê ganha-se um homem; em Portugal com uma mercê, perdem-se muitos.
Se Cleofas fora português, mais se havia de ofender da a metade do pão que Cristo deu ao companheiro, do que se havia de obrigar da outra metade, que lhe deu a ele.
Porque como cada um presume que se lhe deve tudo, qualquer cousa que se dá aos outros, cuida que se lhe rouba.
Verdadeiramente, que não há mais dificultosa coroa que a dos reis de Portugal: por isto mais, do que por nenhum outro empenho. (...) Em nenhuns reis do mundo se vê isto mais claramente que nos de Portugal.
Conquistar a terra das três partes do mundo a nações estranhas, foi empresa que os reis de Portugal conseguiram muito fácil e muito felizmente; mas repartir três palmos de terra em Portugal aos vassalos com satisfação deles, foi impossível, que nenhum rei pôde acomodar, nem com facilidade, nem com felicidade jamais.
Mais fácil era antigamente conquistar dez reinos na Índia, que repartir duas comendas em Portugal.
Isto foi, e isto há-de ser sempre: e esta, na minha opinião, é a maior dificuldade que tem o governo do nosso reino.

Padre António Vieira, in 'Sermões' 1608-1697
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5 de agosto de 2012

As cadeias do casamento são tão pesadas que são precisas duas pessoas para as suportar. Às vezes, três.

Alexandre Dumas
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SU-76M 1942 - URSS





SU-76M 1942 - URSS
Bateria Autopropulsada do 2º Exército de Carros de Combate, integrado na 1ª Frente Bielorrussa.
Frente Leste, Fevereiro 1945 - URSS

10,6 ton - peça 76,2 mm + metr. 7,62 mm - comp. 4,90 m - larg. 2,73 m - alt. 2,20 m - autonomia: estrada 320 km, mato 250 km - v.máx: estrada 45 kmh, mato 30 kmh - 4 tripulantes - depósito 440 L - Blindagem máx. aço 16-35 mm.


Um carro de combate ligeiro metamorfoseado em grande caçador de carros.
O SU-76M era uma peça autopropulsada soviética polivalente, construída sobre o chassis do carro de combate ligeiro T-70.
O seu papel fundamental foi o de caçador de carros, em apoio às unidades de infantaria ligeira. No início, os SU-76 foram atribuídos a regimentos mistos de artilharia e distribuídos em grupos de quatro baterias, compostas por cinco veículos, mais um veículo de comando.
O engenho recebeu o seu batismo de fogo quando os dois primeiros destes engenhos – o 1433º e o 1434º - foram enviados, em Março de 1943 para a frente de Volkhov para participarem na libertação de Leninegrado (hoje S. Petersburgo).
Em 1944 quando os veículos caçadores de carros de combate baseados no T-34 ficaram finalmente disponíveis, a missão do SU-76 limitou-se ao apoio direto à artilharia, através da formação de baterias de dezasseis veículos automotores no seio das divisões de infantaria.
A peça do SU-76 era eficaz contra carros de combate ligeiros e os carros de combate médios alemães, e podia mesmo revelar-se perigosa para os carros de combate pesados se os disparos fossem dirigidos contra os seus flancos.

Como o seu calibre era demasiado limitado para blindagens densas, os soviéticos desenvolveram granadas especiais para aumentar a potência de fogo. Era um veículo muito discreto em virtude do seu perfil baixo, e relativamente silencioso em relação a outros blindados munidos de lagartas.
Graças ao seu reduzido peso e à fraca pressão específica exercida sobre o solo pelas lagartas, o SU-76 estava particularmente à vontade em terrenos moles.
Esta característica, principalmente explorada aquando da campanha para a libertação da Bielorrussia, em 1944, era muito útil para tornear as posições alemãs e atacar pelo flanco ou pela traseira.
Depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o SU-76M permaneceu ao serviço no exército soviético até ao início dos anos 1950.
O exército polaco recebeu 130 exemplares e os veículos fornecidos à Correia do Norte e à China participaram na Guerra da Coreia (1950-1953).

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O homem não foi feito para trabalhar.
A prova disso é que o trabalho o cansa.

Georges Courteline
Graynné

Tração...

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A ferramenta básica para se manipular a realidade é a manipulação das palavras e das imagens.
Se você puder controlar o significado das palavras e das imagens, você pode controlar as pessoas que precisam delas.

Philip K. Dick
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M548 A1 1960 - US Army





M548 A1 1960 - US Army
11º Regimento de Cavalaria Blindada
Fulda - Alemanha 1979

6,9-12,8 ton - metr. 12,7 mm - comp. 5,85 m - larg. 2,70 m - alt. 2,68 m - autonomia: estrada 480 km, mato 350 km - v.máx.: estrada 65 kmh, mato 50 kmh - 3 tripulantes - depósito 360 L - blindagem de alumínio.

A “Mula de Carga” da família M113.
O M548 A1 pertence à grande família dos veículos blindados derivados do famoso blindado M113.
O papel atribuído originalmente a este engenho polivalente era o transporte de material para as unidades blindadas e mecanizadas, mas deveria sobretudo servir de transporte de munições para as unidades de artilharia autopropulsadas.

Depois da realização de vários protótipos, foram fabricadas versões específicas para o transporte de mísseis, mas foi apenas em 1960 que o exército americano publicou as especificações exigidas por um engenho capaz de transportar o radar de contrabateria NA/MPQ-32.
Assim nasceu o XM548 (X de protótipo) onde a guarnição era instalada numa cabine avançada servindo o resto do veículo de plataforma de carga.
Estava equipado com um motor General Motors 6V53 de 6 cil. de 212 cv, acoplado a uma caixa de velocidades Allison GMC TX 100-1 que oferecia três mudanças à frente e uma marcha-atrás.
O trem de rodagem, composto de cada lado por cinco rodas de marcha, por uma roda dentada motora à frente e por uma roda compensadora atrás, é destituído de roletes guia. Apesar das suas características, este modelo era igualmente anfíbio, pois as portas da plataforma de carga eram estanques.
A frente estava equipada com um guincho com capacidade de tração de 900 kg, e com cabo de aço com 70 metros.
No pano operacional, o seu “batismo de fogo” teve lugar durante a Guerra do Vietname.
Neste teatro de operações, os veículos de rodas não estavam adaptados ao transporte de combustíveis e de munições, dado o caracter rudimentar da rede de estradas, de modo que pareceu rapidamente necessário dispor de veículos com lagartas.
O M548 tornou-se estão indispensável para garantir um apoio às unidades blindadas nas zonas remotas, nomeadamente aquando das operações no Camboja.

No entanto, o número destes blindados enviados para o Sudeste Asiático, nunca foi suficiente, e os veículos enviados foram sujeitos a uma rude prova e eram mal conservados.
Depois da retirada americana em 1972 algumas unidades blindadas do Vietname do Sul utilizaram os seus M548 de uma forma bastante original, transformando-os em bocas-de-fogo de artilharia automotora graças à instalação na plataforma de carga de um obus de 105 mm rebocado, bem como duas rampas destinadas a facilitar a colocação da pesada arma no veículo.
O M548 seria utilizado mais tarde pelo exército americano durante a primeira Guerra do Golfo (1991-1992) e depois no conflito Iraquiano.
As Forças de Defesa de Israel empenharam-no em todas as suas campanhas, desde o início dos anos 1970 até aos nossos dias.

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Portuguesas Maravilha






Marta Leite de Castro

nasceu na cidade do Porto, a 7 de Abril de 1979.
Começou a ser apresentadora no talk-show da RTP1, Portugal no Coração, como repórter de terreno.
A nível actual, apresenta o talk-show Só Visto!, aos Domingos à tarde, na estação pública.
Também destacou-se pela representação, no papel de Sofia, na novela Vila Faia, e de uma advogada na série policial Liberdade XXI.

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Curiosidades

Curiosidades sobre Ditados Populares

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.
Enquanto o correto é:
Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.
"Se a batata é um caule subterrâneo, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparramaria pelo chão se ela está embaixo dele?"

Cor de burro quando foge.
O correto é:
Corro de burro quando foge!
Esse foi o pior de todos!
Burro muda de cor quando foge??? De que cor ele fica??? Porque ele mudaria de cor???

Outro que no popular todo mundo erra:

Quem tem boca vai a Roma.
Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia!
Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar!
O correto é:
Quem tem boca vaia Roma. (isso mesmo, do verbo vaiar).

Gentileza do amigo H´pólito
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4 de agosto de 2012

Em momentos de crise,só a imaginação é maisimportante do que o conhecimento'.

Albert Einstein
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M46 Patton 1950 - US Army





M46 Patton 1950 - US Army
6º Batalhão de Carros Combate, Companhia C adido à 24ª Divisão de Infantaria. Região do Rio Han - Coreia 1951

42,22 ton - peça 90 mm + 2 metr. 7,62 mm + 1 metr. 12,7 mm - comp. 8,50 m - larg. 3,50 m - alt. 3,18 m - autonomia: estrada 140 km, mato 100 km - v.máx.: estrada 60 kmh, mato 45 kmh - 5 tripulantes - depósito 800 L - blindagem máx. aço 22-114 mm.

O batismo de fogo do primeiro blindado da série Patton, teve lugar aquando da Guerra da Coreia (1950-1953).
Os primeiros M46 enviados para a Coreia do Sul em Agosto de 1950 pertenciam ao 6º Batalhão de Carros de Combate, uma das unidades destacadas na Coreia pelo exército americano no âmbito do contingente da ONU.

Com o objectivo de explorar a alegada superstição dos chineses relativamente aos felinos, os americanos envolveram-se numa espécie de guerra psicológica pintando cabeças de tigre de aspeto cruel na dianteira dos carros de combate para semear o pânico no inimigo.
Alguns foram mesmo mais longe, como este, transformando toda a parte dianteira do carro de combate em imagem de tigre, de longas garras, estando os olhos do animal representados no escudo da peça, os maxilares na dianteira do casco e as garras nos guarda-lamas, tudo sobre fundo que imitava a sua característica pelagem de riscas.
Os códigos de unidade (á frente e atrás) bem como o número de série do blindado (dos lados) foram pintados de branco na placa correspondente, ao passo que os dois lados da torres apresentam o número tático do veículo “3” igualmente a branco.
O primeiro carro de combate médio americano do pós-guerra. Versão melhorada do M26 Pershing, o M46 foi o primeiro carro de combate médio americano do pós-guerra. Pouco depois da sua entrada ao serviço, serviu de base ao desenvolvimento do M-47 um dos carros de combate médios mais populares dos anos 1950.

A história dos carros de combate americanos é complexa porque foi o resultado da fusão de dois projetos paralelos.
O exército americano criou em 1945, depois da Segunda Guerra Mundial, o Army Ground Forces Equipment Review Board (Comissão para a Revisão do Equipamento das Forças Terrestres do Exército) de modo a definir as especificações que seriam necessárias após o conflito.
A comissão recomendou o desenvolvimento de três categorias de carros de combate com um peso máximo de 25, 45 e 75 toneladas, respectivamente , que deveriam beneficiar dos últimos avanços técnicos.
Esta nova gama, que teria de integrar o maior número possível de elementos comuns, dará origem, depois de muitas vicissitudes, aos carros de combate M41, M47 e M103 nas três categorias mencionadas acima.
O casco do M46 era de conceção clássica. Na dianteira, encontrava-se o compartimento de condução.
O condutor, instalado à esquerda, dispunha de uma única alavanca para conduzir o carro de combate.

Á sua direita encontrava-se o metralhador, que além de coadjuvar o condutor, operava igualmente uma metralhadora de 7,62 mm montada num reparo boleado, na dianteira do casco.
O compartimento de combate e a torre encontravam-se no centro do casco. O chefe do carro e o apontador estavam colocados à direita da peça, e o municiador à esquerda.
 O compartimento do motor situava-se na traseira. O grupo propulsor era constituído por um motor Continental AV-1790-5 A a gasolina V12 com 29.356 cc, com arrefecimento a ar, com uma potência de 810 cv. Estava acoplado a uma caixa automática Alison CD-850-3 com duas mudanças à frente e uma marcha-atrás.
O trem de rodagem era constituído de cada lado por seis rodas de marcha, por cinco roletes, por uma roda motora dentada na traseira, por uma roda tensora na dianteira e ainda por uma roda compensadora a seguir à última roda de marcha.
A suspensão era assegurada por barras de torção, com amortecedores nas duas primeiras e nas duas últimas rodas de marcha.

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Sonhar como se fosse viver para sempre. Viver como se fosse morrer hoje.

James Dean
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Bárbara Guimarães

Nasceu em Sá da Bandeira, 21 de Abril de 1973 é uma profissional de televisão portuguesa.
Filha de um escultor e de uma professora primária, viveu a partir dos quatro meses em São João da Madeira, terra natal da mãe, até a família se mudar para Lisboa, tinha Bárbara oito anos.
Abandonou o curso de Relações Internacionais da Universidade Lusíada, em prol do jornalismo, tendo-se estrado na TVI, como repórter e pivot de informação. Seguidamente estreou-se na apresentação de magazines culturais, com Primeira Fila e 7 ponto 15.
Contratada pela SIC ganha popularidade como entertainer, apresentando Chuva de Estrelas e Furor. Na mesma estação foi co-autora e apresentadora de Duetos Imprevistos, ao lado de António Vitorino de Almeida. Posteriormente passa pela rádio, com Culto, na Antena 1.
Quando surge a SIC Notícias volta aos magazines culturais com Sociedade das Belas-Artes, seguindo-se Oriente e Páginas Soltas, estes dedicados à entrevista de personalidades.
Actualmente mantém-se como o rosto da apresentação das edições anuais dos Globos de Ouro e do Campeonato da Língua Portuguesa, voltando regularmente ao entretenimento, também na SIC.
É casada com Manuel Maria Carrilho, de quem teve dois filhos, Dinis Maria (2004) e Carlota Maria (2010).
Em 2012 foi capa da revista GQ nma produção ousada. Na entrevista afirmou "Sou atrevida por natureza. O meu marido adora, não acha mal nenhum".

Apresentação

SIC
· Chuva de Estrelas · Furor (1998) · Duetos Imprevistos · Terceiro Elemento (SIC Noticias) · Oriente (SIC Noticias) · Sociedade das Belas-Artes (SIC Noticias) · Páginas Soltas (SIC Noticias) · Globos de Ouro · Exclusivo SIC · Família Superstar · Campeonato da Língua Portuguesa · Natal de Esperança · Atreve-te a Cantar · MF - Sarilhos em Casa · Verdade ou Talvez Não · Gala de Natal Arredonda · Portugal Tem Talento · Peso Pesado · Ídolos (Júri)

TVI
· Primeira Fila · 7 Ponto 15 · Novo Jornal

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Quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo ( os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos ) e perguntaram qual o nome do bicho.
O índio sempre repetia " Kan Ghu Ru ", e portanto o adaptaram ao inglês, " kangaroo" ( canguru ). Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "Não te entendo ".

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Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se referir a São José, diziam sempre " Pater Putativus ", ( ou seja: "Pai Suposto" ) abreviando em P.P .". Assim surgiu o hábito, nos países de colonização espanhola, de chamar os "José" de "Pepe".

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Um diplomata é aquele que se lembra sempre do aniversário de uma mulher, mas nunca da sua idade.
Robert Frost
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