com o zé 2

Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

13 de agosto de 2012

Diário de uma criança à beira do nervoso miudinho

Diário de uma criança à beira do nervoso miudinho
 Eduardo Sá

Os pais não servem como despertador.
Adormecem de manhã, como todos nós, mas, ao mesmo tempo que levantam a persiana e nos chamam «Meu querido» e coisas assim, querem que, entre a cara lavada e os cereais despachados, façamos dos 0 aos 100 em poucos... minutos.
Entretanto, como convém às pessoas ponderadas, e paramos de nos vestir para pensarmos na vida, eles sofrem de hiperatividade e, em jeito de ameaça, gritam qualquer coisa do género: «Eu juro que me vou embora, e deixo-te aqui!» (que era tudo o que eu mais queria!).

Os pais servem, também, para nos tirar a boa-disposição, antes do trabalho.
Enquanto só não chamam «boas pessoas» a todos os senhores automobilistas que, segundo eles, estavam bem era dormir, ouvem (de meia em meia hora!) as mesmas notícias, atendem o telefone, olham 30 vezes para o relógio, melindram-se com a nossa cara de segunda-feira e, sempre que dizem, com voz de pateta: «Quem é o meu tesouro, quem é?», quem faz as contra-ordenações perigosas somos nós!
Os pais servem para imaginar que todas as crianças, ao chegarem à escola, são campeãs de felicidade.
E que nunca nos apetece mandar a nossa professora para a... biblioteca, de castigo, enquanto ela pensa se não será feio mentir (sempre que grita connosco, quando garante, aos nossos pais, que é só doçuras e meiguices...).
Os pais servem, também, para nos ir buscar à escola. E nisso escapam! Mas, independentemente de nos apetecer limpar o pó ao mundo, perguntam (todos os dias!): «Correu bem a escola? e O que foi o almoço?», com tantos pormenores, e no meio de tanta inquietação, que nos provocam brancas e nos levam ao stresse.

Os pais servem para nos deixar nos tempos livres.
E, quando pensávamos que podíamos brincar à vontade, (ou não são os tempos... livres?) descobrimos que eles só podem ter sido levados ao engano porque, afinal, nos obrigam a estar, mais uma vez, quietos e calados.
E, pior, quando estamos prontos a pedir o livro de reclamações, ora nos castigam com trabalhos de casa ora nos põem, sentadinhos, a ver os mesmos desenhos animados tantas vezes, que nós achamos que isso deve servir para aprendermos a contar até... 100.

Mas os pais servem, também, para trabalhar para a nossa formação desportiva e para o lazer.
Quando chegamos à natação, gritam quando não nos queremos despir ali, à frente de toda a gente.
Acham que não podemos brincar nem nos balneários nem na piscina. E gritam, outra vez, quando insistimos que os avós e os acompanhantes das outras crianças não deviam saber em que preparos viemos ao mundo.

Os pais servem, também, para zurzir no nosso lado bem-disposto, quando (de regresso ao carro) nos mandam cumprimentar a prima Maria da Glória que, em vez de nos dizer «Olá», delicadamente e com maneiras, nos esborracha contra ela e nos lambuza e, enquanto nos despenteia, duma ponta à outra, nos ofende, de cada vez que diz: «Ai, meu filho, o teu rapaz está tão crescido!....» (Meu filho?... Mas o pai bateu com a cabeça?
Então, maltratam-lhe o filho, em vez de lhe darem um beijo transformam-no em algodão doce, e ele, ainda por cima, sorri e agradece?...) Quando, finalmente, entramos em casa e estamos prontos para descansar, os pais servem para nos dizer, contra todas as nossas expectativas: «Primeiro, fazes os trabalhos de casa. Só depois brincas».

E servem para azedar a nossa boa disposição quando, logo a seguir, tratam, como se fosse contrafação, os pacotes de leite, as embalagens de bolachas e as caixinhas com os presentes da Happy Meal que, carinhosamente, tínhamos a dormir ao pé de nós.

Os pais servem para escandalizar, todos os dias, a nossa paciência, ao jantar.
Começam por nunca respeitar o nosso: «Já vou!».
Vendem-se à publicidade enganosa de cada vez que acham que a sopa de cenoura «faz os olhos bonitos».
Servem-nos ervilhas e, carinhosamente (como quem não está muito seguro do produto que promove), chamam-lhe «bolinhas».

E nunca se cansam de nos dizer que a fruta faz bem! E, quando o dia não pára de nos surpreender, os pais servem para dizer, todos os dias: «A partir de hoje... tu vais ver!». E, sempre que estão chateados com o trabalho, para reclamar.
Assim: «Ah queres fazer uma birra? Pois vamos ver quem faz a birra maior!...» E, quando querem quebrar a monotonia dos nossos dias, os pais, servem para pronunciar com alma cada palavra, quando nos estragam com meiguices: «Qualquer dia... eu emigro! Para muito longe! E quero ver como é que vocês se safam!».

Com dias assim, em que o pai e a mãe fazem de Capitão Gancho, quem não se rende à canseira e adormece antes do fim de cada história?
E quem é que não cede ao nervoso miudinho e não acorda, a meio da noite, com os nervos em franja?
E quem é que não ficaria desolado, no meio de toda a energia renovável que eles têm, quando perguntam com quem estávamos a sonhar (e nós, não podendo dizer que era com eles), respondemos que temos medo é... do Papão!
Nós gostamos dos pais. Desconfiamos que eles imaginam que passam pouco tempo connosco mas, se for para isto, não temos coragem para os contrariar.
Afinal, nós sabemos que todas as pessoas de coração grande têm a cabeça quente.
E nunca pomos em dúvida que só o amor importa.
Só não entendemos porque é que os pais tenham de ser esta canseira! E achamos que, desta maneira, eles nos fazem nervoso miudinho.

Eduardo Sá
Gentileza do amigo Carlos P.
Google
JJ edição fotos

10 de agosto de 2012

O estudo em geral, a busca da verdade e da beleza são domínios em que nos é consentido ficar crianças toda a vida.

Albert Einstein
Google
JJ edição foto



Vought F-8E Crusader 1955
Caça-bombardeiro Monolugar Embarcado.
Porta-aviões USS Ticonderoga - US Navy
Vought-LTV Aeroespace - USA

envergª 10,72 m - comp. 16,61 m - alt. 4,80 m – autonomia 970 km - v.máx. Mach 1,7-1800 kmh - 4 canhões Colt 20 mm + 4 suportes rockets e mísseis ar/ar + 2 suportes subalares para 2 ton de carga ofensiva - teto serviço 17980 m - peso 9,04-15,5 ton - 1 tripulante - 1º voo 25 Março 1955. metal 1:72-23 cm - base 7x9 cm - extras: aplicação conjunto de trens e portinholas, base técnica.

O último dos grandes canhoneiros
Em 1952 a US Navy emitiu um memorando para um projeto de caça supersónico embarcado capaz de atingir o Mach 1,2 a 9144 m de altitude.
O pedido teve um ótimo acolhimento e oito empresas concorreram ao concurso. Apresentaram-se ao todo vinte e duas propostas.
Entre todas, destacava-se a V-383 um projeto singular do departamento de estudos da Vought, dirigido por Russel Clark.
Tratava-se de um jacto com planos de implantação alta e um leve e pequeno trem de aterragem triciclo e retrátil, instalado na fuselagem.
O seu aspeto mais audacioso era a asa de inclinação variável, que podia girar 7º para cima durante as descolagens e aterragens, tornando a fuselagem o mais horizontal possível na manobra de aproximação ao porta-aviões.
Desta maneira, o piloto passava a ter um bom maior campo de visão.

O segredo do sucesso.
A asa era tão inovadora que ainda hoje chama a atenção.
Era fabricada em liga de alumínio, e a sua forma de estrutura simples, era trapezoidal em configuração de flecha.
Além disso albergava no seu interior um grande depósito estanque de combustível. Uma gestação sem problemas.
Em Maio de 1953 depois de algumas discordâncias, o projeto do Vought F-8E foi declarado vencedor e no mês seguinte assinou-se um contrato para a produção de três protótipos XF8U-I se bem que o terceiro não se chegasse a fabricar.


Olhos sobre Cuba
John Konrad voou pela primeira vez no protótipo durante 52 minutos partindo da base de Edwards a 25 de Março 1955 superando facilmente a barreira do som.
A ausência de problemas foi determinante para a dispensa do terceiro protótipo.
Os ensaios dos dois primeiros começaram rapidamente.
O segundo aliás, chegou a realizar os seus voos em simultâneo com os do primeiro exemplar de série, o F8U-I Crusader.
Um dos primeiros exemplares da série F8U-I foi modificado para missões de reconhecimento com a denominação F8U-IP e, a 17 Dezembro 1956 realizou um voo sem escalas com três reabastecimento no ar, a uma velocidade média de Mach 1,1 desde Los Angeles até Nova Yorque. Já rebatizado como RF-8A desempenhou um papel determinante em 1962 durante a crise dos mísseis de Cuba.
Os seus voos arriscados a baixa altitude confirmaram as suspeitas do Pentágono de que se estavam a construir na ilha plataformas de lançamento para mísseis soviéticos de médio alcance. Em 1955 a Vought dera início a um projeto de um Crusader avançado capaz de voar a Mach 2,2 equipado com um radar novo, 3 mísseis Sparrow e um potente motor J75.
Conhecido como Crusader III apesar das suas excelentes qualidades, foi superado pelo McDonnell F-4 Phantom II, que lhe era superior.

Fim de uma saga e de uma época
A última variante produzida para a US Navy e para o corpo de Marines foi o F8U-2NE (F-8E) de 1961. Possuía vários melhoramentos e a sua produção foi de 286 exemplares.
A versão F-8E (FN) especialmente desenvolvida para a aéronáutica francesa apresentava, entre outras modificações uma asas de grande sustentação, uma aviónica diferente, um radar NA/APQ-104 e suportes da fuselagem adaptados para transportarem o míssil Matra R-530.
Construiram-se 42 unidades.
O Crusader foi muito utilizado no Vietname, onde, além de se destacar no combate aéreo contra os MiG-17 e MiG-21 constituiu um elemento-chave para a supremacia aérea durante o conflito.
Além disso, o Crusader desempenhou uma função de grande relevância em missões de ataque contra as forças terrestres inimigas.
Deve-se acrescentar que, graças aos seus 4 canhões, este avião conseguiu a melhor relação entre derrubes e baixas entre todos os aviões norte-americanos que participaram na guerra: 19 para 3.
As variantes de caça foram retiradas das unidades de combate em 1976 após quase quatro décadas de serviço, mas as de reconhecimento fotográfico mantiveram-se em atividade até 1987.


JJ fotos
Altaya
Google

Portuguesas Maravilha

Joana Faria Seixas

Nasce em Lisboa, 31 de Outubro de 1976, é uma actriz portuguesa.

Biografia
Na sua adolescência fez parte do grupo musical "Onda Choc".
Cantava os temas :Feira Popular e Bater Tomar Chamar Em 1999, terminou a licenciatura em Teatro, Actores/Encenadores, na Escola Superior de Teatro e Cinema. Em teatro trabalhou com João Mota, António Feio, Fernanda Lapa, José Wallenstein, Almeno Gonçalves, Bruno Bravo, Tiago Rodrigues e Álvaro Correia, entre outros.
Em cinema trabalhou com Roselyne Bosch, Artur Ribeiro, Pedro Palma e Ivo Ferreira, e mais recentemente com Gonçalo Waddington, no filme Águas Mil.
Em 2009, ganhou o prémio de Melhor Protagonista de Novela, pela sua personagem Vera Sarmento, na primeira produção totalmente original da SIC, Podia Acabar o Mundo.
Sendo exclusiva da SIC, até 2012, em 2010 entra no elenco de Laços de Sangue e Lua Vermelha, e em 2012 em Dancing Days.


Formação
2000 Workshop de Teatro com Ronnie Stweart, Fundação Luís XV, Cascais 1999 - Escola Superior de Teatro e Cinema – Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal Licenciatura em Teatro, Actores, Encenadores 1997 Seminário de Movimento da Escola Superior de Teatro e Cinema -IPL, com Luca Aprea, Lisboa 1996 Seminário de Esgrima Artística da Escola Superior de Teatro e Cinema – IPL com Eugénio Roque, Lisboa 1995 - Fundação para o Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico – Fundetec, Lisboa, Portugal Curso Design Comunicação e Imagem por computador 1995 Curso de Teatro do Grupo de Teatro do Restelo, dirigido por Almeno Gonçalves, Lisboa 1990-1992 Curso de Bailado Clássico e Moderno do Ciclorama/Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica, Lisboa 1992 Ginástica Acrobática da Escola Secundária José Gomes Ferreira, Lisboa 1985-89 Bailado Clássico da Junta de Freguesia de Benfica, Lisboa


Percurso
Teatro
2009/2010 " O Deus da Matança" de Yasmina Reza, encenação de João Lourenço no Teatro Aberto 2006 Urgências assistente de encenação, Teatro Maria Matos, Lisboa As 4 Gémeas de Copi, direcção artística de Joana Brandão,Teatro Taborda, Lisboa Perversos de David Mamet, direcção artística de Macro António Del-Carlo e João Didelet, Porto e Lisboa 2005 Shakers, encenação de Almeno Gonçalves, Casino Estoril, Lisboa 2004 Urgências, coordenação artística de Nuno Artur Silva e Tiago Rodrigues, na peça “Genebra” de Pedro Mexia com Marco D’Almeida no Teatro Maria Matos, Lisboa Como aprendi a conduzir de Paula Vogel, encenação de Fernanda Lapa, Teatro Nacional D.Maria II, Lisboa 2002 Amok, de Jacinto Lucas Pires a partir de Stephen Zweig, encenação de Luís Gaspar Instituto Franco Português, Lisboa 2001 Divisões de Brian Friel, encenação de Bruno Bravo, Casa Conveniente, Lisboa 2000 Popcorn de Ben Elton, encenação de António Feio, Teatro Villaret, Lisboa 1999 Chorar para Rir de Marcel Sabourin, com encenação de Hugo Sequeira no Teatro da Comuna, Lisboa Inter-rail de Abel Neves, encenação de Álvaro Correia, Teatro da Comuna, Lisboa
Os 12 de Inglaterra espectáculo de rua, encenador João Mota, Tomar, Porto e Loulé In-Ter-Va-Lo de Jaime Salazar Sampaio – actriz e co-encenadora -Festival de Teatro de Portalegre de Teatro de Portalegre 1998 O Público de Frederico Garcia Lorca com encenação de Pedro Alvaréz Osório no Teatro da Comuna, Lisboa Tudo no Jardim de Edward Albee, com encenação de Miguel Romeira, Teatro da Comuna, Lisboa Pescador à Linha de Jaime Salazar Sampaio, dirigido por António Simão, projecto Sem Deus Nem Chefe de Jorge Silva Melo,Teatro da Comuna, Lisboa 1997 Pêssegos de Nick Grosso, com encenação de José Wallenstein, Teatro Aberto, Lisboa Triálogo ou o vortex cor-de-rosa, de Pedro Saavedra, Teatro Comuna, Lisboa O Menino de Belém, de Manuel Martinez Mediero com encenação de Tiago Rodrigues no Recreios da Amadora, Lisboa

Televisão
· 2012 - Dancin Days - Carminho Galvão · 2010/2011 - Laços de Sangue - Rita Ribeiro Fonseca · 2010 - Lua Vermelha Verónica · 2008/2009 - Podia Acabar o Mundo - Vera Sarmento (Protagonista) · 2008 - Casos da Vida - Telma (Protagonista) · 2007/2008 - Fascínios - Carolina Lopes de Almeida · 2008 - O Último Tesouro - Joana · 2007 - Regresso a Sizalinda - Helena/Leonor · 2007 - Floribella - Marlene · 2005 - Ninguem Como Tu - Irina · 2004/2005 - Morangos com Açúcar - Vanda Navarro · 2003/2004 - O Teu Olhar - Daniela Amaral (Antagonista) · 2003 - O Meu Sósia e Eu - Beatriz · 2002/2003 - O Último Beijo - Maria Fernandes (Protagonista) · 2001 - A Minha Família é uma Animação · 2001 - A Hora da Morte - Isabel · 2000 - Super Pai · 2000 - Crianças SOS - Tânia · 2000 - Almeida Garrett - Adelaide Deville · 2000 - Hora H - Apresentadora · 1999 - Todo o Tempo do Mundo · 1999 - O Fura Vidas · 1999 - Jornalistas - Raquel · 1998 - Médico de Família · 1998 - Riscos - Filipa · 1990 - ((Onda Choc)) - Joana Seixas

Cinema
· 2009 - "Águas Mil" Ivo Ferreira · 2004 - Animal,realização Roseline Bosh · 2000 - Duplo Exílio ou Double Exile, realização: Artur Ribeiro – produção A.S. Produções · Quando o Sol Toca na Lua, curta metragem. Argumento e Realização: Pedro Palma - produção Take 2000

Vida pessoal
É mãe de um menino , Francisco Seixas Reis (2003), do seu relacionamento com o actor João Reis.

Wikipédia-Google
JJ edição fotos

9 de agosto de 2012

Arcoiris da natureza





A Arte natural e bela do arcoiris do espantoso mundo subaquático.

Google
JJ edição fotos

Esculturas em Ferro








Jean-Pierre Augier

Embora feitas em ferro, as esculturas de Jean Pierre Augier primam pela leveza. Simplificando formas e detalhes, este escultor francês de grande sensibilidade, consegue transformar o ferro em figuras de linhas harmoniosas que sugerem momentos de enlevo, ternura e magia.
Nascido no ano de 1941 em Nice no vilarejo de Saint-Antoine-de-Siga, Jean Pierre Augier quando criança recolhia ferramentas e sucatas no trajeto da escola, que utilizava como brinquedos sob os olhares complacentes do pai Pierre, um agricultor amante da caça e da pesca e da mãe Josephine, uma dona de casa sensível e amorosa. Em 1955 conclui o ensino primário e estimulado por miss Carpenter, sua professora, percorre museus, mosteiros, igrejas e catedrais, passando a ter um contato mais direto com as artes plásticas.
Em 1956 sob orientação do escultor Marcel Maury passou a criar colares e pulseiras feitas de escamas de pinhas.
Durante o serviço militar na Argélia (1961-1963), esculpiu em madeira as figuras do deserto e criou peças de cerâmica inspiradas em gravuras rupestres.
Ao dar baixa do exercito (1964) aprende a soldar e encontra o sucesso inspirando-se nas peças de ferro, às quais passa a dar formas, transformando-as em personagens articulados, aos quais imprime segundo ele mesmo diz, as quatro “virtudes cardeais”: graça, movimento, sensibilidade e humor.
Maternidade, fábulas, contos de fadas, mitologia e temas religiosos são os temas favoritos deste artista genial conhecido como o “mágico do ferro”, que ostenta em seu currículo exposições individuais nos museus mais importantes da Europa e coletivas ao lado dos escultores mais famosos do mundo.
A coleção pessoal de esculturas de Jean-Pierre, nomeado em 2003 Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras, está em exposição permanente na Maison du Portal, em Nice no vilarejo de Saint-Antoine-de-Siga, onde o artista nasceu e vive atualmente.

in http://www.amazoninterart.com
Sugestão do amigo António C.
Google

8 de agosto de 2012

Não convém julgar as pessoas pelas companhias.
Judas, por exemplo, tinha amigos irrepreensíveis.

Verlaine
Google
JJ edição foto

Vaillante RUSH





Vaillante RUSH
Michel Vaillant - album “RUSH”
pilotos dos dois carros em prova: Michel Vaillant e François Cevert + Steve Warson e Chuck Danvers.
V12-5104 cc - 380 cv - v.máx.: 290 kmh - 0-100: n/a - peso 1180 kg metal 1:43-10 cm base 10x16 cm

Concebido especialmente para a corrida Panamericana do album “RUSH” o Vaillante com o mesmo nome apresenta dimensões à americana e demarca-se bastante dos automóveis de rali europeus do seu tempo.
No início da década de 1970 a época do album “RUSH” os automóveis daquilo que em breve viria a ser o Campeonato Mundial de Ralis (WRC ou seja World Rally Championship) ainda eram na sua maioria modelos europeus desportivos derivados dos de série: Lancia Fulvia, Renault-Alpine, Porsche 911 e até Citroën DS.

É verdade que iria aparecer uma nova geração de bólides específicamente criados para a especialidade, por exemplo o Lancia Stratos, mas nessa altura a maior parte dos carros ainda eram propulsionados por motores de quatro cilindros e com uma cilindrada modesta, geralmente inferior aos 2000 cc.
O mesmo não sucedia nos EEUU onde a própria noçao de rali era bastante diferente da que se conhecia na Europa: aí, em vez de se correr por estradas estreitas cobertas de neve ou empoeiradas, consoante a país ou a estação do ano, disputavam-se sobretudo provas do tipo “Baja” - do nome “Baja Califórnia” (Baixa Califórnia em espanhol) um Estado semidesértico do Norte do México.
Trata-se de um deserto com poucos desníveis mas a perder de vista, no qual a navegação rareia e ainda mais as pistas e por vezes circula-se mesmo sobre areia. Nestas condições, a potência costuma ser preferível a uma máquina sofisticada e manobrável pois, de uma maneira geral, trata-se de andar a direito e evitar ficar atolado na areia.
Assim os automóveis construídos nesse continente - os carros americanos - costumavam ser grandes modelos equipados com motores V8, pesados mas potentes.

A Cavalaria Pesada.
Em “RUSH” o autor apresenta-nos um Vaillante Rush equipado com um motor Ford: é indiscutível que desta vez a equipa Vaillante quis ter garantias e por isso confiou num especialista destas provas cuja configuração os engenheiros franceses não conheciam bem.
Assim este Vaillante também apostou na cavalaria pesada: um grande motor que nos é apresentado com um 5 litros (5000 cc): uma pequena subtileza, o regulamento autoriza uma capacidade de gasolina de 120 litros para os de 5000 cc e mais, e uma capacidade inferior para os que têm menos de 5 litros.

Para beneficiar destes 120 litros este Vaillante-Ford tem um pouco mais de 5000... Dito isto, os engenheiros da Ford tiveram grandes dores de cabeça para instalar o motor: um V12 com duas árvores de cames à cabeça por cada bancada de cilindros, muito diferente do V8 padrão que equipava então os Ford de gama média.
A verdadeira vedeta desta história é o Vaillante Rush.
Este bólide impressionante foi criado por Daniel Bouchez, um dos mais fiéis colaboradores de Jean Graton. Inscreveram-se dois “RUSH”, um pilotado por Steve Warson e Chuck Danvers, dois pilotos imaginados por Jean Graton, e o outro por Michel Vaillant e François Cevert.

Trabalho de equipa.
No início da década de 1970, Jean Graton já deixava para trás a época em que trabalhava sozinho, a da década de 1950.
Acabara-se o período em que o argumento, o recorte, o esboço a lápis, a passagem a tinta e o colorir era tudo feito pela mesma mão.
Logo no início da década de 1960 a sua mulher Francine passara a ocupar-se da cor e depois apareceram os colaboradores e criou-se um verdadeiro trabalho de equipa.

A distribuição de tarefas permitiu que Jean Graton tivesse mais tempo para cuidar dos argumentos: concentrou-se no desenho das personagens principais e dos automóveis, ficando os fundos normalmente a cargo de um colaborador.
Mas nem sempre: em “RUSH” por exemplo, Graton desenhou os cenários de que mais gostava. Por outro lado, por vezes foram os outros que desenhavam os automóveis.
É o caso do nosso Vaillante Rush, criado pelo fiel Daniel Bouchez.
Jean Graton explica: “É a verdadeira vedeta do album.
O Daniel tinha uma grande vontade de concretizar este projeto e dei-lhe carta branca. No entanto raramente confiei um automóvel a um colaborador”.

JJ fotos
Google

Labirinto ou não Foi Nada

Labirinto ou não Foi Nada

Talvez houvesse uma flor
aberta na tua mão.
Podia ter sido amor,
e foi apenas traição.

É tão negro o labirinto
que vai dar à tua rua ...
Ai de mim, que nem pressinto
a cor dos ombros da Lua!

Talvez houvesse a passagem
de uma estrela no teu rosto.
Era quase uma viagem:
foi apenas um desgosto.

É tão negro o labirinto
que vai dar à tua rua...
Só o fantasma do instinto
na cinza do céu flutua.

Tens agora a mão fechada;
no rosto, nenhum fulgor.
Não foi nada, não foi nada:
podia ter sido amor.

David Mourão-Ferreira, in "À Guitarra e à Viola"

Taxis de todo o Mundo




Taxis de todo o Mundo

JJ fotos
Provérbios que todo mundo diz de forma errada

Cuspido e escarrado
quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é:
Esculpido em Carrara.(Carrara é um tipo de mármore).

Mais um famoso....
Quem não tem cão, caça com gato.
Entendia também, errado, mas entendia! Se não tem o cão para ajudar na caça o gato ajuda! Tudo bem que o gato só faz o que quer, mas vai que o bicho tá de bom humor!
O correto é:
Quem não tem cão, caça como gato.... ou seja, sozinho!

Vai dizer que sabia o sentido correto de algum desses?????

Gentileza do amigo H´pólito
Google