com o zé 2

Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

14 de outubro de 2009




Mitsubishi G3M2 type 96 1936
Bombardeiro Médio
Mitsubishi Jukogyo Kabushiki Kaisha - Japão
versão: Genzan Kaigun Kokutai

env. 25 m

comp. 16,45 m
alt. 3,68 m
teto 9110 m
canhão 20 mm +

2 metr. 7,7 mm +
torpedo 800 kg +
500 kg bombas
autonomia 4380 Km

7 tripulantes
1º voo Verão 1935
v. máx. 380 Kmh

peso 4815 kg

Modelo metálico 1:144 - 11,5 cm
base 16x16 cm
extras: Diorama, pormenores pintura,

base técnica.
O G3M2 começou a sua carreira na Guerra Sino-Japonesa intervindo a partir de aérodromos situados na ilha de Taiwan.

Classificado pelos Japoneses como um bombardeiro de ataque ou como torpedeiro, ou seja, um avião que se podia utilizar em bombardeamentos horizontais ou como torpedeiro, comçou a servir no começo da Guerra do Pacífico em unidades da Marinha Imperial, mas com bases terrestres.

Ao princípio, obteve bastantes êxitos, mas foi perdendo aos poucos a sua notoriedade em proveito do bombardeiro de ataque tipo 1 Mitsubishi G4M.

Durante a Batalha de Guadalcanal, depois de sofrer muitas baixas, foi retirado da primeira linha de combate e integrado nas unidades de treino.

Como muitos bombardeiros concebidos nos anos 30, tinha duas derivas para não obstruir o ângulo de tiro da torre superior traseira.

JJ fotos
CARINHO DE MÃE!

verídica ? e enternecedora!

Um homem jovem estava fazendo compras no supermercado, quando notou que uma velhinha o seguia por todos os lados.

Se ele parava, ela parava e ficava olhando para ele.
No fim, já no caixa, ela atreveu-se a falar com ele, dizendo:
Espero que não o tenha feito sentir-se incomodado; mas é que você se parece muito com meu filho que faleceu tão novo...

O jovem, com um nó na garganta, respondeu que tudo estava bem, que não havia problema.
E a velhinha disse-lhe, então: - Quero pedir-lhe algo incomum...
O jovem respondeu:
- Diga-me em que posso ajudá-la.
- Queria que você me dissesse 'Adeus, Mãe', quando eu me for embora do supermercado, isso encher-me-á de felicidade...!'

O jovem, sabendo que seria um gesto que encheria o coração da velhinha, aceitou.
Então, a velhinha passou pela caixa, após ter registado as suas muitas
compras.
Aí, se voltou sorrindo e, acenando com a sua tremula mão, disse:
- Adeus, filho!
Ele, cheio de ternura, respondeu-lhe efusivamente: - Adeus, Mãe!

Ela foi-se e o homem ficou claramente satisfeito pois, com toda a certeza, havia proporcionado um pouco de alegria à tão angustiada velhinha.
Então, passou as suas compras.
- São 450,00 €; lhe disse a rapariga do caixa.
- 450 € ??? Porquê tanto, se só levo estes cinco produtos?
E a rapariga da caixa disse-lhe:
- Sim, mas a sua mãe disse que você pagaria as compras dela também.....

P.S.: Até os sacanas envelhecem! Que velhinha FDP!!!
E tu aí, quase a chorar...

Gentileza do amigo J. Costa
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13 de outubro de 2009

Fight Dragons

Como encarnação do mal absoluto surgido dos mais recôndidos confins do inferno, Draco Magnus anuncia o Apocalipse de São João com o seu sopro de fogo. Escoltado por hordas de demónios, este monstruoso dragão vermelho ameaça devorar Jesus recém-nascio.

Apenas um enviado de Deus, o arcanjo guerreiro São Miguel, acompanhado dos seus anjos, poderá afugentar o monstro e as suas legiões infernais.

Este confronto mítico também está na origem da lenda do monte de Saint-Michel, situado na Baixa Normandia - França.




Fight Dragons
composição com 2 peças iguais
s/ escala - 17x18x10 cm
Base Ø 12 cm
extras: Revestimento granulado, pintura prata patinada, base circular




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Rafal Olbinski

Rafał Olbiński
Nascido em 1945 em Kielce, Polónia, é um artista gráfica Polaco, designer e Pintor Surrealista.

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Sith Infiltrator
Star Wars
s/ escala 6x9 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, lettering

O Sith Infiltrator era a nave pessoal de Darth Maul, o Lorde Negro de Sith. Maul utilizava esta nave de perfil longilínio para se deslocar aos lugares aonde o seu Mestre, Darth Sidious, o enviava.


Utilizando-a como base de operações móvel, Maul perseguiu a rainha Amidala até Tatooine.

Lançou então três robots-sondas Sith para que encontrassem a rainha e os seus protectores Jedi.

Sombrio e ameaçador, o Sith Infiltrator é o último modelo de uma longa lista de naves utilizadas pelos misteriosos Sith.

O Infiltrator de Darth Maul é um transporte estelar personalizado concebido por Republic Sienar Systems, uma empresa que viria a produzir toda a frota de Tie Figthers.


Os Sith tinham acesso a tecnologia experimental para realizar os seus planos maléficos.








Utilizavam esta poderosa nave estelar chamada Sith Infiltrator capaz de escapar a detecção.

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9 de outubro de 2009














No video abaixo, momento único em que um caça F-14 Tomcat ultrapassa a Barreira do Som.
O estrondo que se ouve, é o momento exacto em que a aeronave ultrapassa os 1226 kmh - Mach 1.

http://www.youtube.com/watch?v=jZ3Hhdr8EjI

http://www.youtube.com/watch?v=CF7h3EwBPjc



Barreira do Som
Em aerodinâmica a barreira do som é a aparente barreira física que dificulta grandes objetos de atingirem velocidades supersônicas.

A expressão foi criada durante a Segunda Grande Guerra quando diversos aviões começaram a se deparar com os efeitos da compressibilidade do ar e um punhado de outros efeitos aerodinâmicos não relacionados à compressibilidade e começou a sair de uso nos anos 1950 quando aviões passaram a "quebrar" a barreira do som rotineiramente

Resumo teórico
O som, como sabemos, viaja através de ondas, usando um meio de propagação, no nosso caso o ar.


Essas ondas, chamadas ondas de pressão, desenvolvem-se da mesma maneira quando jogamos uma pedra sobre um lago.
Uma onda circular se forma no ponto em que a pedra atinge o lago e se afasta, expandindo-se a uma velocidade constante.
Se atirarmos várias pedras no mesmo ponto em intervalos regulares, formaremos ondas concêntricas.

É o que ocorre com um emissor de som, como o avião.
A velocidade de propagação dessas ondas é o que chamamos de velocidade do som, que ao nível do mar em condições de atmosfera padrão é de 1.226 km/h., e diminui com a queda da temperatura do ar. Ficou convencionado que, quando um avião se desloca com uma velocidade igual à do som, ele está voando a Mach 1.

Esta unidade é uma homenagem ao físico austríaco Ernst Mach que, pela primeira vez, mediu a velocidade de propagação do som no ar.

Quando um objeto qualquer, como um avião, se desloca na atmosfera, comprime o ar à sua volta, principalmente à frente.
Desta forma cria ondas de pressão, da mesma maneira que a pedra atirada no lago.

Quando um avião voa a uma velocidade inferior à do som, as ondas de pressão viajam mais rápido, espalhando-se para todos os lados, inclusive à frente do avião. Assim, o som vai sempre na frente.

Se o avião acelerar para uma velocidade igual a do som (Mach 1), ou seja, da velocidade de deslocamento de suas ondas de pressão, este estará comprimindo o ar à sua frente e acompanhando as ondas de pressão (o seu próprio som) com a mesma velocidade de sua propagação. Isso resulta num acúmulo de ondas no nariz do avião.

Se o avião persistir com essa velocidade exata por algum tempo, à sua frente se formaria uma verdadeira muralha de ar, pois todas as ondas formadas ainda continuariam no mesmo lugar em relação ao avião.
Esse fenômeno é conhecido como Barreira Sônica.

Se o avião continuar a acelerar, ultrapassando a velocidade do som, ele estará deixando para trás as ondas de pressão que vai produzindo.

Um avião só pode atingir velocidades supersônicas se, entre outras coisas, sua aceleração permitir uma passagem rápida pela velocidade de Mach 1, evitando a formação da Barreira Sônica.

Estrondo Sônico (Sonic Boom)
Quando o ar em fluxo supersônico é comprimido, sua pressão e densidade aumentam, formando uma onda de choque.


Em vôo supersônico (com velocidades acima de Mach 1), o avião produz inúmeras ondas de choque, sendo mais intensas as que se originam no nariz do avião, nas partes dianteira (bordo de ataque) e posterior (bordo de fuga) das asas e na parte terminal da fuselagem.

As ondas de choque geradas por um avião em vôo supersônico atingirão o solo depois da passagem do avião que as está produzindo, pois esse é mais veloz.

Um observador no solo ouvirá um forte estampido assim que as ondas de choque o alcançarem.

Esse estampido é conhecido como 'estrondo sônico', e sua intensidade depende de vários fatores, tais como dimensões do avião, forma do avião, velocidade do vôo e altitude.
Esse fenômeno pode, em certas circunstâncias, ser forte o suficiente para produzir danos materiais no solo, como quebra de vidros, rachaduras em paredes, muros e outros estragos.

Essas possibilidades limitam a operação de vôos em velocidades supersônicas sobre os continentes.
O
Concorde operava em velocidades supersônicas (Mach 2.02) sobre o mar, acelerando após deixar o continente e alcançar altitudes elevadas, minimizando os efeitos do estrondo sônico.

Quando um avião se aproxima da velocidade do som o ar passa a fluir de uma maneira diferente ao redor de suas superfícies e se torna um fluido compressível.

Além de uma série de mudanças na forma como a força de sustentação é gerada, esta mudança também produz um incremento elevado no arrasto, conhecido como onda de arrasto.

Inicialmente a onda de arrasto não era devidamente compreendida. Acreditava-se que ela crescesse exponencialmente, o que efetivamente ocorre dentro de uma pequena faixa de velocidades.

Com a força limitada que motores à explosão são capazes de gerar, os aviões não podiam superar este rápido aumento no arrasto: grandes incrementos de potência produziam pequenos incrementos de velocidade.
Aparentemente seria necessária uma quantidade infinita de força para alcançar-se velocidades supersônicas e daí surgiu a noção da barreira do som.

Membros da artilharia já haviam superado esta noção.
Começando com Ernst Mach no século XIX, eles compreendiam que após determinado ponto, o arrasto não aumentava mais.
Na verdade voltava a cair.

O desafio passou a ser como produzir o empuxo necessário.
Com a criação da asa em V que reduz o arrasto, e do motor a jato capaz de produzir a potência necessária, nos anos 1950 diversas aeronaves eram capazes de vôos supersônicos com relativa facilidade.

Chuck Yeager (então um major da Força Aérea do Estados Unidos, mais tarde um general de brigada) foi a primeira pessoa a quebrar a barreira do som em um vôo horizontal em 14 de outubro de 1947, pilotando um Bell X-1 experimental e alcançando Mach 1 a uma altitude de 15 000m (45 000 pés).

George Welch fez uma alegação plausível mas não verificada de que teria quebrado a barreira do som 14 dias antes de Yeager durante um mergulho em um F-86 Sabre. Ele também alegou ter repetido seu vôo supersônico 30 minutos antes do vôo de Yeager.

Hans Guido Mutke alegou ter quebrado a barreira do som antes de Yeager, em 9 de abril de 1945 em um Messerschmitt Me 262.
Entretanto esta alegação é desacreditada pela maioria dos especialistas e não parece ter base científica.


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7 de outubro de 2009

Sd.Kfz. 162/1

Jagdpanzer IV L/70 1944
Sd.Kfz. 162/1

Versão: Panzer Gren. Division “Feldherrnhalle”
Budapeste - Hungria
Janeiro 1945


25,8 ton
peça 75 mm +
metr. 7,92 mm +
lança granadas
comp. 8,50 m
larg. 3,17 m
alt. 1,85 m
autonomia: estrada 200 km
mato n/a
v.máx. estrada 35 kmh
mato 15 kmh
depósito: 470 L
4 tripulantes
Blindagem máx:
aço 80 mm

escala 1:72 -12,5 cm
base 7,5x17 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, patines, base técnica

Em Dezembro de 1943 em sinal de reconhecimento pelo seu valor em combate, a 60. Panzer Gren. Division, passou a ser designada Pz.Gren.Div. “Feldherrnhalle” nome do edifício de Munique onde foi organizado o Putsh (tentativa de golpe de estado) de 1923.

Depois de ter ficado praticamente destruida pela ofensiva Soviética do Verão de 1944, a unidade foi reconstruida na Hungria e terminou o ano com a denominação Pz.Div. “Feldherrnhalle”.

Este caça-carros foi um dos primeiros exemplares equipados com o canhão comprido, coberto de Zimmerit e com o primeiro par de rodas idêntico ao resto.

Pelo facto de não possuir uma torre, foi possível instalar depósitos de combustível adicionais na parte dianteira esquerda por detrás do assento do condutor, pelo qual a posição das bocas de enchimento era diferente da do Pz. IV.


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2 de outubro de 2009

A GRANDE LUZ

Uma tarde, numa grande cidade de um região chuvosa, avistei sete ou oito carros repletos de crianças.
Haviam sido conduzidas ao campo, pela manhã, para brincar na relva. Mas o mau tempo as obrigara a regressar prematuramente, sob a chuva.
Apesar disso elas cantavam, riam e faziam saudações travessas aos transeuntes.
Com esse tempo, melancólico, elas conservavam sua alegria.
Se uma delas se tivesse sentido triste, as canções das outras a teriam alegrado; e para os transeuntes atarefados que ouviam os risos das crianças parecia, por um instante, que o céu estava menos sombrio.
Extraído do livro "Pequenos Contos de Grande Luz" da Mãe.
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1 de outubro de 2009




AT-RT
Star Wars
s/ escala
8x8 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, lettering

Consciente da importância estratégica de Kashyyyk, a República enviou um imponente destacamento de clones de infantaria para este mundo verde.

Liderados pelos generais Yoda e Luminara Unduli, os soldados usavam uma armadura com camuflagem ligeiramente modificada, para melhor se confundirem com a espectacular paisagem do planeta.

O AT-RT foi utilizado em campanhas como a de Kashyyyk.

Este bípede de reconhecimento com carlinga aberta foi o percursor do transporte de reconhecimento todo-o-terreno usado durante a Guerra Civil Galáctica.

Quando Palpatine, que acabara de se proclamar chefe supremo do Império Intergaláctico, decretou a ordem 66, Yoda encontrava-se em Kashyyyk a supervisionar a batalha das forças separatistas contra um exército composto por Wookies e soldados clones a bordo de AT-RT.

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