http://youtu.be/GattJNyjBUw
MiG-23 Crash
MiG-23 Crash
Caça Monolugar de Flecha Variável
Mikoyan-Gourevitch MiG - URSS
versão: Força Aérea da República Democrática Alemã (RDA)
Envergadura 8,17 m num ângulo de 72º; l4,25 m num ângulo de 16º - comp. 18,15 m - alt. 4,50 m – superfície alar 27,26 m2 - peso bruto 11765 kg - peso máx. ao descolar 18450 kg - v.máx. em configuração lisa, ao nível do mar. Mach 1,2-1470 kmh - teto serviço 18600 m - autonomia 1125 km com depósitos de combustível auxiliares descartáveis em voo - motor: 1 turborreator Toumansky R-29 de 12475 Kgf - 1 canhão de dois tubos GSh-23L de 23 mm com 200 projéteis + suportes de carga ofensiva até aos 3000 kg + depósitos de combustível auxiliares descartáveis + mísseis ar/ar de médio alcance R-23 R/T, K-13 ou R-60 + contentores de rockets UB-16 ou UB-32 + 4 bombas de gravitação FAB 100.
O avião soviético de flecha variável


Por outro lado, os anos 1960 caracterizaram-se pelo desenvolvimento de aviões de descolagens curtas e verticais (ADAC/V). A escolha das asas em flecha resolveu uma parte do problema permitindo-lhe operar a partir de pistas de extensão reduzida.
Em competição com a Sukhoi, os engenheiros do MíG começaram a construir vários protótipos. O mais clássico, baseado no MiG-21 tinha uma tomada de ar situada debaixo do nariz (Ye-8). O MiG-212 BPD, de descolagem e aterragem vertical e bastante mais inovador, e o MiG-23I que serviu para testar a fórmula do asas de flecha variável. Mediante algumas modificações, este aparelho conhecido pela denominação Ye-2321 deu origem a um modelo de série que apresentava uma frente de fuselagem, um posto de pilotagem e umas tomadas de ar laterais dos reatores quase idênticos às do F-4 (deram-lhe o nome de “Phantom soviético”).
As suas asas em flecha, modeláveis em ângulos de 16º e 72º, faziam lembrar, por sua vez, as do F-111, apesar de se encontrarem numa posição mais avançada. Propulsionado por turborreator Lyulka AL-7F o aparelho efetuou o seu voo inaugural em Abril de 1967 e apareceu pela primeira vez em público, com o piloto de ensaios A.Fedotov
aos comandos, durante o festival aéreo de Domodedovo. A partir de 1969 arrancou a produção de uma centena de exemplares de pré-série do “Flogger” (nome de código da NATO do avião).
O “Flogger” em ação
O Mig-23M começou a servir nas unidades soviéticas em bases na Alemanha de Leste em 1973 mas só foi fornecido aos países de Pacto de Varsóvia em 1978, sob a denominação MiG-23MF. Também foi utilizado pela Síria, Angola, Iraque e Índia. Este país solicitou até uma licença para produzi-lo. Em 1982, a Força Aérea Síria, ao constatar a sua inferioridade face aos F-4 e F-16 israelitas durante os combates que tiveram lugar sobre o vale de Bekka (Líbano) pediu a substituição dos seus Mig-23MS e MiG-23BN (versão de ataque ao solo utilizada contra as colunas de blindados israelitas).
Com efeito perderam-se muitos aviões deste tipo por causa da destruição da infraestrutura de radares em solo Sírio e também por problemas de manutenção do reator. O Iraque dispôs de MiG-23ML que utilizou em conjunto com os seus MiG-23BN durante a guerra contra o Irão, em 1974. Estes aviões conseguiram várias vitórias contra os aparelhos da Força Aérea Israelita, entre outros, os Northrop F-5 dois F-14 Tomcat (1984 e 1987) e também helicópteros. No entanto, Teerão afirmou que os “Flogger” Iraquianos, mal equipados e mal armados, nunca constituíram uma ameaça para os seus F-4 Phantom e F-14.
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