24 de Dezembro de 2009


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success and happiness
happy new year
JJ















Ray Caesar….. um artista incrível!

http://www.youtube.com/watch?v=VdNY3-E7Y48

Hoje vou fazer algo que a tempos não fazia por aqui.
Apresentar um artista e seu portfólio: Ray Caesar.

Esse com certeza vale a pena ser apresentado, não sei se mais por sua técnica maravilhosa….ou se por sua criatividade e imaginação totalmente fora do comum. Acreditem……é fora do comum mesmo…….como verão com os próprios olhos.

Ray Caesar nasceu em Londres em 26 de outubro de 1958.
O mais novo de 4 irmãos, e nasceu cachorro.
De acordo com suas próprias palavras.

O artista diz achar importante se identificar com algum animal, já que este pode servir como um guia de comportamento pelo resto de sua vida.

Tira muitas de suas inspirações das experiências de sua própria vida, como por exemplo, das que viu e viveu durante os 17 anos em que trabalhou na ala infantil de um hospital fotografando desde abusos infantis, pesquisas em animais até materiais forenses.

Ray Caesar pinta e desenha desde que se lembra por gente (ou cachorro), mas só resolveu mostrar suas obras aos 45 anos de idade, após sonhar com sua mãe que havia morrido a apenas alguns meses.
Hoje, o artista vive apenas de suas obras. (...)


In www.webartz.com.br
Youtube - Google


:































Ray Caesar

http://www.youtube.com/watch?v=VdNY3-E7Y48

23 de Dezembro de 2009








Pz.Kpfw.I Ausf. B
Sd.Kfz. 101
Versão: 5. Panzer Division
Pszcyna – Polónia Setembro 1939

5,9 ton

2 metr. 7,92 mm
comp. 4,42 m

larg. 2,06 m
alt. 1,72 m
autonomia 170 km
v.máx. estrada 40 kmh
mato 24 kmh
depósito: 146 L

2 tripulantes
Blindagem máx:
aço 13 mm

escala 1:72 -6,3 cm

base 7x13 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, acessórios, patines, base técnica.




Durante a campanha na Polónia, só uma das poucas unidades blindadas tiveram algum tipo de emblema próprio.

A 5. Pz.Div. por exemplo, usou um losango amarelo pintado nos lados da torre e na traseira.
O losango era a representaçãp gráfica de um tanque e derivava da silhueta dos tanques britânicos utilizados durante a 1ª Grande Guerra 1914-1918 *, dos quais a Alemanha capturara um bom número de exemplares.

Também se utilizou uma variante com uma faixa preta no centro que, aparentemente, permitia distinguir pPz.Rgt.15 do Pz.Rgt.31 ambos pertencentes a esta divisão.

Nesse período, recomeçou a pintar-se um rectângulo branco de identificação aérea na tampa do motor.

Além disso, em muitos casos, após constatação de que as cruzes rectas brancas eram muito chamativas e atraíam o fogo inimigo, estas foram repintadas em amarelo, cinza escuro ou, simplesmente, tapadas com lama.
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Quando resolvi escrever sobre a MULHER MADURA, pensei em mim e em todas as mulheres de trinta, quarenta, cinquenta...não
importa a idade, claro, não desmerecendo as mais novas, até porque, pretendo falar de toda vivacidade que elas possuem.

A MULHER MADURA tem um jeito todo especial de ser.
A MULHER MADURA não é ventania, ela é ar em movimento.
Ela possui uma beleza peculiar que não se iguala a nenhuma outra.
Pena daqueles que não sabem percebê-las!!!



A MULHER MADURA não PEGA, ela TOCA.
A MULHER MADURA não come, ela se ALIMENTA.
A MULHER MADURA não provoca, ela já é PROVOCANTE.
A MULHER MADURA não é inteligente, ela é SÁBIA.
A MULHER MADURA não se insinua, ela mostra o CAMINHO sutilmente.
A MULHER MADURA não se precipita, ela espera o MOMENTO CERTO.
A MULHER MADURA não nada, ela NAVEGA.
A MULHER MADURA não voa, ela FLUTUA.
A MULHER MADURA não pensa em quantidade, ela prefere QUALIDADE.
A MULHER MADURA não vê, ela OBSERVA.
A MULHER MADURA não anda, ela CAMINHA.
A MULHER MADURA não deita, ela ADORMECE.
A MULHER MADURA não é pretensiosa, ela simplesmente se GOSTA.
A MULHER MADURA não julga, ela ANALISA.
A MULHER MADURA não compara, ela ASSIMILA.
A MULHER MADURA não consola, ela ACALENTA.
A MULHER MADURA não acorda, ela DESPERTA.
A MULHER MADURA não coloca algemas, ela os deixa LIVRE.
A MULHER MADURA não enfeitiça, ela ENCANTA.
A MULHER MADURA não é decidida, ela apenas sabe O QUE QUER.
A MULHER MADURA não é exigente, ela é SELETIVA.
A MULHER MADURA não se senti velha, ela se considera EXPERIENTE.
A MULHER MADURA não se lamenta, ela tenta fazer DIFERENTE.
A MULHER MADURA não tem medo, ela tem RECEIOS.
A MULHER MADURA não faz juras, ela deixa por conta do TEMPO.
A MULHER MADURA não tira conclusões, ela faz SUPOSIÇÕES.
A MULHER MADURA “não desce do salto”, ela tem “JOGO DE CINTURA”.
A MULHER MADURA não brilha, ela é ILUMINADA.
A MULHER MADURA não dá tchau, ela ACENA.
A MULHER MADURA não gosta de ser vigiada, ela prefere ser ESCOLTADA.
A MULHER MADURA não é moderna, ela é ELEGANTE.
A MULHER MADURA não quer ser cobiçada, ela prefere ser DESEJADA.
A MULHER MADURA não possui sombras, ela tem AURA.
A MULHER MADURA não adivinha, ela tem PERCEPÇÃO.
A MULHER MADURA não faz sexo, ela é mestre na ARTE DE AMAR.
A MULHER MADURA não fica, ela se ENVOLVE.
A MULHER MADURA não é fácil, ela é FLEXÍVEL.
A MULHER MADURA não manda, ela ADMINISTRA.
A MULHER MADURA não aflora, ela é um constante FLORESCER.


Enfim, a MULHER MADURA é um conjunto de todas as belezas possíveis.
É MULHER sensível, mas ao mesmo tempo uma verdadeira guerreira, é forte, mas é feminina, porém, muitos não possuem sensibilidade para perceber tal beleza, mas aqueles que descobrem...preferem morrer nos braços dessa tal mulher, que não é DOCE, mas que, simplesmente é puro MEL.

Vanessa Pena
In pt.shvoong.com

Meu tributo a uma Mulher Madura
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B-Wing Starfighter
Star Wars
s/ escala 11x5x7 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, patine

Poderoso mas pouco manobrável, o B-Wing é talvez o caça de aspecto mais singular de toda a armada rebelde.

A estrutura da nave consiste sobretudo na asa principal, com a carlinga num dos extremos, um módulo propulsor no centro e uma unidade de armamento pesado na base.

Situados sobre o módulo do motor, os seus ailerons laterais podem desdobrar-se e colocar os dois canhões laser em posição de disparo.

Concebido pelo comando Ackbar com o auxílio dos peritos construtores navais de Verpine no ambito do projecto Shantipole, o B-Wing tornou-se um dos caças estelares mais polivalentes da Galáxia.

Muito bem armado, desempenhou um papel crucial durante a batalha de Endor. Tornou-se famoso durante este conflito devido a pilotos como Ten Nunb.

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22 de Dezembro de 2009

Um novo Cântico dos Cânticos

Vamos compor,
ó Bem-Amada,
um novo Cântico dos Cânticos:
"Tu louvarás unicamente a ti!
Eu louvarei unicamente a mim!"
(É tão sincero quanto o outro, não achas?...)

Quintana Eterno

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Glenn Martin 167F 1939
Bimotor de Reconhecimento e Bombardeamento
versão: Armée de L’Air - França
Martin - USA

envergadura 18,70 m
comp. 14,20 m
alt. 5 m
6 metr. 7,5 mm +
798 kg bombas
autonomia 1810-2963 km conforme a carga
tecto 8882 m
v.máx. 490 Kmh
3 tripulantes
peso: 7109 kg
1º voo: 1939

metal/plástico 1:144 - 10 cm
base 16x16 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, placa técnica

Este aparelho pertencia à esquadrilha 48 da qual conserva o número no capot do motor e a insígnia no nariz.

Ficou com a designação 7B-1 com o número na parte superior da deriva.
Conhecido nas unidades da Armée de l’Air - França, pela alcunha de “Glenn” o Martin 167F constituia a força principal de bombardeamento e de reconhecimento longíquo ao lado do Lioré et Olivier LeO 451.

Entrou em acção durante os primeiros dias da Segunda Guerra Mundial e depois foi integrado na aviação do governo de Vichy, operou na África Ocidental francesa, na Siria e, finalmente nas Forças Francesas Livres (FFL).

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ver mais 43 bólides no Blog http://www.comoze.blogspot.com (Etiquetas "Modelismo - Le Mans")






Jaguar XJR-12
24 horas Le Mans 1991
pilotos: Davy Jones (USA)
Raul Boesel (BR)
Michel Ferté (F)

V12 - 7400 cc
750 cv
v.máx. n/a
0-100: n/a
peso 1000 kg

escala 1:43 - 11,5 cm
extras: Base técnica

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21 de Dezembro de 2009

Poeta Castrado, Não!
Ary dos Santos
Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo dromedário
fogueira de exibição
teorema corolário
poema de mão em mão
lãzudo publicitário
malabarista cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegar a poesia
quando ela nos envenena.

Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:

Da fome já não se fala
é tão vulgar que nos cansa
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?

Do frio não reza a história
a morte é branda e letal
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?

E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
Um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia!

Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo mau profeta
falso médico ladrão
prostituta proxeneta
espoleta televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

José Carlos Ary dos Santos

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20 de Dezembro de 2009






Douglas A-26 Invader 1943
Bombardeiro Ligeiro e Avião de Ataque
versão: 552nd Bombardment Squadron,
386th Bombardment Group,
9th Air Force - USA
Douglas Aircraft Company - USA

envergadura 18,69 m
comp. 14,74 m
alt. 5,36 m
9 metr. 12,7 mm +
1814 kg bombas
autonomia 1754 km
ecto 7865 m
v.máx. 546 Kmh
2-3 tripulantes
peso: 7303 kg
1º voo: 30 Junho 1943

metal/plástico 1:144 - 11x15 cm
base 15x15 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, placa técnica


O A-26 Invader, era um monoplano de asa alta, de construção inteiramente metálica e de trem de aterragem triciclo, o que oferecia um óptimo campo de visão ao piloto (mesmo sendo inferior ao do seu predecessor, o A-20) porque os motores do A-26 ficavam mais perto da fuselagem e eram mais avançados.

A estrutura da fuselagem era de semi-monobloco em liga de alumínio e dividia-se em 3 secções.
Este tipo de aparelho foi utilizado durante a Segunda Guerra Mundial na Europa e no Pacífico como avião de bombardeamento e de ataque.

As versões A-26B e A-26C foram convertidas em 1948 respectivamente em Douglas B-26B e B-26C e combateram na Guerra da Coreia e depois no Vietname em missões antiguerrilha.

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19 de Dezembro de 2009

O frango atravessou a rua... porquê?

Professora Primária - Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua.
Criança - Porque sim.
Platão - Porque queria alcançar o Bem.
Aristóteles - Porque é da natureza do frango atravessar a rua.

Descartes - O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe.
Rousseau - O frango por natureza é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva atravessar a rua.
Freud - A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua é um sintoma de insegurança sexual.
Darwin - Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de formanatural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-losdotados da capacidade de cruzar a rua.

Einstein - Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção aofrango, depende do ponto de vista... Tudo é relativo.
Martin Luther King - Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podemcruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frangosonhou.
George W. Bush - Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor do seuarsenal de armas de destruição massiça. Por isso tivemos de eliminar ofrango.
Mário Soares - Já disse ao frango para desistir de atravessar a rua! Eu é que vouatravessar! Não vou desistir porque sei que os portugueses querem queeu atravesse outra vez a rua!!!

Liberdade para os frangos. Fora com as gaiolas 2012!

Manuel Alegre - O frango é livre, é lindo, uma coisa assim... com penas! Eleatravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala adesgraça, o vento nada lhe diz!
Jerónimo de Sousa - A culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas quepretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar asua capacidade de atravessar a rua, na conquista de um mundosocialista melhor e mais justo!
Francisco Louçã - Porque é preciso dizer olhos nos olhos que só por uma questão racistao frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É umamesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!


Valentim Loureiro - Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É mentira...!!! É tudo mentira!!!
Paulo Bento - O frango atravessou a rua com naturalidade... Era isso que esperávamose foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda émuito jovem e estas coisas pagam-se caro, com naturalidade!!!
Zézé Camarinha - Porque foi ao engate! É um verdadeiro macho, viu uma franga camone dooutro lado da rua e já se sabe, não perdoou!!!"

Gentileza do amigo H.
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Kawanishi H6K4-I 1941
Hidroavião de Reconhecimento de Grande Autonomia
Kawanishi Kokuki Kogyo Kabushiki Kaisha - Japão

versão: Sasebo Kaigun Kokutai

envergadura 40 m

comp. 25,63 m
alt. 6,27 m

teto 9610 m
canhão 20 mm +
4 metr. 7,7 mm +
2 torpedos 800 kg +
1000 kg bombas
autonomia 6580 Km

9 tripulantes
1º voo 1941
v. máx. 331 Kmh
peso 17 ton

Modelo metálico

escala 1:144 - 17,5x28 cm
base 21x22 cm

extras: Diorama, pormenores pintura, base técnica

Até meados dos anos 30, o Império do Sol Nascente, comprou, ou copiou um grande número de Hidroaviões estrangeiros, essencialmente modelos de cosntrutores ocidentais.

A firma Kawanishi especializou-se na construção sob licença de diversos modelos estrangeiros, adquirindo uma experiência que lhe permitiu, a partir de 1933, criar os seus próprios Hidroaviões.

Do modelo Kawanishi H6K4-L de grande envergadura e especial posição dos seus 4 motores, foram construidos apenas 20 aparelhos desta versão, destinados aos transportes do Estado-Maior Japonês.

O aparelho comportava de ambos os lados da fuselagem 2 torres com metralhadoras Tipo 92 de 7,7 mm, equipadas com carregadores de tambor de 50 projécteis. Derivadas da famosa Lewis britânica, eram fabricadas pela empresa Nihon Seikoujo, nas suas fábricas de Suzuka, e pelo arsenal naval de Yokosuka.

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16 de Dezembro de 2009

Fumar Mata !!


Richard Polt
http://staff.xu.edu/~polt/typewriters/index.html

Impressionante colecção de quase 200 máquinas de escrever de fabricantes de todo o mundo.
Algumas antiquíssimas, de 1889 até 1993.

Visite o endereço acima e espante-se com a beleza e raridade das máquinas, a descrição técnica e até a qualidade das fotografias.


Clic nas fotos abaixo, veja uma pequena amostra destas obras de arte tecnológicas , e maravilhe-se !!

















Camiões Comerciais
escala HO 1:87 - 18 cm






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11 de Dezembro de 2009

Poema Melancólico a não sei que Mulher

Dei-te os dias, as horas e os minutos
Destes anos de vida que passaram;
Nos meus versos ficaram
Imagens que são máscaras anónimas
Do teu rosto proibido;
A fome insatisfeita que senti
Era de ti,
Fome do instinto que não foi ouvido.

Agora retrocedo, leio os versos,
Conto as desilusões no rol do coração,
Recordo o pesadelo dos desejos,
Olho o deserto humano desolado,
E pergunto porquê, por que razão
Nas dunas do teu peito o vento passa

Sem tropeçar na graça
Do mais leve sinal da minha mão...

Miguel Torga, in 'Diário VII'
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8 de Dezembro de 2009












Sd.Kfz. 250/9 1943
versão: Panzer Division “Feldhrrnhalle”
Vimperk – Checoslováquia Maio 1945

peso 5,9 ton

peça 20 mm +
metr. 7,92 mm

comp. 4,56 m
larg. 1,95 m
alt. 2,16 m
autonomia: estrada 350 km
mato 200 km
v.máx.: estrada 60 kmh
mato 20 kmh
depósito: 140 L

3 tripulantes
Blindagem máx:
aço 14,5 mm

escala 1:72 -7,5 cm

base 7x13 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, acessórios, patines, base técnica.


Veículo de Reconhecimento fiável e ágil, este semilagarta blindado foi concebido para o transporte de um esquadrão de infantaria.

Com as suas 6 t de peso, a sua velocidade através do campo superava a dos tanques ligeiros com rodas como o Sd.Kfz. 222.

Apesar de nos últimos meses de guerra não se ter dado tanta atenção às marcas tácticas ou aos emblemas divisionários como nas etapas anteriores, nalgumas unidades, como a Panzer-Division “FHH” pôs-se bastante ênfase no facto de os veÍculos terem insígnias, quer por uma questão de orgulho, quer para levantar o destroçado moral das tropas alemãs, já próximo da derrota final, e do terminus da Segunda Guerra Mundial.

Este semilagarta, corresponde a uma versão do Sd.Kfz. 250/9 montada num chassis “neu”, têm-nas nos locais habituais na frente e traseira.

Os Sd.Kfz. 250/9 enquadrados em batalhões de reconhecimento blindados (Aufklärungabteilungen) pertenciam à 1. Kompanie, daí o primeiro digito ser “1” quando eram rotulados com números tácticos.

Neste caso, o numeral “143” corresponde ao terceiro veículo da quarta secção da primeira companhia.

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Algumas das melhores frases dos piores alunos

O teste do carbono 14 permite-nos saber se antigamente alguém morreu.
Assim de momento acho que hoje em dia basta verificar se o coração parou ou se respira... quer dizer... digo eu... mas pelo sim pelo não que se faça o teste do carbono 14, se os gajos do CSI descobrem uiui

O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0
E antes foi o Pedro -1, já agora!

Em 2020 a caixa de previdência já não tem dinheiro para pagar aos reformados, graças à quantidade de velhos que não querem morrer.
São uns chatos os velhos! Se o Socras topa o "jogo" deles...

O verme conhecido como solitária é um molusco que mora no interior, mas que está muito sozinho.
"tadinho", espero que não tenha medo do escuro ou das trovoadas, não merece tanto sofrimento.

Na segunda guerra mundial toda a Europa foi vítima da barbie!
Queria dizer, decerto, barbárie! Ainda não existia os Morangos com Açucar... ai então é que seria lindo, não era a barbie que levava a melhor não!

O hipopótamo comanda o sistema digestivo e o hipotálamo é um bicho muito perigoso.
Nem sei que diga... se a protecção dos animais descobre estamos todos tramados.

A Terra vira-se nela mesma, e esse difícil movimento chama-se arrotação.
Não consigo encontrar melhor definição.

Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.
Exactamente, principalmente o Stalone.

Uma tonelada pesa pelo menos 100Kg de chumbo.
Diabos me levem...!!!

A fundação do Titanic serve para mostrar a agressividade dos ice-bergs.
Claro, nem a experiência podia ter sido feita de maneira diferente; tinha de ser usado um dos animais mais agressivos que se conhece.

Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.
Atenção, não tentem fazer isto em casa, pode ser perigoso... pelo menos complicado é! Pelo sim pelo não peçam esclarecimentos ao futuro professor catedrático de análise matemática.

A água tem uma cor inodora.
Pois... eu também gosto muito dessa cor.

O telescópio é um tubo que nos permite ver televisão de muito longe.
O tipo deve ser "espião" da vizinhança, sinceramente... já ninguém quer aderir ao MEO... anda tudo a "chular" os vizinhos. Será que com o telescópio conseguiu ver a grande penalidade fora da área?!

O sul foi posto debaixo do norte por ser mais cómodo.
Obviamente que sim. Tinha algum jeito o contrário, e aposto que foi um alentejano que teve essa brilhante ideia.

Os rios podem escolher desembocar no mar ou na montanha.
É isso! Ao nascerem podem escolher... viva a liberdade de escolha!.

Os escravos dos romanos eram fabricados em África, mas não eram de boa qualidade.
Racista... só os fabricados na China é que são bons não?!

A baleia é um peixe mamífero encontrado em abundância nos nossos rios.
Todos os dias me cruzo com baleias ao atravessar o rio, é tão gir0.

Newton foi um grande ginecologista e obstetra europeu que regulamentou a lei da gravidez e estudou os ciclos de Ogino-Knaus.
Não consigo ter palavras, nem quero pensar o que diria ele sobre a actual lei do aborto.

Ao princípio os índios eram muito atrasados mas com o tempo foram-se sifilizando.
Tal qual como quem escreveu, isto digo eu... cheia de esperança!!

A Terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados do mundo.
É questão para se perguntar... quantos planetas tem o mundo?

A Latitude é um circo que passa por o Equador, dos zero aos 90º.
Os "circos" deste são mais pequenos que o habitual, mas está bem, é uma opinião a ser estudada!!

Caudal de um rio, é quando um rio vai andando e deixa um bocadinho para trás!
É claro. Caso contrário ficava vazio depois de passar. Deve ser uma forma de o encontrarem.

Princípio de Arquimedes: qualquer corpo mergulhado na água, sai completamente molhado.
Aí não há dúvida nenhuma.

Gentileza do amigo Raul P.S.
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...nunca as palavras
fizeram tão pouca falta...


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7 de Dezembro de 2009






Imperial Speeder Bike
Star Wars

metal s/ escala 9,5 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, acessórios, lettering

Capaz de se deslocar a baixa altitude e a uma velocidade fenomenal, a Imperial Speeder Bike é uma moto de patrulha monolugar de formas estilizadas.

Esta Speeder Bike ligeira pode atingir mais de 500 km por hora.

Deve a sua manobralidade aos dois guiadores frontais, ambos munidos de dispositivos direccionais orientáveis.

Esta Bike costumava ser utilizada pelos soldados exploradores do Império Galáctico. A Imperial Speeder Bike 74-Z era um veículo concebido pela Aratech para realizar missões de reconhecimento e para o transporte rápido em zonas de combate.

Apesar da vigilância que os soldados exploradores imperiais mantinham nas florestas de Endor, um comando rebelde chefiado por Han Solo e pela princesa Leia conseguiu eliminar uma patrulha, e Han conseguiu abrir caminho até ao gerador de escudo.

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"Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está passando inútilmente."

Érico Veríssimo
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Slave I de Jango
Star Wars
metal s/ escala 8x7 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, lettering

A Slave I é protótipo modificado de uma nave de patrulha da classe Firespray-31, utilizada pelo célebre caçador de recompensas Jango Fett e pelo seu “ filho” clonado Boba Fett.


Os dois modificaram-na consideravelmente, acrescentando-lhe diversos sistemas de armamento aperfeiçoados.

Dois terços do seu espaço útil são preenchidos por propulsores Kuat e por geradores potentes, que permitem à nave atingir a velocidade sublumínica de um Y-Wing Starfighter.

Após a morte do pai na batalha de Geonosis, Boba levou a Slave I para Kuat Drive Yards a fim de ser adaptada às suas necessidades.

Por muito motífera e furtiva que seja a Slave I é uma nave arcaica.

Jango e Boba Fett contrariaram a sua antiguidade dedicando um tempo considerável a personalizar e a modernizar os seus numerosos dispositivos.

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5 de Dezembro de 2009





Renault Mégane Maxi
Tour de Corse 1996
piotos: Jean Ragnotti (F)

Gilles Thimonier (F)
1995 cc

285 cv
v.máx. n/a
0-100 n/a

escala 1:43 - 9 cm
extras: Base técnica

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“Aprendi que amadurecer dói, mas o fruto pode ser bom.”



Maria Clara Machado
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4 de Dezembro de 2009

Land Rover série III 109 Militar
fabrico 1971-1985
V8 - 3500 cc

91 cv
v.máx. n/a
0-100: n/a
escala 1:43 - 11 cm

extras: Pintura lona, base técnica

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3 de Dezembro de 2009

Cantiga dos Ais
Por Mário Viegas

http://www.youtube.com/watch?v=hW9c0xFRUuQ

“Na passada segunda-feira completaram-se 60 anos sobre a data de nascimento de Mário Viegas.

Actor, encenador, declamador de génio, deixou um vácuo que tem sido muito difícil de preencher.Soube popularizar, no sentido mais nobre da palavra, a Poesia e o Teatro recorrendo à televisão.

Nunca o seu nível de exigência baixou um milímetro, nunca compactuou com a mediocridade. Por tudo isso soube levar a várias gerações a Arte da Palavra.

Programas como o “Palavras Ditas” ou o “Palavras Vivas” seriam impossíveis de transmitir na TV de hoje, os dejectos televisivos e a boçalidade reinante certamente abafariam por completo tais realizações artísticas.

Para recordar o grande Mário proponho o visionamento desta e desta lista de reprodução com momentos altos do “Palavras Ditas”.
Podem sentar-se no sofá que os vídeos vão sendo reproduzidos em sequência.

Os leitores mais novos, bem como os que habitam do outro lado do Atlântico, terão oportunidade de conhecer vários autores portugueses declamados por um dos maiores vultos da cultura lusa do séc. XX...”

In Blog Abaixo de Cão
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Sugestão do amigo António C.
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23 de Novembro de 2009


Scania ERF

HO 1:87 - 18 cm
extras: Pormenores pintura nas carrocerias

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O marido perguntou para a mulher:
Vamos tentar uma posição diferente esta noite?
A mulher respondeu:
Boa idéia, tu lavas a louça e eu sento-me no sofá...

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Tenha sempre em mente que a sua própria resolução para ter sucesso é mais importante do que qualquer outra coisa.


Abraham Lincoln
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Tiger I - Sd.Kfz 181






Pz.Kpfw. VI Tiger I Ausf. E Sd.Kfz. 181 1943
Versão: Sch.Pz.Abt. 506
Lukanjowka - URSS
Novembro 1943

57 ton

peça 88 mm +
2 metr. 7,92 mm
comp. 8,45 m

larg. 3,70 m
alt. 2,85 m
autonomia 195 km
v.máx. estrada 45,5 kmh
mato 20 kmh
depósito: 540 L

5 tripulantes
Blindagem máx:
aço 100 mm

2 modelos iguais alterados

O segundo modelo, representa um Tiger I alemão na neve, abatido numa emboscada pelas tropas soviéticas, com vários disparos de granadas anticarro, carga oca, que perfuraram a grossa blindagem, provocando a morte de toda a tripulação no seu interior.

Um soldado soviético "com alma piedosa" colocou uma cruz de madeira num dos orifícios na torre do blindado, e fizeram a inscrição "Viva o povo soviético" no lateral.
A lagarta direita e parte do duplo rodado, foram destruidos, fragmentando-se e espalhando-se pelo terreno.
O Tiger I, ficou também atulado na alta neve, só parando ao embater num grosso tronco, que mesmo assim cedeu em parte ao impacto.

escala 1:72 -12 cm base 8x18 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, acessórios, patines, base técnica


O Tiger I é sem qualquer dúvida, o carro de combate mais famoso da Segunda Guerra Mundial.

Apesar da sua aura mística, foi fruto do improviso e da urgência, uma vez que se aproveitaram componentes desenvolvidos para anteriores projectos de carros: o chassis foi concebido para um tanque de 30 e 36 ton desenhado pela Henschel & Sohn na sua fábrica de Kassel, e o canhão e a torre desenvolvidos pela Krupp AG de Essen para o Panzer de 45 ton criado por Ferdinand Porsche.

O Tiger I com as suas lagartas largas de combate, a sua blindagem grossa e o seu canhão poderoso, transformaram-no numa verdadeira lenda, e o carro de combate mais terrífico do conflito.

Por vezes eram aplicadas como reforço de blindagem, pedaços de lagarta nas zonas mais sensíveis para protecção contra o perfurante tiro directo de armas anticarro.

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20 de Novembro de 2009


Posso ter defeitos,
viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrarum oásis no recôndito da sua alma .

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Fernando Pessoa
Gentileza da amiga Julieta
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14 de Novembro de 2009







Cant. Z.506B AIRONI 1938
Hidroavião de Reconhecimento, Bombardeamento, Torpedeamento e Salvamento
Cant - Itália
versão: 288ª Squadriglia da Regia Aeronautica Italiana Brindisi - Itália

envergadura 26,5 m
comp. 19,25 m
altura 7,40 m
1 metr. 12,7 mm + 3 metr. 7,7 mm + torpedo 800 kg ou 1200 kg bombas
autonomia 2745 km
tecto 8000 m
v.máx. 360 kmh
1º voo: 1938
5 tripulantes
Peso 8,3 ton.

Avião metálico 1:144 - 13,5 cm
base 18x18 cm
extras: Diorama, pormenores pinturas, placa técnica

Durante a década de 1930, Filippo Zappata, engenheiro-chefe dos Cantieri Riuniti dell’Adriatico (CRDA, mais conhecido pelas suas iniciais CANT) começou a estudar um Hidroavião de transporte civil.

Sabia que se construísse um aparelho de grande qualidade, conseguiria aumentar não só o prestígio da sua empresa, mas também o do Regime Fascista Italiano de Benito Mussolini.

Este aparelho teve o seu batismo de fogo durante a Guerra Civil de Espanha: a 21 de Agosto de 1938, 4 aparelhos provenientes de Itália juntaram-se na base de Pollensa (Maiorca) pilotados por tripulações da aviação nacionalista de Franco, para serem integrados no Grupo 73.

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13 de Novembro de 2009


Celulite não é defeito.
Os furinhos querem dizer:

EU SOU GOSTOSONA em braille !







Não digam mal dos pançudos !
Não é pança, não,
é pedestal para suportar o coração que é muito grande.

Gentileza do amigo Vitor Lopes
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12 de Novembro de 2009

"As mulheres de quem eu gosto"...






















“As mulheres de quem eu gosto”...
de ver nas televisões cá do Burgo !!

Fujo de ver as noticias...e de todos os canais, sem distinção.
Fiz um teste de vários dias, um para cada “noticioso” e para cada canal...
Só desgraças, catástrofes, violência., roupa suja de todos os lados !!
Todas más, não...ouvi com jubilo, que o país vai crescer em 2010;
0,000003%...maravilhoso, e que bom para todos.

Ver repórteres de rua, uns “do” haaam...haaam...haaam...entre cada três palavras, outros agressivos e provocatórios no modo de questionar, e muitos, sempre com uma cara de frete...

Tenho que confessar, que só vejo programas em que possa enriquecer os meus conhecimentos, ou entreter-me de forma inteligente.
Para desgraças, já me bastam as que eu próprio trato de arranjar !!??.

Também já estou cheio até à medula de cantiguinhas e dancinhas.
Sempre mais do mesmo.
Será que não se sabe fazer mais nada.

Não há imaginação para algo original, sem ir buscar as SOAP estrangeiras, sempre repetitivas no conteúdo, mudando a forma para o grande espectáculo de cor e luz, que embora bonito, ao fim de três ou quatro apresentações se dilui na monotonia do próprio programa e a que já poucos ligam ?
Pelo seu trabalho e presença, há caras femininas que me prendem, e muito, à “caixinha mágica”.

Quero expressar a grande admiração pelos canais com produção nacional de novelas e não só.
Não fazem muito o meu género, mas é de louvar o desenvolvimento técnico das novelas Portuguesas, que conseguem permanentemente estar nos tops de audiências.
Formam e dão trabalho, directo e indirecto a centenas dos nossos técnicos e actores, novos e séniores, o que é sempre uma forma de enriquecimento cultural.

Aqui deixo a minha modestíssima admiração (elas não precisavam !!) por tudo o que me proporcionam de bom e de alguns ensinamentos, estas figuras mediáticas femininas que diariamente me “visitam”.

Apresento-as de forma aleatória, não por ordem de admiração, essa tem algumas nuances.
Porquê?...Porque sim...e como estampo no meu ex-libris em “latinorum”: “Sit pro ratione voluntas” - A única razão é a minha vontade”...e isto é como os filhos..a gente diz que não, que não, mas há sempre qualquer coisa n’um...que ??!!...

Uma das damas, confesso, não a suportava.
Achava-a muito convencida e pretensiosa, no entanto o seu novo porte, e o que tenho visto e lido a seu respeito, levaram-me a “dar a volta ao pensamento”.

Espero continuar a ver por muito tempo estas excelentes profissionais e belos rostos, a valorizarem os nossos canais televisivos.
Penso não ter esquecido ninguém, mas estou sempre a tempo de aumentar o belo friso.

Um venerando e incondicional admirador.


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Modelos metálicos
escalas 1:60 - 1:43
extras. Pormenores pintura, base técnica

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10 de Novembro de 2009




“Comidas saudáveis me deixam doente.”




Saul Gorn
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“Houve uma mulher que me levou à bebida.
E eu nunca tive a gentileza de agradecê-la.”




W. C. Fields
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9 de Novembro de 2009


Armstrong Whitworth A.W.38 1937
Bombardeiro Nocturno
Armstrong Whitworth, sir W.G./Aircraft Ltd. - GB
versão: Bomber Command da RAF


envergadura 25,60 m
comp. 21,49 m
alt. 4,57 m
5 metr. 7,7 mm +
12 bombas 110 kg +
2 de 230 kg;
podia transportar uma
bomba de 907 kg
aut. 3900 km
tecto 7900 m
v. máx. 370 Kmh
1º voo: 1937
5 tripulantes
peso 8762 kg

avião metálico 1:144 - 16 cm
base: 20x20 cm
extras: Diorama, pormenores pintura no avião, placa técnica

Quando a Segunda Guerra Mundial começou, o Bomber Command da RAF só dispunha de 3 bombardeiros catalogados eufemísticamente como “estratégicos”.

Entre eles encontrava-se o Armstrong Whitworth Withley, que era utilizado como bombardeiro de dia, mas que rapidamente se destinou a missões de bombardeamento nocturno (pelo que era
pintado totalmente de preto na parte de baixo) substituindo os respeitáveis Vickers Virginia e Handley Page Heyford.

Manteve-se pouco tempo neste tipo de missões, passando para o Coastal Command para combater os submarinos alemães U-boots. Mais tarde cumpriu apenas missões de instrução e treino.

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8 de Novembro de 2009

Aquário Vasco da Gama

O Aquário Vasco da Gama foi inaugurado a 20 de Maio de 1898, numa cerimónia de grande impacto público, na presença da Família Real e numerosas individualidades da época.

Foi um dos primeiros aquários no mundo, sendo a sua construção ordenada pela Comissão Executiva da celebração do 4º Centenário da partida de Vasco da Gama para a viagem do descobrimento do Caminho Marítimo para a Índia.

Dando cumprimento ao programa das comemorações, esta Comissão perpetuava assim, de forma duradoura e com utilidade pública, este importante acontecimento da nossa história.

Construído de forma a ser principalmente um estabelecimento de recreio e instrução popular, o Aquário, entregue em 1901 à Marinha de Guerra Portuguesa, tem vindo a desempenhar desde sempre um notável papel de divulgação da Vida Aquática.

O principal impulsionador da construção do Aquário Vasco da Gama foi o Rei D.Carlos, um homem inteligente e dinâmico, que se notabilizou como naturalista e oceanógrafo.

D. Carlos de Bragança, Rei de Portugal entre 1889 e 1908, homem, extraordinariamente inteligente e dinâmico, dedicou-se com assinalável sucesso a um conjunto diversificado de actividades de que se destacam a Arte e alguns ramos da Ciência, tal como a Ornitologia e a Oceanografia.

Neste campo pode mesmo considerar-se como um dos pioneiros mundiais, tendo deixado uma obra de reconhecido mérito.

Influenciado pelo crescente interesse do Homem pelo estudo do mar registado no século passado, D.Carlos decidiu explorar cientificamente o nosso mar.
Assim, a 26 de Agosto de 1896 dava início à primeira de doze Campanhas Oceanográficas (1896-1907) realizadas na costa portuguesa, com o objectivo principal de estudar a Fauna Marinha.

Desde o início deu particular atenção ao estudo dos peixes, dada a enorme importância económica da indústria piscatória em Portugal.

A intensa actividade oceanográfica desenvolvida passa ainda por campos tão diversos como o estudo das correntes ou da topografia dos fundos marítimos, tendo inclusivamente chegado a reconhecer a existência de profundos vales submarinos próximo da costa, na região do Cabo Espichel.

Ao longo de doze anos de campanhas, D.Carlos foi reunindo uma colecção zoológica de incalculável valor histórico e científico que inclui animais conservados em meio líquido e naturalizados.

Constituindo um valoroso contributo para o inventário faunístico da costa portuguesa, esta colecção tem vindo a servir de base à realização de diversos estudos científicos, nomeadamente sobre peixes e crustáceos.

A Colecção Oceanográfica D.Carlos I inclui ainda instrumentos oceanográficos utilizados durante as campanhas, bem como um extenso conjunto de documentação e bibliografia referentes à actividade científica desenvolvida pelo monarca.

Após a morte de D.Carlos, a Colecção Oceanográfica foi entregue em 1910 à Liga Naval Portuguesa que a doou em 1935, através de escritura pública notarial, ao Aquário Vasco da Gama.
A Biblioteca Científica do Rei, incluindo verdadeiras preciosidades bibliográficas e constituindo um espólio de valor incalculável, foi também oferecida nessa mesma altura.

Desde então, o Museu do Aquário Vasco da Gama tem sido responsável pela conservação deste precioso legado, parcialmente em exposição permanente ao público visitante.

A parte restante da Colecção mantém-se reservada, mas disponível para a consulta a efectuar por especialistas, com vista à realização de estudos científicos.

O Museu
Para além da colecção do Rei D. Carlos, o Museu do A.V.G. possui a sua própria colecção, que tem vindo a ser permanentemente aumentada e enriquecida em espécies, especialmente no que respeita a peixes marinhos da fauna indígena e tropical, aves, mamíferos marinhos e especímenes malacológicos.

O espaço museológico distribui-se por cinco salas de exposição, cujo trajecto recomendado aos visitantes tem a seguinte orientação:
Átrio do aquário ou "Sala dos invertebrados Marinhos", onde são postos em relevo os aspectos mais significativos da obra do Rei D. Carlos no domínio da Oceanografia.
No piso superior, sobre a fachada principal do edifício, cujo acesso se faz por uma escada, encontra-se o salão nobre, construído entre 1913 e 1917 e actualmente designado por sala dos peixes.
Segue outra sala de menor dimensão, a sala dos seláceos (tubarões). Estas duas salas sofreram uma remodelação em 1989, tendo-se procedido à revisão e actualização taxonómica dos exemplares expostos.

Logo a seguir, uma pequena sala da malacologia, aberta ao público em Setembro de 1896, exibe mais de 600 espécies de exemplares da fauna malacológica das costas portuguesas.
Por último, já de construção recente, a sala das aves e dos mamíferos marinhos, inaugurada em 1980.

Nesta sala exibe-se também uma mostra malacológica da conchas exóticas das zonas do Indo-Pacífico e da costa ocidental africana.

O aquário
A exposição de exemplares vivos no Aquário Vasco da Gama caracteriza-se pela diversidade, apresentando espécies animais e vegetais pertencentes aos mais variados grupos zoológicos e botânicos, provenientes de ecossistemas de água doce, salgada e salobra, de ambos os Hemisférios.

A fauna da costa portuguesa ocupa, no entanto, o lugar de destaque: na galeria dos invertebrados que inicia a exposição de animais vivos, é dedicada aos invertebrados marinhos da nossa costa e mostra-nos, sob uma perspectiva evolutiva, a diversidade de grupos zoológicos que foram surgindo desde a origem da vida, que teve lugar no mar, até à actualidade.

À Fauna Marinha Portuguesa é ainda dedicada outra área de exposição, actualmente com trinta e sete aquários de 600 a 25 000 litros de volume.
Esta importância dedicada à fauna marinha local, é concordante com a tendência dominante na concepção dos modernos Aquários públicos europeus, já que a divulgação dos ecossistemas locais tem por objectivo a educação ambiental e o incentivo do estudo da biologia das espécies que deles fazem parte.

Parece ser este o contributo mais importante reservado aos actuais Aquários públicos, numa altura em que a exposição de animais em cativeiro, com objectivos exclusivamente lúdicos, é posta em causa.

A fauna tropical de água doce constitui, desde o início do século, outro dos atractivos do A.V.G.. A sua introdução ocorre na época em que aumentam a nível europeu as tentativas para manter e reproduzir muitas destas espécies exóticas, actualmente vulgares nos aquários domésticos.

A nossa exposição dedicada à Fauna dulçaquícola tropical inclui três grupos diferentes de aquários: um grupo destinado aos peixes de pequenas dimensões, divididos por zonas geográficas de origem; outro reservado às espécies que apresentam características morfológicas, fisiológicas ou mesmo etológicas, particularmente interessantes; e ainda um grupo de aquaterrários de grandes dimensões.

Estes últimos constituem um exemplo da forma mais moderna de expor a fauna dulçaquícola, pois representam a parte aquática do ecossistema integrada no ambiente terrestre circundante, dando assim uma imagem bastante mais real do habitat da espécie.
A fauna tropical de água salgada foi introduzida na exposição durante a história mais recente do A.V.G..
Incluem-se neste grupo as espécies de formas e cores exuberantes que habitam os recifes de coral.

A sua manutenção em boas condições tornou-se possível graças ao desenvolvimento das técnicas de aquariologia e ao aumento do conhecimento sobre os ciclos biológicos que influenciam a qualidade de água dos aquários.

Os mamíferos marinhos também estão representados por um grupo de otárias da África do Sul formado por um macho adulto, duas fêmeas adultas e duas crias de dois anos.
As crias pertencem à terceira geração de animais nascidos no A.V.G..

O Aquário Vasco da Gama cumpriu este ano 102 anos de existência, ao longo dos quais foi visitado por gerações sucessivas, de tal forma que faz hoje parte do imaginário de todos nós.
Apesar de centenária, esta instituição continua viva e dinâmica, investindo permanentemente na actualização e evolução da sua exposição, com o objectivo de a tornar cada vez mais didáctica.

Durante os últimos anos foram desenvolvidos alguns projectos de carácter marcadamente pedagógico que registaram grande sucesso junto do público.
É o caso da instalação de seis quiosques multimédia, patrocinados pela Unidade Ciência Viva do Ministério da Ciência e Tecnologia, que permitem aos visitantes a consulta interactiva de informação no âmbito da Biologia Aquática.

Salienta-se ainda a criação do site na internet (http://www.aquariovgama.pt/), que inclui um alargado bloco educacional, com muita informação útil no domínio da Biologia e Ecologia.
Este site tem um elevado número de acessos mensais, principalmente por alunos de escolas de todo o país e até do estrangeiro.

Foram introduzidos dois "touch-tank" na exposição, um deles recriando uma poça rochosa da Costa do Estoril e o outro uma praia do Estuário do Sado.
O visitante é convidado a explorar e tocar nos animais expostos nestes tanques.
Destaca-se ainda uma nova galeria destinada a divulgar temas no âmbito da Ecologia Aquática e uma nova exposição sobre a Cadeia Alimentar.

Até ao final do ano terão início um conjunto de obras de beneficiação, de que se salientam a construção de uma cafeteria e de um auditório devidamente equipado com meios audio-visuais.

Pretende-se assim reforçar o papel pedagógico assumido desde sempre pelo Aquário Vasco da Gama, oferecendo simultaneamente a possibilidade de desenvolvimento da componente lúdica.

Actualmente o Aquário Vasco da Gama é pois um centro de divulgação da Vida Aquática e de investigação.
Ao longo da sua existência, esta instituição tem vindo a sofrer várias transformações no sentido de melhorar cada vez mais a exposição dos exemplares, tornando-a cada vez mais didáctica, procurando cumprir da melhor forma possível o seu importante papel de Museu vivo de História Natural.

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“Ninguém jamais vencerá a guerra dos sexos:
há muita confraternização entre inimigos.”




Henry Kissinger
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“Que pena que os homens não poderem trocar seus problemas.
Todo mundo sabe exatamente como resolver os problemas dos outros.”

Olin Miller
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Krupp L2H143 (Kfz. 69) + PAK 35/36 L/45 1937
Versão: 2ª bataria anticarro motorizada, Pz.Jf.Abt. 39
Berlin, Janeiro 1938

Reboque:

4,6 ton
comp. 5,10 m

larg. 1,93 m
alt. 1,96 m
autonomia: estrada 330 kmh
mato 250 kmh

v.máx: estrada 50 kmh
mato 35 kmh
depósito: 150 L

2 tripulantes
carga 3450 kg
(3200 rebocados)

Peça anticarro:

450 kg
cal. 37 mm
4 operadores à peça
blid.máx aço 8 mm


escala 1:72 - 7+5 cm
base 8x17 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, patines, base técnica


Concebido no quadro do primeiro plano de normalização dos veículos do exército alemão, antes da Segunda Guerra Mundial, este camião ligeiro foi um dos veículos mais populares nas unidades destinadas às várias frentes onde se prestou serviço.
Em ambos os lados da roda sobressalente vêm-se os estribos de acesso rápido ao banco traseiro.











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5 de Novembro de 2009






“Feminino é o lado rosa de cada coisa, inclusive das azuis.”

Adriana Falcão
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“Outono é uma segunda primavera
onde cada folha é uma flor.”

Albert Camus.
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4 de Novembro de 2009



Marcel Bloch MB.210 1935
Bombardeiro Médio
Marcel Bloch, Sociétes Des Avions - França
versão: Norte África

envergadura 22,80 m

comp. 18,82 m
alt. 6,70 m
autonomia 1300 km
teto 9900 m
v.máx. 322 Kmh
5 tripulantes
peso 6400 kg
1º voo: 1935
3 metr. 7,7 mm + 1600 kg bombas

avião metálico

escala 1:144-13 cm
base 16x16 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, vernizes, placa técnica


A 3 de Setembro de 1939 a Armée de l’Áir dispunha de 238 aviões Marcel Bloch 210 integrados em 12 Grupos, mas estes aparelhos envelhecidos nunca equiparam as unidades de primeira linha e foram transferidos para o Sul de França.

Com a assinatura do armistício, a 22 de Junho de 1940, enviaram-se 99 aviões para a zona não-ocupada pelos Alemães e outros 20 partiram para o Norte de África.

O Bimotor Bloch 210 representava, a par do Potez 540 e do Amiot 143 o conceito intermédio de um bombardeiro que deveria superar as velhas concepções aeronáuticas das gerações de bombardeiros angulosos de trem fixo, e cuja produção iria abrir caminho ao futuros conceitos de aviões de asa Cantilever e de trem retráctil como os LeO453 e Amiot 351.

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3 de Novembro de 2009

A LOIRA NO ZOOLÓGICO !!!

Ao chegar perto da jaula do Leão, ela viu uma placa:
CUIDADO COM O LEÃO!

Mais à frente, outra jaula, outra placa:
CUIDADO COM O TIGRE!

Mais à frente: CUIDADO COM O URSO!

Depois chega a uma jaula que está vazia e lê:
CUIDADO: TINTA FRESCA!

Desesperada, a loira corre aos gritos:
- O TINTA FRESCA FUGIU! O TINTA FRESCA FUGIU!!!!

Gentileza do amigo Victor Lopes...e com a minha admiração pelas loiras...
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Os homens falam mesmo demais……..

MULHER DA GNR A CAVALO...

O caso foi contado numa carta de um leitor, assinada por Joel Lima, no jornal desportivo 'O Record' e retomada pelo 'Expresso' do dia 17 do mês passado.

À saída de um estádio de futebol em Lisboa, um adepto armou-se em engraçado com uma mulher-GNR a cavalo: "Eh, sabe que o seu cavalo está a espumar da boca ????"
Rápida como uma seta ela responde-lhe:
"Também você estava, se estivesse seis horas entre as minhas pernas...."

..."bom disparo" da militar...tiro e queda !!!...
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Jeep Wrangler Unlimited Rubicon
V6 - 3800 cc
202 cv
v.máx. n/a
0-100: n/a
escala 1:32 - 14 cm

extras: Pintura interiores e pormenores carroceria

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2 de Novembro de 2009

“Alguns pintores transformam o sol em mancha amarela.

Outros transformam a mancha amarela em sol.”


Pablo Picasso.




Sandcrawler
Star Wars
s/ escala 9,5x5x3 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, lettering

Os Sandcrawlers são enormes fortalezas móveis, utilizados pelos Jawas como refúgio e transporte.

Estes veículos adaptados à areia, com vários metros de altura, estão equipados com tubos de sucção magnética que lhes permitem capturar robots e sucata e guardá-los na baía de carga.
Os Jawas de Tatooine vivem, trabalham e deslocam-se nestes veículos enormes propulsionados por lagartas.

Os Sandcrawlers percorrem incansávelmente o deserto de Tatooine em busca de restos de astronaves e robots solitários.

Os enormes espaços interiores são utilizados pelos Jawas como armazém, loja e morada ambulante.

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Humor



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1 de Novembro de 2009



Barco de Pesca
madeira s/ escala - 27x8x25 cm
extras: Pormenores pintura, acessórios, lettering, vernizes

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31 de Outubro de 2009


Retrato de Mulher Triste

Vestiu-se para um baile que não há.
Sentou-se com suas últimas jóias.
E olha para o lado, imóvel.

Está vendo os salões que se acabaram,
embala-se em valsas que não dançou,
levemente sorri para um homem.
O homem que não existiu.

Se alguém lhe disser que sonha,
levantará com desdém o arco das sobrancelhas,
Pois jamais se viveu com tanta plenitude.

Mas para falar de sua vida
tem de abaixar as quase infantis pestanas,
e esperar que se apaguem duas infinitas lágrimas.

Cecília Meireles, in 'Poemas (1942-1959)


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Modelos metálicos
Escalas várias
extras: Pormenores pintura, base técnica

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27 de Outubro de 2009

Jennifer Maestre - Ecultura com lápis




Nascida em Joanesburgo, África do Sul, a artista Jennifer Maestre


http://www.youtube.com/watch?v=WncYpi3vMII

mostra as profundezas do seu fascínio com o ouriço do mar e sua textura inegável pela combinação de lápis, pregos, e elaborada costura para a sua fixação nas arriscadas e originais formas desejadas.

Ela cria uma ampla variedade de esculturas inspiradas em ouriços do mar.
Ela fez uma exposição de 1 de junho a 6 de julho no The Carnegie em Covington, Kentucky que conseguiu enorme êxito.

Jennifer Maestre detém uma longa lista de elogios e prémios pelos seus trabalhos bastante incomuns.
É licenciada pela Faculdade Welsley e detém um BFA do Massachusetts College of Art.

De acordo com Jennifer Maestre, as suas esculturas foram inspirados na forma e função do ouriço do mar.

Os espinhos do ouriço-do-mar, tão perigoso e bonito, pode servir como um aviso explícito contra o contacto.

A textura sedutora dos espinhos quase puxa ao toque, apesar das possíveis consequências.
A tensão revelada, o sentirmo-nos tentados a empurrar e puxar os espinhos, provoca ao mesmo tempo desejo e repulsa.









Jennifer Maestre

http://www.youtube.com/watch?v=WncYpi3vMII

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26 de Outubro de 2009

Motos

Modelos metálicos
escala 1:18

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24 de Outubro de 2009

Fotografia Digital

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Mini Cooper Rallye
1598 cc

115 cv
v.máx. 200 kmh
0-100: 9,5 seg.
escala 1:43 - 8,5 cm
extras: Pintura interiores, jantes e pormenores

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Mitsubishi 4x4 Rallye
cc: n/a
cv: n/a
v.máx. n/a
0-100: n/a
escala 1:43 - 9,5 cm

extras: Pintura interiores e pormenores carroceria, lettering

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23 de Outubro de 2009

Oceanário de Lisboa














http://www.youtube.com/watch?v=EhaXregxr-M

Este pavilhão, da autoria do arquitecto norte-americano Peter Chermayeff, lembra um porta-aviões e está instalado num cais rodeado de água.
É o segundo maior oceanário do Mundo e contém uma impressionante colecção de espécies — aves, mamíferos, peixes e outros habitantes marinhos.

Os habitats escolhidos, pela sua riqueza natural em termos de fauna e flora, foram os seguintes: oceano Antárctico, recife de coral do oceano Índico, costas rochosas do oceano Pacífico e costa dos Açores, no oceano Atlântico.

A principal atracção, para a maior parte dos visitantes, é o grande tanque central, onde coexistem várias espécies de peixes como tubarões, barracudas, raias, atuns e pequenos peixes tropicais.

Embora pretenda ser uma representação do oceano aberto, tem sido criticado por vários cientistas pelo facto de juntar espécies pouco relacionadas no mesmo espaço.

O mascote escolhido do Oceanário de Lisboa é o boneco Vasco (com o mote: o Vasco é boa onda!), em referência ao navegador português Vasco da Gama.

O Vasco encontra-se em dois lugares para saudar os visitantes e turistas, em frente à entrada principal e na baía em frente ao oceanário (porto do Rio Tejo).

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Oceanário de Lisboa

http://www.youtube.com/watch?v=EhaXregxr-M

Starfighter de Obi-Wan Kenobi





Starfight de Obi-Wan Kenobi
Star Wars
s/ escala 10x5 cm
extras: Pormenores pintura, fundorins, lettering

Desenvolvido por Kuat Systems, o interceptor ligeiro Delta-7 Aethersprite, ou Jedi Starfighter de Obi-Wan, foi inspirado em parte nos planos dos protótipos testados pela mestra Jedi Adi Gallia.

Este caça ultraligeiro está bem protegido contra impactos e disparos e está equipado com dois canhões laser duplos que podem descarregar rajadas de tiros temíveis.

O modelo final do Jedi Starfighter foi desvendado poucas semanas antes da Guerra dos Clones. O engenheiro do projecto, Walex Blissex, liderou uma equipa técnica que desenvolveu o caça estelar nas fábricas de Kuat Engineering Systems.

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Recordações

Cartaz publicitário da Olá do ano 1980 com os respectivos preços.

...velhos tempos...em que o gelado mais caro, os recentes para a época e célebres Cornetos custavam 25 escudos (12 cent.) e o mais barato 7 escudos e cinquenta (4 cent.) !!

Genteliza do amigo Carlos P.

Y-Wing Fighter






Fighter Y-Wing
Star Wars
s/ escala 10x5,5 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, lettering

Concebido para o combate a curta distância, o Y-Wing é um dos caças estelares mais robustos e fiáveis da galáxia.

Apesar da sua antiguidade, inpôs-se como um dos caças estelares mais poderosos da Aliança, que serviu admiravelmente durante conflitos muito importantes, como a batalha de Yavin.

O Y-Wing detém um triste record: Sendo o caça mais comum da Aliança durante a Guerra Civil Intergaláctica, esta nave do exército rebelde foi a que sofreu maior perda de efectivos.

Embora tenha sido gradualmente substituido por caças mais esguios, o Y-Wing manteve algumas funções: foi utilizado na escolta de missões diplomáticas e em patrulhas a longa distância.

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18 de Outubro de 2009

A vida é curta,
quebre regras,
perdoe rapidamente,
beije lentamente,
ame de verdade,
ria descontrolavelmente,
e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo.

E lembre-se que não há prazer sem riscos.

A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!!

Aproveite rápido, porque qualquer dia está como os nossos Superheróis...GINJA !!
e depois nem pense em viajar, porque a mala dos medicamentos vai pesar mais que a da roupa...

Fotos gentileza do amigo José Manuel S.
JJ edição












Hummel Sd.Kfz. 165
Versão: Panzer Division “Feldherrnhalle”
Budapeste - Hungria 1945

24 toneladas
peça 150 mm +
metr. 7,92 mm
comp. 8,44 m
larg. 2,97 m
alt. 2,81 m
autonomia: estrada 215 km
mato 95 km
v.máx. estrada 42 kmh

mato 25 kmh
depósito: 470 L
7 tripulantes
Blindagem máx:
aço 30 mm

escala 1:72 -9,5 cm
base 8x17,5 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, patines, base técnica.



Os Hummel operavam em segunda linha, ou seja, abriam fogo a longa distância do objectivo, pelo que só se deu atenção especial à sua camuflagem num período já avançado do conflito (quando os aliados ganharam a supremacia aérea).

O esquema deste blindado enquadrado no Pz.Art.Rgt. “FHH” da Panser Division homónima, é extremamente interessante.

Trata-se de uma variante do esquema tipo emboscada, sem salpicos no interior das manchas, que combina três tons.
A aplicação das cores parece ter sido feita na fábrica por pessoal especializado e com a ajuda de modelos.

O emblema da divisão está pintado na vigia frontal do operador de rádio e no lado esquerdo da parte traseira da casamata.
A posição das cruzes rectas (Balkenkreuzen) é a standard, uma de cada lado e outra na zona posterior.

A numeração 34 identifica este carro de combate como a quarta peça da terceira bataria.

JJ fotos

17 de Outubro de 2009

Diferença entre Amigos e Amigas

Certa noite uma mulher não voltou para casa.
No dia seguinte, ela disse ao marido que tinha dormido na casa de uma amiga.
O homem telefonou para as 10 melhores amigas da mulher.
Nenhuma sabia de nada!

Certa noite um homem não voltou para casa.
No dia seguinte, ele disse à esposa que tinha dormido na casa de um amigo.
A mulher telefonou para os 10 melhores amigos do marido.
Oito deles confirmaram que ele tinha passado a noite na casa deles, e dois disseram que ele ainda estava lá!

Gentileza do amigo Hipólito S.
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14 de Outubro de 2009

BRUTAL!!

História verídica ocorrida numa Faculdade do Porto:

Uma professora universitária acabava de dar as últimas orientações aos alunos acerca do exame que ocorreria no dia seguinte.

Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com excepção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo.

Um engraçadinho que estava sentado no fundo da sala, perguntou com aquele costumado e estúpido ar de cinismo:
- De entre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por actividade sexual ??

A classe explodiu em gargalhadas, com a professora a aguardar pacientemente que o silêncio fosse estabelecido.
Assim que isso aconteceu, ela olhou para o palhaço e respondeu:
- Isso não é um motivo justificado.

E continuou serenamente
- Como o exame será de escolha múltipla, você pode vir para a sala e escrever com a outra mão... Ou se não se puder sentar, pode responder de pé .



Mitsubishi G3M2 type 96 1936
Bombardeiro Médio
Mitsubishi Jukogyo Kabushiki Kaisha - Japão
versão: Genzan Kaigun Kokutai

env. 25 m

comp. 16,45 m
alt. 3,68 m
teto 9110 m
canhão 20 mm +

2 metr. 7,7 mm +
torpedo 800 kg +
500 kg bombas
autonomia 4380 Km

7 tripulantes
1º voo Verão 1935
v. máx. 380 Kmh

peso 4815 kg

Modelo metálico 1:144 - 11,5 cm
base 16x16 cm
extras: Diorama, pormenores pintura,

base técnica.
O G3M2 começou a sua carreira na Guerra Sino-Japonesa intervindo a partir de aérodromos situados na ilha de Taiwan.

Classificado pelos Japoneses como um bombardeiro de ataque ou como torpedeiro, ou seja, um avião que se podia utilizar em bombardeamentos horizontais ou como torpedeiro, comçou a servir no começo da Guerra do Pacífico em unidades da Marinha Imperial, mas com bases terrestres.

Ao princípio, obteve bastantes êxitos, mas foi perdendo aos poucos a sua notoriedade em proveito do bombardeiro de ataque tipo 1 Mitsubishi G4M.

Durante a Batalha de Guadalcanal, depois de sofrer muitas baixas, foi retirado da primeira linha de combate e integrado nas unidades de treino.

Como muitos bombardeiros concebidos nos anos 30, tinha duas derivas para não obstruir o ângulo de tiro da torre superior traseira.

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CARINHO DE MÃE!

verídica ? e enternecedora!

Um homem jovem estava fazendo compras no supermercado, quando notou que uma velhinha o seguia por todos os lados.

Se ele parava, ela parava e ficava olhando para ele.
No fim, já no caixa, ela atreveu-se a falar com ele, dizendo:
Espero que não o tenha feito sentir-se incomodado; mas é que você se parece muito com meu filho que faleceu tão novo...

O jovem, com um nó na garganta, respondeu que tudo estava bem, que não havia problema.
E a velhinha disse-lhe, então: - Quero pedir-lhe algo incomum...
O jovem respondeu:
- Diga-me em que posso ajudá-la.
- Queria que você me dissesse 'Adeus, Mãe', quando eu me for embora do supermercado, isso encher-me-á de felicidade...!'

O jovem, sabendo que seria um gesto que encheria o coração da velhinha, aceitou.
Então, a velhinha passou pela caixa, após ter registado as suas muitas
compras.
Aí, se voltou sorrindo e, acenando com a sua tremula mão, disse:
- Adeus, filho!
Ele, cheio de ternura, respondeu-lhe efusivamente: - Adeus, Mãe!

Ela foi-se e o homem ficou claramente satisfeito pois, com toda a certeza, havia proporcionado um pouco de alegria à tão angustiada velhinha.
Então, passou as suas compras.
- São 450,00 €; lhe disse a rapariga do caixa.
- 450 € ??? Porquê tanto, se só levo estes cinco produtos?
E a rapariga da caixa disse-lhe:
- Sim, mas a sua mãe disse que você pagaria as compras dela também.....

P.S.: Até os sacanas envelhecem! Que velhinha FDP!!!
E tu aí, quase a chorar...

Gentileza do amigo J. Costa
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13 de Outubro de 2009

Fight Dragons

Como encarnação do mal absoluto surgido dos mais recôndidos confins do inferno, Draco Magnus anuncia o Apocalipse de São João com o seu sopro de fogo. Escoltado por hordas de demónios, este monstruoso dragão vermelho ameaça devorar Jesus recém-nascio.

Apenas um enviado de Deus, o arcanjo guerreiro São Miguel, acompanhado dos seus anjos, poderá afugentar o monstro e as suas legiões infernais.

Este confronto mítico também está na origem da lenda do monte de Saint-Michel, situado na Baixa Normandia - França.




Fight Dragons
composição com 2 peças iguais
s/ escala - 17x18x10 cm
Base Ø 12 cm
extras: Revestimento granulado, pintura prata patinada, base circular




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Rafal Olbinski

Rafał Olbiński
Nascido em 1945 em Kielce, Polónia, é um artista gráfica Polaco, designer e Pintor Surrealista.

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Sith Infiltrator
Star Wars
s/ escala 6x9 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, lettering

O Sith Infiltrator era a nave pessoal de Darth Maul, o Lorde Negro de Sith. Maul utilizava esta nave de perfil longilínio para se deslocar aos lugares aonde o seu Mestre, Darth Sidious, o enviava.


Utilizando-a como base de operações móvel, Maul perseguiu a rainha Amidala até Tatooine.

Lançou então três robots-sondas Sith para que encontrassem a rainha e os seus protectores Jedi.

Sombrio e ameaçador, o Sith Infiltrator é o último modelo de uma longa lista de naves utilizadas pelos misteriosos Sith.

O Infiltrator de Darth Maul é um transporte estelar personalizado concebido por Republic Sienar Systems, uma empresa que viria a produzir toda a frota de Tie Figthers.


Os Sith tinham acesso a tecnologia experimental para realizar os seus planos maléficos.








Utilizavam esta poderosa nave estelar chamada Sith Infiltrator capaz de escapar a detecção.

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9 de Outubro de 2009














No video abaixo, momento único em que um caça F-14 Tomcat ultrapassa a Barreira do Som.
O estrondo que se ouve, é o momento exacto em que a aeronave ultrapassa os 1226 kmh - Mach 1.

http://www.youtube.com/watch?v=jZ3Hhdr8EjI

http://www.youtube.com/watch?v=CF7h3EwBPjc



Barreira do Som
Em aerodinâmica a barreira do som é a aparente barreira física que dificulta grandes objetos de atingirem velocidades supersônicas.

A expressão foi criada durante a Segunda Grande Guerra quando diversos aviões começaram a se deparar com os efeitos da compressibilidade do ar e um punhado de outros efeitos aerodinâmicos não relacionados à compressibilidade e começou a sair de uso nos anos 1950 quando aviões passaram a "quebrar" a barreira do som rotineiramente

Resumo teórico
O som, como sabemos, viaja através de ondas, usando um meio de propagação, no nosso caso o ar.


Essas ondas, chamadas ondas de pressão, desenvolvem-se da mesma maneira quando jogamos uma pedra sobre um lago.
Uma onda circular se forma no ponto em que a pedra atinge o lago e se afasta, expandindo-se a uma velocidade constante.
Se atirarmos várias pedras no mesmo ponto em intervalos regulares, formaremos ondas concêntricas.

É o que ocorre com um emissor de som, como o avião.
A velocidade de propagação dessas ondas é o que chamamos de velocidade do som, que ao nível do mar em condições de atmosfera padrão é de 1.226 km/h., e diminui com a queda da temperatura do ar. Ficou convencionado que, quando um avião se desloca com uma velocidade igual à do som, ele está voando a Mach 1.

Esta unidade é uma homenagem ao físico austríaco Ernst Mach que, pela primeira vez, mediu a velocidade de propagação do som no ar.

Quando um objeto qualquer, como um avião, se desloca na atmosfera, comprime o ar à sua volta, principalmente à frente.
Desta forma cria ondas de pressão, da mesma maneira que a pedra atirada no lago.

Quando um avião voa a uma velocidade inferior à do som, as ondas de pressão viajam mais rápido, espalhando-se para todos os lados, inclusive à frente do avião. Assim, o som vai sempre na frente.

Se o avião acelerar para uma velocidade igual a do som (Mach 1), ou seja, da velocidade de deslocamento de suas ondas de pressão, este estará comprimindo o ar à sua frente e acompanhando as ondas de pressão (o seu próprio som) com a mesma velocidade de sua propagação. Isso resulta num acúmulo de ondas no nariz do avião.

Se o avião persistir com essa velocidade exata por algum tempo, à sua frente se formaria uma verdadeira muralha de ar, pois todas as ondas formadas ainda continuariam no mesmo lugar em relação ao avião.
Esse fenômeno é conhecido como Barreira Sônica.

Se o avião continuar a acelerar, ultrapassando a velocidade do som, ele estará deixando para trás as ondas de pressão que vai produzindo.

Um avião só pode atingir velocidades supersônicas se, entre outras coisas, sua aceleração permitir uma passagem rápida pela velocidade de Mach 1, evitando a formação da Barreira Sônica.

Estrondo Sônico (Sonic Boom)
Quando o ar em fluxo supersônico é comprimido, sua pressão e densidade aumentam, formando uma onda de choque.


Em vôo supersônico (com velocidades acima de Mach 1), o avião produz inúmeras ondas de choque, sendo mais intensas as que se originam no nariz do avião, nas partes dianteira (bordo de ataque) e posterior (bordo de fuga) das asas e na parte terminal da fuselagem.

As ondas de choque geradas por um avião em vôo supersônico atingirão o solo depois da passagem do avião que as está produzindo, pois esse é mais veloz.

Um observador no solo ouvirá um forte estampido assim que as ondas de choque o alcançarem.

Esse estampido é conhecido como 'estrondo sônico', e sua intensidade depende de vários fatores, tais como dimensões do avião, forma do avião, velocidade do vôo e altitude.
Esse fenômeno pode, em certas circunstâncias, ser forte o suficiente para produzir danos materiais no solo, como quebra de vidros, rachaduras em paredes, muros e outros estragos.

Essas possibilidades limitam a operação de vôos em velocidades supersônicas sobre os continentes.
O
Concorde operava em velocidades supersônicas (Mach 2.02) sobre o mar, acelerando após deixar o continente e alcançar altitudes elevadas, minimizando os efeitos do estrondo sônico.

Quando um avião se aproxima da velocidade do som o ar passa a fluir de uma maneira diferente ao redor de suas superfícies e se torna um fluido compressível.

Além de uma série de mudanças na forma como a força de sustentação é gerada, esta mudança também produz um incremento elevado no arrasto, conhecido como onda de arrasto.

Inicialmente a onda de arrasto não era devidamente compreendida. Acreditava-se que ela crescesse exponencialmente, o que efetivamente ocorre dentro de uma pequena faixa de velocidades.

Com a força limitada que motores à explosão são capazes de gerar, os aviões não podiam superar este rápido aumento no arrasto: grandes incrementos de potência produziam pequenos incrementos de velocidade.
Aparentemente seria necessária uma quantidade infinita de força para alcançar-se velocidades supersônicas e daí surgiu a noção da barreira do som.

Membros da artilharia já haviam superado esta noção.
Começando com Ernst Mach no século XIX, eles compreendiam que após determinado ponto, o arrasto não aumentava mais.
Na verdade voltava a cair.

O desafio passou a ser como produzir o empuxo necessário.
Com a criação da asa em V que reduz o arrasto, e do motor a jato capaz de produzir a potência necessária, nos anos 1950 diversas aeronaves eram capazes de vôos supersônicos com relativa facilidade.

Chuck Yeager (então um major da Força Aérea do Estados Unidos, mais tarde um general de brigada) foi a primeira pessoa a quebrar a barreira do som em um vôo horizontal em 14 de outubro de 1947, pilotando um Bell X-1 experimental e alcançando Mach 1 a uma altitude de 15 000m (45 000 pés).

George Welch fez uma alegação plausível mas não verificada de que teria quebrado a barreira do som 14 dias antes de Yeager durante um mergulho em um F-86 Sabre. Ele também alegou ter repetido seu vôo supersônico 30 minutos antes do vôo de Yeager.

Hans Guido Mutke alegou ter quebrado a barreira do som antes de Yeager, em 9 de abril de 1945 em um Messerschmitt Me 262.
Entretanto esta alegação é desacreditada pela maioria dos especialistas e não parece ter base científica.


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7 de Outubro de 2009

Sd.Kfz. 162/1

Jagdpanzer IV L/70 1944
Sd.Kfz. 162/1

Versão: Panzer Gren. Division “Feldherrnhalle”
Budapeste - Hungria
Janeiro 1945


25,8 ton
peça 75 mm +
metr. 7,92 mm +
lança granadas
comp. 8,50 m
larg. 3,17 m
alt. 1,85 m
autonomia: estrada 200 km
mato n/a
v.máx. estrada 35 kmh
mato 15 kmh
depósito: 470 L
4 tripulantes
Blindagem máx:
aço 80 mm

escala 1:72 -12,5 cm
base 7,5x17 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, patines, base técnica

Em Dezembro de 1943 em sinal de reconhecimento pelo seu valor em combate, a 60. Panzer Gren. Division, passou a ser designada Pz.Gren.Div. “Feldherrnhalle” nome do edifício de Munique onde foi organizado o Putsh (tentativa de golpe de estado) de 1923.

Depois de ter ficado praticamente destruida pela ofensiva Soviética do Verão de 1944, a unidade foi reconstruida na Hungria e terminou o ano com a denominação Pz.Div. “Feldherrnhalle”.

Este caça-carros foi um dos primeiros exemplares equipados com o canhão comprido, coberto de Zimmerit e com o primeiro par de rodas idêntico ao resto.

Pelo facto de não possuir uma torre, foi possível instalar depósitos de combustível adicionais na parte dianteira esquerda por detrás do assento do condutor, pelo qual a posição das bocas de enchimento era diferente da do Pz. IV.


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2 de Outubro de 2009

A GRANDE LUZ

Uma tarde, numa grande cidade de um região chuvosa, avistei sete ou oito carros repletos de crianças.
Haviam sido conduzidas ao campo, pela manhã, para brincar na relva. Mas o mau tempo as obrigara a regressar prematuramente, sob a chuva.
Apesar disso elas cantavam, riam e faziam saudações travessas aos transeuntes.
Com esse tempo, melancólico, elas conservavam sua alegria.
Se uma delas se tivesse sentido triste, as canções das outras a teriam alegrado; e para os transeuntes atarefados que ouviam os risos das crianças parecia, por um instante, que o céu estava menos sombrio.
Extraído do livro "Pequenos Contos de Grande Luz" da Mãe.
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1 de Outubro de 2009




AT-RT
Star Wars
s/ escala
8x8 cm
extras: Pormenores pintura, fundos, lettering

Consciente da importância estratégica de Kashyyyk, a República enviou um imponente destacamento de clones de infantaria para este mundo verde.

Liderados pelos generais Yoda e Luminara Unduli, os soldados usavam uma armadura com camuflagem ligeiramente modificada, para melhor se confundirem com a espectacular paisagem do planeta.

O AT-RT foi utilizado em campanhas como a de Kashyyyk.

Este bípede de reconhecimento com carlinga aberta foi o percursor do transporte de reconhecimento todo-o-terreno usado durante a Guerra Civil Galáctica.

Quando Palpatine, que acabara de se proclamar chefe supremo do Império Intergaláctico, decretou a ordem 66, Yoda encontrava-se em Kashyyyk a supervisionar a batalha das forças separatistas contra um exército composto por Wookies e soldados clones a bordo de AT-RT.

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27 de Setembro de 2009

Arte e história, com luz, areia e muito talento

Kseniya Simonova

É uma artista que acaba de ganhar a versão ucraniana similar ao "America's Got Talent."

Ela usa uma enorme caixa de luz com areia, música dramática, imaginação e seu talento para interpretar a invasão alemã e a ocupação da Ucrânia durante a 2ª Guerra.

http://www.youtube.com/watch?v=vOhf3OvRXKg




Gentileza do amigo António C.
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25 de Setembro de 2009

Arte com troncos de árvores


HEATHER JANSCH

http://www.heatherjansch.com/

Impressionante a criatividade desta escultura inglesa nascida em Essex em 1948, cuja matéria prima da sua arte, são raízes de árvores mortas.

Um pormenor, mas que torna a peça quase real, é o entalhado escultural e pintura das patas dos cavalos, o que lhes dá um aspecto quase de verdade.

Desde o começo minhas paixões gémeas foram o desenho e cavalos e o meu herói era Leonardo da Vinci.
Eu sonhava em me tornar uma artista que vive em colinas arborizadas com água corrente clara na minha porta e cavalos pastando ao redor.

Odiava os limites da escola e foi uma aluna perturbadora, excepto durante as aulas de arte.
Estudei arte nos dois primeiros anos e não todos os níveis,

O meu idioma Inglês, milagrosamente que me levou a Walthamstow College.
Lá, o desenho foi considerado como o primeira disciplina e essencial.
Fiquei encantada e radiante.

Fui para o agora famoso Goldsmiths College, em Londres, onde, infelizmente, no momento, o trabalho figurativo estava fora de moda.

No final do primeiro ano fui convidada a deixar o curso.

Disseram-me que eu não tinha o material humano de que os pintores são feitos e, se tivesse sorte, eu poderia arranjar oportunidades a fazer desenho gráfico.

A minha confiança foi quebrada.

Não estava interessado em gráficos.
Eu gostava do país, da pintura e da construção de coisas de que estava rodeada.

Isso passou a ser o meu sonho, por força do destino, da generosidade dos outros, da sorte e determinação.

Fiz o meu próprio caminho, nem sempre com sabedoria e nem sempre com os melhores sucessos.

Comecei com pintura de comissões equestre e minha precisão fácilmente atinjia preços elevados.

Em última análise, no entanto eu achei sempre esta restrição da falta do curso.
Senti dolorosamente a falta de um grau.

Eu estava perdida e sem um estilo meu.
Procurei o conselho de Arthur Giadelli, um artista de renome internacional, com uma merecida fama de também ser um professor talentoso.

Ele me disse para ir e olhar para um "hedge" e desenhar o que via, mas desenhar o que fez dum espinho, um espinho.

E nunca parar de trabalhar com cavalos, mas encontrar uma maneira de torná-las minhas.

Estou eternamente em dívida com ele.

Sabia que uma exposição precoce seria imprudente, teria que esperar até que sem equívocos, encontrasse o que eu estava procurando.

Continuei com os trabalhos encomendados ao mesmo tempo que fazia trabalhos experimentais.

Então de repente ela entrou na maré.
Foi como um raio e eu estava finalmente pronta para mostrar o meu trabalho ao mundo.

CAVALOS COM TRONCOS.

O resto é história e está guardado para uma ampla exposição e que você vai ter que esperar também pela minha autobiografia.

Gentileza da amiga MJ
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Tiger II




Sd.Kfz. 182 Pz.Kpfw. VI Tiger II
Ausf. B Porsche turret 1943
Versão: s.Pz.Abt. 503/22 Panzer Regiment 21
Normandia-França
Julho 1944

69,8 toneladas
peça 88 mm +
2 metr. 7,92 mm
comp. 10,28 m
larg. 3,76 m
altura 3,09 m

autonomia 170 km
v.máx. estrada 42 kmh
mato 20 kmh
depósito: 860 L
5 tripulantes
Blindagem máx:
aço 150 mm

escala 1:72 -14 cm
base 8x17,5 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, patines, base técnica

O s.Pz.Abt. 503, atribuido ao 22 Panzer Regiment da 21 Panzer Division, entrou pela primeira vez em combate no sector da Normandia a 11 de Julho de 1944.

Dispunha de 45 carros pesados: 3 no Estado-Maior (Stab) e os restantes repartidos por três companhias (Kompanien) de 14 carros cada.

A única companhia deste batalhão equipada com Tiger II foi a Kp. Que dispôs de 12 (com torre Porsche) a que se somaram 2 Tiger I.

A peça de 88 mm denominada KWK 43 L/71 e produzida pela Krupp, tinha, além do freio de boca, dois cilindros recuperadores de gases no interior da torre que diminuiam consideravelmente o recuo.

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21 de Setembro de 2009

Pensamentos

Um ladrão de sentimentos
Rubo Medina

Ele sempre passava lá em casa para pedir resto de comida, dinheiro ou alguma roupa velha que a gente não usasse mais.

Mal balbuciava as palavras, mas pelos gestos, a gente sabia o que queria.
Apesar de não temê-lo, mantinha distância, sempre na expectativa de que algo inesperado acontecesse, coisa que agora, 75 anos depois, vejo que nunca aconteceu.
A roupa suja e o cabelo branco e desgrenhado, compunham a sua figura. Além disso, ele exalavam um mal cheiro insuportável e tinha um aspecto assustador, razão também de eu não me aproximar.

Mas, apesar disso, era um homem de bom coração.
Muito dócil, em contraste com a sua aparência temerosa e repelente.
Ninguém sabia de onde viera.
Sabíamos que morava embaixo de uma gameleira, num cômodo construído com restos de tábuas e coberto de cacos de telhas e lonas.

Convivi com ele a minha infância toda; a sua presença na nossa porta de vez em quando.
Certo dia, percebemos que fazia um bom tempo que ele não aparecia.
De imediato, não demos importância ao fato, embora sentisse que aquela rotina havia, de certa forma, sido quebrada.

Passou-se uma semana. Nada de ele aparecer.
Ficamos intrigados.
Então minha mãe resolveu ir procurá-lo.
Fui com ela.
Ao chegar onde ele morava, tivemos uma surpresa.

De dentro do casebre exalava um cheiro insuportável.
Havia moscas e insetos sobrevoando ao redor.
Arregalamos os olhos assustados, sem entender o que havia acontecido, mas mamãe, mesmo tapando o nariz, foi até a porta do casebre e puxou a lona para um lado, de maneira que vislumbramos o escuro lá dentro.

Foi então que vi mamãe se contorcendo.
Um som gutural saiu de sua garganta e seu corpo curvava freneticamente.
Corri ao seu encontro gritando, procurando ampará-la, quando vi golfadas de vômitos jorrando de sua boca.

Ouvindo a minha gritaria, uma mulher que ia passando na rua veio correndo ao nosso encontro.
Energicamente, segurou mamãe, enquanto a determinação saía quase que automaticamente de sua boca. - Vamos chamar a polícia!

Quando a viatura do INEM chegou com a polícia - homens de branco, com máscaras e lençóis para cobrir o corpo, a notícia já havia se espalhado e as pessoas estavam lá, querendo saber detalhes.

Na seqüência, Peritos entraram e reviraram o casebre, espalhando coisas por toda parte.
Pegaram um tapete velho e corroído e jogaram no quintal do casebre. Folhas de papel rabiscadas voavam livres ao vento... uma aliança de ouro rolou pelo chão.

Reconheci uma fotografia dele - pelo menos havia certa semelhança na fisionomia - amarelada, quase apagada, acompanhado de uma mulher e duas crianças.
Uma fotografia que o remetia a uma juventude perdida há muitos anos.

Como eu era uma criança em idade escolar e curiosa por todo tipo de escrita, saí correndo atrás dos papéis espalhados, lendo alguma coisa aqui e ali, sem entender muito.
Eram coisas que falavam de amor, de namorada, de família... versos... livros de autores que eu nem sabia pronunciar o nome.

Coisas pessoais que eram arremessadas, assim, sem cerimônia, fora do cômodo.
Na época, não entendi muito bem o ocorrido e nem havia em meu coração de criança sentimentos maduros para isso.

Hoje, muitos anos depois, sei que aquele homem era um poeta.
Amara, sofrera... Deve ter tido os seus momentos de solidão, de alegria, de felicidade.
Como qualquer um de nós.
Os rabiscos em sua casa, no chão, sobre o caixote de madeira que servia de criado e espalhados por toda parte... livros, tudo, tudo denunciava que fora uma pessoa que tivera uma boa educação, que lera bons livros.

Naquele instante percebi porque não gostava que a criançada se aproximasse da casa, quando passávamos para ir jogar pelada.
Ali ele guardava, como se fosse um tesouro, todo o histórico de sua vida: as alegrias, as tristezas e as fantasias de um coração que sonhava.

Guardava todos os sentimentos que habitam um coração e talvez tivesse medo de que algum ladrão os pudesse roubar.

Rubo Medina
In Planeta Literatura


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Moto Guzzi


Modelo metálico transformado
escala 1:18

JJ fotos

Motos


Modelos metálicos
escala 1:18

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17 de Setembro de 2009

Garoto Feliz



Veja o rosto de um garoto feliz.
Ele começa o dia com um sorriso !











Não reclame !

Disfrute do que você tem,
e dê muitas graças ao seu Deus !


Gentileza do Amigo Fernando N.
Modelos metálicos
escala 1:60
extras: Pormenores pintura
base técnica
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15 de Setembro de 2009

O que eu gosto mais,
no teu silêncio.
É quando os teus lábios sensuais, estão a uma pequena palavra,
da minha boca...

in Humanrace
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Boeing B-17C Flying Fortress 1935
Bombardeiro Pesado
versão: 14th Bombardment Group - USA
Boeing - USA

envergadura 31,62 m

comp. 20,69 m
altura 4,70 m
4 metr. 12,7 mm + 4 metr. 7,62 mm +
2177 kg bombas
autonomia 5470 km

tecto 11.278 m
v.máx. 520 Kmh
6-10 tripulantes

peso 13,2 ton
1º voo: 28 Julho 1935

metal/plástico 1:144 - 14,7 cm
base 20x20 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, placa técnica


Tudo começou depois do ataque à base naval americana de Pearl Harbor pela aviação da Marinha Imperial Japonesa.

Derivado do Boeing B-17B , do qual se diferenciava pelo armamento, motores mais potentes e outros aspectos menores o Boeing B-17C Flying Fortress, efectuou as suas primeiras missões de guerra nas Filipinas quando o Japão começou a atacar as bases americanas situadas no arquipélago.

Desta versão só se construiram 38 unidades, e 20 foram enviadas à RAF sob a denominação Fortress I.

Protecção antigelo
Os bordos de ataquie das asas, os dois lemes de profundidade e a deriva, tinham a cobri-los uma protecção de borracha perfurada, por onde circulava ar quente; assim se eliminavam os grandes riscos de formação de gelo em altas altitudes.

JJ fotos

14 de Setembro de 2009

Fotografia, Desenho e Imaginação