com o zé 2

Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

18 de outubro de 2012

Segunda Guerra Mundial 1939-1945

Segunda Guerra Mundial 1939-1945

Horas de vários documentos em video sobre este conflito que devastou a Europa e Norte de África durante sete longos anos.


Mortos:
Soldados 25 160 000
Civis 41 690 200
Judeus 5 754 400

Total de mortos nos sete anos de guerra 72 604 600 que equivale a:
10 372 085 ano; 864 340 mês; 288 114 dia; 12 005 hora; 200 minuto; 3,3 segundo.


Perguntaram certo dia ao Matemático, Filósofo e Pacifista do País de Gales, Bertrand Russel, como imaginava seria a Terceira Guerra Mundial.
Ele respondeu: - A terceira não sei, mas a quarta tenho a certeza que será com pedras e com paus!!!

Segunda Guerra Mundial
ou II Guerra Mundial foi um conflito militar global que durou de 1939 a 1945, envolvendo a maioria das nações do mundo -incluindo todas as grandes potências -organizadas em duas alianças militares opostas: os Aliados e o Eixo.
Foi a guerra mais abrangente da história, com mais de 100 milhões de militares mobilizados.
Em estado de "guerra total", os principais envolvidos dedicaram toda sua capacidade econômica, industrial e científica a serviço dos esforços de guerra, deixando de lado a distinção entre recursos civis e militares.
Marcado por um número significante de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, com mais de setenta milhões de mortos.

Geralmente considera-se o ponto inicial da guerra como sendo a invasão da Polônia pela Alemanha Nazista em 1 de setembro de 1939 e subsequentes declarações de guerra contra a Alemanha pela França e pela maioria dos países do Império Britânico e do Commonwealth. Alguns países já estavam em guerra nesta época, como Etiópia e Reino de Itália na Segunda Guerra Ítalo-Etíope e China e Japão na Segunda Guerra Sino-Japonesa.

Muitos dos que não se envolveram inicialmente acabaram aderindo ao conflito em resposta a eventos como a invasão da União Soviética pelos alemães e os ataques japoneses contra as forças dos Estados Unidos no Pacífico em Pearl Harbor e em colônias ultramarítimas britânicas, que resultou em declarações de guerra contra o Japão pelos EUA, Países Baixos e o Commonwealth Britânico.
A guerra terminou com a vitória dos Aliados em 1945, alterando significativamente o alinhamento político e a estrutura social mundial.
Enquanto a Organização das Nações Unidas era estabelecida para estimular a cooperação global e evitar futuros conflitos, a União Soviética e os Estados Unidos emergiam como superpotências rivais, preparando o terreno para uma Guerra Fria que se estenderia pelos próximos quarenta e seis anos.
Nesse interim, a aceitação do princípio de autodeterminação acelerou movimentos de descolonização na Ásia e na África, enquanto a Europa ocidental dava início a um movimento de recuperação econômica e integração política. (...) Wikipedia


Mortes durante a II Guerra Mundial, por países
País
População em 1939
Soldados
Civis
Judeus
Total de mortos
% sobre a população
10.160.000
11.900
 
 
11.900
0.12%
1.073.000
28.000
 
200
28.200
2,63%
69.623.000
5.533.000
1.810.000
160.000
7.503.000
10,77%
6.998.000
39.400
700
 
40.100
0,57%
6.653.000
 
40.000
65.000
105.500
1,59%
8.387.000
12.100
49.600
24.400
86.100
1,02%
16.119.000
22.000
250.000
 
272.000
1,16%
40.289.000
1.000
1.000
 
2.000
0,00%
6.458.000
22.000
3.000
 
25.000
0,38%
11.267.000
45.300
 
 
45.300
0,40%
517.568.000
3.800.000
16.200.000
 
20.000.000
3,86%
23.400.000
 
60.000
 
60.000
0,26%
4.235.000
 
100
 
100
0,00%
15.300.000
25.000
43.000
277.000
345.000
2,25%
3.795.000
2.100
1.000
100
3.200
0,08%
25.637.000
4.500
 
 
4.500
0,02%
131.028.000
416.800
1.700
 
418.500
0,32%
1.134.000
 
40.000
1.000
41.000
3,62%
17.700.000
5.000
95.000
 
100.000
0,6%
16.000.000
57.000
90.000
 
147.000
0,92%
3.700.000
95.000
2.000
 
97.000
2,62%
4.170.000
212.000
267.000
83.000
562.000
1,35%
7.222.000
20.000
220.000
71.300
311.300
4,31%
9.129.000
300.000
80.000
200.000
580.000
6,35%
1.900.000
 
57.000
 
57.000
3,00%
378.000.000
87.000
1.500.000
 
1.587.000
0,42%
24.600.000
 
1.000.000
 
1.000.000
4,07%
69.435.000
 
4.000.000
 
4.000.000
5,76%
14.340.000
200
 
 
200
0,00%
3.698.000
1.000
 
 
1.000
0,03%
2.960.000
 
200
 
200
0,00%
119.000
 
200
 
200
0,17%
44.394.000
301.400
145.100
8.000
454.500
1,02%
15.400.000
446.000
514.000
67.000
1.027.000
6,67%
71.380.000
2.100.000
580.000
 
2.680.000
3,75%
1.995.000
 
147.000
80.000
227.000
11,38%
2.575.000
 
212.000
141.000
353.000
13,71%
295.000
 
1.300
700
2.000
0,68%
4.391.000
 
100.000
 
100.000
2,28%
269.000
 
1.500
 
1.500
0,56%
19.320.000
85
23
 
108
0.00%
819.000
300
 
 
300
0.04%
1.629.000
11.900
 
 
11.900
0,67%
2.945.000
3.000
5.800
700
9.500
0,32%
8.729.000
7.900
88.900
106.000
202.800
2,32%
34.849.000
160.000
2.440.000
3.000.000
5.600.000
16,07%
47.760.000
382.600
67.800
 
450.400
0,94%
1.993.4000
300.000
64.000
469.000
833.000
4,22%
728.000
 
50.000
 
50.000
6,87%
6.341.000
 
200
 
200
0,00%
4.210.000
 
100
 
100
0,00%
1.502.3000
5.600
300
 
5.900
0,04%
300.000
1.000
100
 
1100
0,37%
500.000
 
55.000
 
55.000
11,00%
168.500.000
10.700.000
11.400.000
1.000.000
23.100.000
13,71%
Total
1 961 913 000
25 160 000
41 690 200
5 754 400
59 604 600
 
Wikepedia - Google
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17 de outubro de 2012



Uma mulher de verdade não precisa de asas, nem combustível.
Para chegar onde quer, ela sobe alto, caminha longe.
Vai ao lugar mais impossível
Não vai amanhã, ela vai hoje.

Uma mulher de verdade não precisa de roupas belas
Não usa máscaras para fingir o que não é e agradar
Ela encanta pela sua essência, sorriso e olhar.
Ela chama atenção porque ela é dela!

Uma mulher de verdade se junta para compartilhar.
Não se anula, não sufoca, não duvida.
Ela sabe amar, doar.
Sabe viver a sua vida.

Uma mulher de verdade se conhece e se permite
Ela ousa, arrisca, ama e se apaixona sem limite
Fala de amor com seu amado
Mostra seus desejos ao eleito de seu lado.

Uma mulher de verdade é uma mulher comum
Ela confia na sua intuição e a segue.
É uma sacerdotisa da lua e
celebra as pequenas coisas de uma forma incomum.

Ela cozinha, fala com os animais e molha suas plantas.
Põe a mão de seu amado entre as suas
E mostra a ele suas curvas e ancas
Mostra seu inferno, o paraíso e todas suas ruas.

Uma mulher de verdade se refaz todo dia.
Embora se refugie dentro de sua boca comprimidos,
o silêncio, seco, sexo, saliva e sofrimento de Maria
Ela renasce Deusa num mundo de reprimidos... todo dia!

Carolina Salcides
 
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16 de outubro de 2012

Velhas fotos a cores em românticas impressoras...
 
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Leader F1 1993
Michel Vaillant, album “O Senhor do Mundo”
Grande Prémio de Mónaco
piloto: Steve Warson
 
motor V10-3483,5 cc - 740 cv - v.máx. 330 kmh - 0-100: n/a - peso 500 kg.
 
Para acabar com a Vaillante
Nos álbuns de aventuras de Michel Vaillant existem outros automóveis para lá dos Vaillante que também são criações de Jean Graton.
Das marcas que animam as páginas a mais frequente é a Leader. Formidável, rápido e escondendo várias surpresas técnica, este carro é um Leader até ao mais pequeno recanto dos depósitos de gasolina!
Este Leader tem uma frente agressiva e os depósitos de gasolina montados nos pontões laterais como se fossem mísseis prontos a disparar contra os concorrentes! Estes apêndices de “ficção científica” tornam o caro mais credível no mundo dos engenheiros da Fómula 1?
Uma coisa é certa: este Leader fez sensação nessa temporada em que, como indica o autor, as maiores equipas – entre as quais a Vaillante – inscreveram os mesmos modelos da época anterior apenas com ligeiras alterações.

Na verdade de que temporada se trata?
Como é habitual, esta questão não tem grande pertinência nas aventuras de Michel Vaillant porque, embora Jean Graton seja extremamente fiel na descrição dos automóveis, o seu universo é paralelo ao da realidade e nunca se cruza com ele.
Assim, o desenhador inspira-se na realidade mas não na cópia.
Digamos que estamos no início da década de 1990, numa época em que os principais pilotos eram Alain Prost ou Ayrton Senna e em que a geração em ascensão se fazia representar por Michel Schumacher ou Jean Alesi.
Por agora desvendemos o suspense e centremo-nos num dos pontos-chave do álbum: o Leader tem uma supremacia absoluta mas será desclassificado por não obedecer ao regulamento.
O regulamento técnico da F1 desse tempo estabelecia literalmente: “O depósito de combustível tem obrigatoriamente que ficar instalado entre o habitáculo (costas do piloto) e o motor.
Os depósitos laterais que envolvem o cockpit são proibidos”. Então quer dizer que na Leader ninguém sabe ler? O mais provável é que o gosto por enganar lhes esteja no sangue.
Aliás, no final do álbum é um Steve Warson desiludido que explica: “O processo era astucioso, mas um pouco grande.
Foi uma ideia da Ruth que eu nunca pude aceitar”.

 
O Leader: nascido para enganar
A década de 1990 já corresponde ao período moderno da Fórmula 1: desde 1986 que os motores com turbo estão proibidos e os atmosféricos devem ter uma cilindrada máxima de 3500 cc.
Os famosos motores turbo estreados pela Renault foram reis mas acabaram por ceder o seu poder.
A Renault esteve sempre na frente no início da década mas apenas como fornecedora de motores.
As equipas mais destacadas eram a Williams-Renault, McLaren-Honda, Ferrari e Benetton-Ford.
A tecnologia dos automóveis variava: V10 ou V12, chassis de carbono ou mais clássico de tubos, ao passo que eletrónica se tornou cada vez mais presente à medida que as temporadas se iam sucedendo.
O Leader é um cocktail de todas estas tecnologias, resultado do misterioso Know-how da marca...e da sua tendência visceral para o engano.
Seja como for, e perante a sua supremacia, podemos pensar que mesmo sem esta artimanha os Leader estariam sempre na linha da frente.
Partamos pois por um chassis de tubos de liga especial “Leader”, simultaneamente rígido e tão leve como o carbono.

O motor é sem dúvida um V10 com válvulas pneumáticas, potente e leve, e tudo isto resulta num Fórmula 1 peso-pluma de 500 kg, mais leve do que o McLaren ou o Williams.
Por último, a aerodinâmica foi muito cuidada, com um aileron traseiro suportado por uma deriva central suplementar, ao passo que a frente também é muito elaborada. Alguns elementos conferem ao Leader, mais ainda do que aos seus concorrentes, o aspecto de um inseto pronto a descolar...rumo à vitória! Não conseguirá atingir o objetivo mas quase que gostaríamos de o ter visto abanar a hierarquia; com um piloto simpático, bem entendido!

JJ fotos
Altaya
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