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Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

13 de fevereiro de 2012

NATO Tiger Meet 1-3












NATO Tigers - Hard to be Humble

www.esq301jaguares.net/tigermeet/tigermeet.htm

O "NATO Tiger Meet" é um encontro anual que tem como fim o objectivo de partilhar conhecimentos e melhorar as áreas operacionais das Esquadras participantes. Somente os membros do clube "NATO Tigers" estão autorizados a participar nestes eventos. Outra função destes encontros é a de criar um espírito de corpo entre as Esquadras da comunidade "Tiger".
O primeiro "Tiger Meet" remonta à data de 1961, altura em que na Base de Woodbrigde se reuniram pela primeira vez três Esquadras Tigre. Desde então este evento tem atraído e reunido do melhor que existe no teatro de operações da NATO, no que diz respeito a tripulações e aeronaves, sendo provavelmente o exercício em que maior número de Esquadras opera simultaneamente a partir da mesma unidade base.
Actualmente o "Tiger Meet" estabeleceu uma tradição, criou raízes profundas, cimentou a amizade e união de vários países e tornou-se um dos eventos mais importantes para as Forças Aéreas participantes.

Durante um "Tiger Meet" várias Esquadras com diversas aeronaves voam em conjunto, num ambiente diferente, com carreiras de tiro não habituais, tendo como pano de fundo um cenário de conflito, com o objectivo de desenvolver a capacidade de operar em conjunto, contribuindo assim para o reforçar da política de dissuasão da NATO.
Apesar do entusiasmo que o caracteriza, a organização de um "NATO Tiger Meet" exige à Esquadra anfitriã grande esforço e dedicação e enormes capacidades profissionais para que os objectivos sejam alcançados visto que, ainda assim, a missão principal continua a ter de ser cumprida. É que, para além das dificuldades de interligação operacional das diferentes aeronaves, é desenvolvida em paralelo uma actividade social, já característica destes encontros, englobando não só os jogos "Tiger" como também as habituais confraternizações.

in www.esq301jaguares.net/tigermeet/tigermeet.htm

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Portuguesas Maravilha






Maria João Abreu
Nasce a 14 Abril 1964 é uma actriz portuguesa.
Estreou-se como acrtiz profissional em 1983, no musical Annie de Thomas Meehan, dirigida por Armando Cortez no Teatro Maria Matos. Seguiram-se vários espectáculos de revista no Parque Mayer, até participar, na Casa da Comédia, em O Último dos Marialvas de Neil Simon, peça que a reconhece como actriz de comédia.
Depois de várias revistas no Teatro Maria Matos, passa pelo Teatro Aberto, colaborando com João Lourenço (As Presidentes, de Werner Schawb) e José Carretas (Coelho Coelho, de Celine Serreau) no Teatro Aberto. Participa ainda em Bolero, um espectáculo de Manuel Cintra e José Carretas para o CCB.
Em 1998 funda, com José Raposo, a produtora Toca dos Raposos, que empresariou sucessos como a revista Ó Troilaré, Ó Troilará ou o musical Mulheres ao Poder, uma adaptação de Lisíastra de Aristófanes.
Em 2004 co-protagonizou A Rainha do Ferro Velho de Garson Kanin, encenado por Filipe La Féria no Teatro Politeama.
Televisão
Este mês estão a decorrer as negociações para a participação da actriz na nova novela da SIC, com o nome provisório de Beijo à Chuva, da autoria de Patrícia Muller.
O elenco já tem vários actrizes confirmadas: Anabela Teixeira, Andreia Dinis, Helena Laureano, Inês Castel-Branco, Lídia Franco, Maria Emília Correia, Maya Booth, Oceana Basílio, Rosa do Canto, Sandra Barata Belo e Sara Salgado.
Quanto aos actores estão já confirmados: André Nunes, Júlio César, Manuel Cavaco, Nuno Janeiro, Rogério Samora, Rui Porto Nunes, Sinde Filipe, e a última surpresa, o actor português mais internacionalizado de sempre: Joaquim de Almeida!

Após as negociações, Maria João Abreu não integrará o elenco principal de Rosa Fogo(nome seguro da antiga Beijo à Chuva) apenas com uma participação especial.
· Vidas de Sal .... Celeste
· Médico de Família .... Lucinda
· O Fura-Vidas .... Graciete
· Jardins Proibidos .... Anabela Morais
· A Senhora das Águas .... Maria dos Prazeres
· Bons Vizinhos .... Guida Santos
· Aqui Não Há Quem Viva .... Dulce
· Casos da Vida .... Patrícia
· Morangos Com Açúcar .... Marília Ferreira
· A Minha Família .... Luísa
· Feitiço de Amor .... Sofia Reis
· Ele é Ela .... Lara Nobre
· Conta-me Como Foi .... Clara
· Sentimentos .... Julieta Dias
· Espírito Indomável .... Glória Duarte
· A Família Mata .... Mónica
· Remédio Santo .... Cândida Ferreira
· A minha Casa

No cinema participou nos filmes A Falha de João Mário Grilo (2001), António Um Rapaz de Lisboa de Jorge Silva Melo (1999) e Telefona-me de Frederico Corado (2000), sendo Lá Fora, de Fernando Lopes (2004), a sua mais recente participação.
Maria João Abreu tem dois filhos do conhecido actor, José Raposo, o mais novo, Ricardo Raposo e o mais velho, Miguel Raposo.
Participou como madrinha de um dos casais do reality-show Casamento de Sonho

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10 de fevereiro de 2012

O avô conta ao seu neto João as grandes mudanças que aconteceram na sociedade, desde a sua juventude até agora...
«Sabes, João, quando eu era pequeno, a minha mãe dava-me dez escudos (o,o5 €), e com isso mandava-me à mercearia da esquina.
Então eu voltava com um pacote de manteiga, dois litros de leite, um saco de batatas, um queijo, um pacote de açúcar, um pão e uma dúzia de ovos..!"
E o João respondeu-lhe:
«Mas avô, na tua época não havia câmaras de vigilância?»
Gentileza do amigo Zé Manel S.

9 de fevereiro de 2012

Gosto da noite imensa,
triste, preta, como esta estranha borboleta
Que eu sinto sempre a voltejar em mim!...
Florbela Espanca
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Mirage 2000C 1982 - França







Mirage 2000C 1982
Monolugar de Caça
Marcel Dassault General Aeronáutique - França
versão: Armée de l’Áir - França

env. 9,13 m - comp. 14,36 m - alt. 5,20 m - autonomia 3335 km - teto 17060 m - v.máx. Mach 2,2 - 2530 Kmh - 1 tripulante - peso bruto e ao descolar 7,5 - 13,8 ton - 1º voo: 20 Novembro 1982
- 2 canhões 30 mm + 9 pontos fixação exterior para carga ofensiva 6,3 ton + 2 depósitos extras nas asas.
metal, escala 1:72-20,5 cm base 6x9 cm - extras: Pormenores pintura, base técnica


O último da série.
Depois do fracasso do projecto franco-britânico de aparelho de geometria variável, em meados dos anos 70, a sociedade Dassault começou a trabalhar em novos conceitos com origem no Mirage G, em protótipo de geometria variável.
Em 1972 a Armée de l’Air francesa lançou o programa ACF (Aviação de Combate Futuro) e a Dassault propôs o seu birreator Super Mirage.
No entanto, o custo excessivo do projeto levou à sua anulação em finais de 1975. Nessa altura a Dassault já se encontrava a estudar alternativas menos sofisticadas e mais baratas, entre as quais o “Delta 2000” um projeto aprovado pela Armée de l’Air em finais de 1975.
O Mirage 2000 era um avião de asa delta de implantação baixa. O bordo de ataque das asas, equipado com slats móveis, apresentava em ângulo de 59º.
Cada bordo de fuga tinha dois flaps a ocupá-lo em todo o seu comprimento.
Cockpit: Os comandos electrónicos possibilitavam uma pilotagem muito precisa, estável e cómoda do avião.
O sistema de comandos HOTAS (Hands on Throttle-And-Stick) facilitava ao piloto o acesso às funções essenciais do cockpit sem largar a mini-manche e a manette do gás.
O banco ejetável era um Martin Baker MK10, fabricado sob licença.
O cockpit era relativamente pequeno e oferecia um bom campo visual, menos para trás.
Na versão C o painel de instrumentos dispunha de um ecrân de tipo HUD (modelom VE-130) que fornecia os dados de controlo de voo, de navegação, de deteção de alvos e de gestão do armamento.
O Mirage 2000 esteve envolvido na primeira Guerra do Golfo (1990-1991), na Bósnia, Kosovo, Afeganistão, e mais recentemente na Líbia.
Fora da França (315) este caça monolugar foi adotado por outros países como India (59), Taiwan (60), Emiratos Árabes Unidos (68), Grécia (65), Egito (20), Qatar (12), Peru (12) e Brasil (12).

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A beleza de um corpo nu só a sentem as raças vestidas.
O pudor vale sobretudo para a sensibilidade como o obstáculo para a energia.
Fernando Pessoa
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8 de fevereiro de 2012

Escultura Metálica - James Corbett







James Corbett
Escultura metálica com peças de automóveis antigos dos anos 50 e 60.
Original, engenhoso e que trabalhão !! mas o resultado não poderia ser melhor...e mais uma vez: "se isto não é arte, quem perde é a arte"
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M12 155 mm GMC 1944 - USA







M12 155 mm GMC 1944
versão: 991st Field Artillery Battalion - USA
Saint-Lô - França 1944

25,9 ton - peça 155 mm + metr. 12,7 mm - comp. 6,70 m - larg. 2,70 m - alt. 3,70 m - autonomia estrada 250 km, mato 180 km - v.máx.: estrada 40 kmh, mato 20 kmh - 6 tripulantes - depósito: 760 L - blindagem máx. 10-50 mm
metal, escala 1:72 - 10 cm - base 8x17 cm extras: Diorama, paisagem, pormenores de pintura.

Um canhão da Primeira Grande Guerra reconvertido em canhão automotor.
O M12 era uma das peças automotoras montadas sobre o chassis de um veículo blindado empregue pelo exército americano durante a Segunda Guerra Mundial.
O M12 GMC era composto por uma peça pesada 1918M1 de 155 mm, instalada no chassis do carro de combate médio M3, apelidado de General Lee pelos britânicos.
Pouco depois do início da guerra, o exército americano pôde verificar - seguindo o exemplo do concelho alemão de Blitzkrieg (guerra relâmpago) - o interesse de dispor de uma artilharia autopropulsada capaz de seguir a progressão rápida das unidades blindadas em terrenos muito variados.
Esta peça que entrou ao serviço no exército americano em 1944, participou principalmente na libertação da França e na conquista da Alemanha.
Este M12 pertencia ao 991st Grupo de Artilharia de Campanha, durante os combates que se desenrolaram em Saint-LÕ em Julho de 1944.
Sobre os painéis laterais, o número tático do veículo foi pintado a branco tal como um escudo de armas - sem dúvida o da unidade - e o nome do engenho: Corregidor. Trata-se de uma evocação da ilha fílipina que passou para o domínio americano depois da queda do império colonial espanhol.

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Se você já construiu castelos no ar, não tenha vergonha deles.
Estão onde devem estar. Agora, dê-lhes alicerces.
Henry David Thoreau
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Portuguesas Maravilha

Ana Mesquita





7 de fevereiro de 2012

A eternidade é longa ...... sobretudo lá para o fim.
Woody Allen
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