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Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

16 de outubro de 2012

Portuguesas Maravilha


Júlia Pinheiro
 
Nasce em Cabeças do Pinheiro, 6 de Outubro de 1962, é uma apresentadora de televisão portuguesa.

Biografia
Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, pela Universidade Nova de Lisboa, e tirou uma pós-graduação em Comunicação Social, na Universidade Católica Portuguesa.
Estreou-se na televisão em 1981, como uma das apresentadoras de Estamos Nessa, na RTP.
Em 1984 chegou à Rádio Renascença, onde permaeceu até 1992.
Depois foi para a SIC e apresentou Praça Pública,Cantigas do Maldizer, Só Para Inteligentes, SIC 10 Horas, Noite da Má Lingua, Filhos da Nação, Mr World, SIC 11 Horas, Noites Marcianas e Às Duas por Três. Voltou à RTP onde apresentou O Elo Mais Fraco,Gregos e Troianos e O Jogo da Espera.
De seguida mudou-se para a TVI, onde exerceu as funções de subdirectora de Programação, estação onde apresentou um sem número de talk-shows e reality-shows, nomedamente A Grande Oportunidade, Eu Confesso Quinta das Celebridades, Primeira Companhia, Circo das Celebridades, Canta Por Mim, O Meu Odioso e Inacreditável Noivo, Pedro, o Milionário,Cantando e Dançando Por Um Casamento de Sonho, As Tardes da Júlia, Uma Canção Para Ti, Depois da Vida, Quem é o Melhor?, Factos em Directo e Secret Story - A Casa dos Segredos.
Júlia Pinheiro foi vencedora do Troféu TV 7 dias como a melhor apresentadora de 2009. O programa "As Tardes da Júlia" recebeu uma nomeação para o melhor talk - show.

Em Janeiro de 2011 voltou para a SIC onde assumiu o cargo de Directora de Formatação de Conteúdos, e actualmente está a apresentar um programa diário chamado Querida Júlia em simultaneo com a versão portuguesa do The Biggest Loser, o Peso Pesado.
Júlia Pinheiro lecciona o curso de pós-graduação em Televisão da Universidade Autónoma de Lisboa.
Em Abril de 2009, lançou o seu primeiro romance, Não sei nada sobre o amor.
Em 2011, Júlia Pinheiro recebeu a nomeação para melhor apresentadora do ano 2010 e outra para o seu talk-show "As Tardes da Júlia".
Em 2012 volta novamente a ser nomeada na categoria de MELHOR APRESENTADORA 2011 pelos prémios TV 7 Dias.

É casada com Rui Pêgo, mãe de três filhos, sendo um deles Rui Maria Pêgo (apresentador do programa Curto-Circuito no canal de televisão por cabo SIC Radical), e gostava de ter sido arqueóloga. Reside com a família em Lisboa.

 Carreira
Televisão
RTP 1981 - Estamos Nessa 2002 - O Jogo da Espera 2002 - Gregos e Troianos 2002 - O Elo Mais Fraco 2002 - Melhor é Impossível

 SIC 1992 - 1994 - Praça Pública 1994 - 1997 - Noite da Má Língua 1995 - Só Para Inteligentes 1997 - Filhos da Nação 1997 - 1998 - SOS SIC 1998 - Mr World 1999 - Cantigas do Maldizer 1999 - 2001 - SIC 11 Horas (posteriormente SIC 10 Horas) 2001 - Noites Marcianas 2002 - Às Duas Por Três 2011 - Actualidade - Querida Júlia 2011 - Peso Pesado

Galas e Especiais
1996/2001 e 2011/2012 - Entrega de prémios nos Globos de Ouro 2000 - Participação especial, no papel de Alzira, na série Uma Aventura no episódio Uma Aventura em Lisboa 2001 - Participação no telefilme da SIC Filmes O Segredo 2001 - Participação especial, na série O Espírito da Lei no episódio Prova de Amizade 2001 - As Mais Belas Canções de Natal 2001 - Participação especial na série O Último Natal 2011 - Casamento Real - William e Kate de Inglaterra 2011 - SIC 19 Anos - Parabéns a Você 2012 - Especial SIC 20 Anos
 

TVI 2003 - Eu Confesso 2003 - Rosa Choque 2003 - A Grande Oportunidade 2003 - 2004 - Diário da Manhã 2004/2005 - Quinta das Celebridades 2005 - Primeira Companhia 2006 - Circo das Celebridades 2006 - Meu Odioso e Inacreditável Noivo 2006 - Pedro, o Milionário 2006 - Canta Por Mim 2006 - 2007 - Doutor Preciso de Ajuda 2007 - 2010 - As Tardes da Júlia 2007 - Casamento de Sonho 2008/2009 - Uma Canção Para Ti 2010 - Depois da Vida 2010 - Secret Story - Casa dos Segredos Galas e Especiais 2002 - Jurada no programa Academia de Estrelas 2004 - Casamento Real - Felipe e Letizia 2005 - Casamento Real - Carlos e Camila de Inglaterra 2005 - Participação especial na telenovela Doce Fugitiva 2008 - Factos em Directo (Programa Especial) 2008 - Gala da Ficção Nacional 2009 - Quem é o Melhor? 2010 - Gala Nicolau Breyner - 50 Anos de Carreira

Rádio
Trabalhou nas seguintes estações de rádio: RDP1 Rádio Renascença Rádio Nostalgia

Imprensa
Escreveu crónicas para as seguintes publicações: Máxima (O Que Diz Júlia) Lux (Minha Querida Júlia) 24 Horas


Livros 2001 - O Que Diz Júlia, Texto Editores 2009 - Não Sei Nada Sobre o Amor, Esfera dos Livros

Publicidade Novis Ariel Capital Mais Activia Entre outros…

Prémios Troféu TV 7 Dias (Melhor Apresentadora 2009)

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11 de outubro de 2012

Modelismo como Terapia

MODELISMO como Terapia 


"Fui gentilmente convidado a colaborar com este Site, sobre um assunto que muito me fascina, porém não sou um "expert".
O Modelismo me atrai desde pequeno, quando ficava fascinado observando as vitrines das poucas lojas que existiam em São Paulo na década de 70.


Realmente o simples fato de observar aquelas miniaturas perfeitas me faziam alçar vôos imaginários dentro de um universo infanto-juvenil, que não encontrava barreiras. Minha intenção é trazer para os Leitores uma ideia e um pouco de emoção sobre este assunto que fascina pessoas ha muito tempo.
O Modelismo é quase tão antigo quanto o homem.
Os primeiros homens que modelavam no barro pequenas esculturas de animais, deuses e seus semelhantes, no fundo, estavam praticando o Modelismo.
Os egípcios antigos, quando construíam réplicas quase que perfeitas de embarcações, animais, palácios e outros objetos, para serem enterrados junto com o Faraó morto, estavam praticando o Modelismo.
Mas o que vem a ser o Modelismo exatamente? O Modelismo é a pratica da miniaturização de objetos e pessoas em escala, numa reprodução que se aproxime ao máximo do modelo verdadeiro, podendo ser a miniatura estática ou móvel.
Mas, por que praticar o Modelismo? O Modelismo pode ser encarado de duas maneiras: como brinquedo - uma pura diversão (se bem que alguns puristas discordam) ou como um hobby sério.

Em ambos os casos o Modelismo é divertido e desafiador e ainda traz para o praticante as seguintes vantagens:
· Alivia tensões emocionais;
· Pode ser usado como uma Terapia Ocupacional;
· Auxilia no domínio da ansiedade;
· Aumenta a capacidade de concentração;
· Exercita a perseverança;
· Aprimora a qualidade de mãe de obra;
· Desenvolve habilidades manuais;
· Incentiva a leitura e análise;
· Incentiva a pesquisa histórica;
· Desenvolve a criatividade;
· Exercita o conhecimento de outros idiomas, povos e costumes.


Provavelmente os motivos acima, mais o fato do Modelista poder se dedicar a um tema que seja de seu interesse (aviões, carros, militaria, navios, móveis, ficção cientifica, etc.), é que vem tornando essa prática cada vez mais difundida no mundo.
Só para citar um exemplo: Nas regiões de inverno mais rigorosas do EUA e Canada, estima-se que os praticantes de Ferreomodelismo e Plastimodelismo ultrapassem os cinco milhões de pessoas.
O Modelismo está dividido em várias categorias, visando abordar o principal interesse do praticante.
Vamos dar uma olhada, para conhecer melhor, as principais categorias e subcategorias que encontramos no Modelismo. Em próximos artigos pretendo abordar mais detalhadamente cada uma das principais categorias." (...)

Gentileza do Blog www.curingao.com.br/curingao/hob.htm


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9 de outubro de 2012

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
 
Machado de Assis
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F9F-2 Panther 1946

F9F-2 Panther 1946
Caça Naval Monolugar
Grumman Aircraft Engineering Corp0ration - USA
Esquadrão VF 112 - Base de Fuzileiros Navais de Miramar - San Diego
 
envergadura 11,60 m - comp. 11,30 m - alt. 3,80 - superfície alar 23 m2 - peso bruto 4220 kg - peso máx. ao descolar 6456 kg - v.máx. 925 kmh - teto serviço 13 600 m - raio de ação 2177 km - motorização 1 Pratt & Shitney J-42-P-6 Nene com um impulso de 2700 Kgf - 4 canhões M2 de 20 mm montados na proa com 190 projéteis por arma. Nos suportes subalares, podia transportar 6 rockets de 127 mm ou 910 kg de bombas convencionais.

 
O felino a jacto
O Crumman F9F-2 Panther (ou Pantherjet) foi o resultado de uma adaptação do reator centrífugo Rolls-Royce Nene a um projeto da US Navy.
O novo aparelho, apesar das suas muitas virtudes, padecia de um modelo de asas obsoleto para a nova era da aviação a jacto.
Nene versus Nene na Coreia.

A 3 de Julho de 1950, dez dias depois do início da Guerra da Coreia, duas patrulhas de Panther do esquadrão VF-51 levantaram voo do porta-aviões USS Valley Forge que se encontrava no mar Amarelo, rumando a Pyongyang.
Sobra a capital norte-coreana, depararam com um Yakovlev Yak-9 e, após algumas manobras, o tenente Leonard H. Plog abateu o caça norte-coreano com os seus canhões.
Plog foi o primeiro piloto da US Navy a abater aos comandos de um avião a jacto um aparelho inimigo.
A ação de Plog augurava um bom futuro para os aviões da marinha norte-americana, mas a evolução final do conflito, desfavorável às forças terrestres da coligação da ONU, tornou-se crítica para os membros da Fast East Air Force (FEAF) sobretudo a partir do momento em que os norte-coreanos receberam o MiG-15. Em combate, os F-80 Shooting Star da USAF pouco podiam fazer.
Assim, mobilizaram-se todas as unidades de Panther disponíveis para enviá-las para o conflito asiático (inclusive, os Blue Angels, a esquadrilha de acrobacia aérea americana).
Chegaram-se a equipar com este avião 19 esquadrões de caça da US Navy e do US Marine Corps.
Mesmo assim o avião soviético continuava a superar os aviões ocidentais, tornando-se paradoxal o facto de o MiG-15 ser propulsionado pelo VK-1, um derivado do mesmo motor J-42 do Panther, o famoso Rolls-Royce Nene, que muito ingenuamente o reino Unido vendeu à União Soviética depois da Segunda Guerra Mundial.
A diferença estava nas asas de configuração em flecha do MiG diante do tradicional desenho reto das do F9F.

Apesar de se ter efetuado esta modificação das asas no F9 Cougar (Pantera) este modelo só entrou em serviço depois do fim do conflito.
O certo é que a presença do aparelho soviético nos céus da Coreia causou grandes estragos entre as forças aéreas aliadas.
Este desequilíbrio só foi corrigido com a entrada em combate do F-86 Sabre.
A partir de então, os F9F Panther que tinham a vantagem de um maior raio de ação dada a facilidade de descolagem dos porta-aviões da US Navy fundeados a Este da península coreana, assumiram as missões de caça sem temerem os problemas de pontaria de que o F-86 Sabre padecia (por causa do pouco peso das munições de 12,7 mm).
Progressivamente, estes jactos navais foram arcando com as missões de ataque ao solo, sobretudo às pontes estratégicas por onde passavam as provisões precedentes da China. Nessas missões, os Panther contavam com uma maior potência de fogo dos seus canhões e com uma considerável carga bélica subalar.

Entre os seus pilotos encontravam-se futuras lendas da conquista do espaço como Neil Armstrong e John Glenn.
No entanto nestas missões de ataque ao solo, os F9F Panther sofreram bastantes danos causados pela artilharia antiaérea e, terminada a guerra, a marinha norte-americana contabilizou um total de 35 aparelhos abatidos.

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Altaya
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8 de outubro de 2012

"Fazer a Guerra é de longe mais fácil do que fazer a Paz"

"Fazer a Guerra é de longe mais fácil do que fazer a Paz"
  • " A Guerra é uma série de desastres que resultam num vencedor"
  • "Manejar o silêncio é mais difícil do que manejar as palavras."
  • "Assim como há uma sociedade civil fundada sobre a liberdade, há uma sociedade militar fundada sobre a obediência, o juiz da liberdade não pode ser o da obediência."
  • "Um homem que não seja um socialista aos 20 anos não tem coração. Um homem que ainda seja um socialista aos 40 não tem cabeça."
  • "A guerra ! É uma coisa demasiada grave para ser confiada aos militares."
  • "Se até Deus se contentou com os dez mandamentos, qual é a razão de você insistir em catorze, meu caro Wilson?"
Georges Clemenceau
 

1) "acordos públicos, negociados publicamente", ou seja a abolição da diplomacia secreta;
2) liberdade dos mares;
3) eliminação das barriras econômicas entre as nações;
4) limitação dos armamentos nacionais "ao nível mínimo compatível com a segurança";
5) ajuste imparcial das pretensões coloniais, tendo em vista os interesses dos povos atingidos por elas;
6) evacuação da Rússia;
7) restauração da independência da Bélgica;
8) restituição da Alsácia e da Lorena à França;
9) reajustamento das fronteiras italianas, "seguindo linhas divisórias de nacionalidade claramente reconhecíveis";
10) desenvolvimento autônomo dos povos da Áutria-Hungria;
11) restauração da Romênia, da Sérvia e do Montenegro, com acesso ao mar para Sérvia;
12) desenvolvimento autônomo dos povos da Turquia, sendo os estreitos que ligam o Mar Negro ao Mediterrâneo "abertos permanentemente";
13) uma Polônia independente, "habitada por populações indiscutivelmente polonesas" e com acesso para o mar; e
14) uma Liga das Nações, órgão internacional que evitaria novos conflitos atuando como árbitro nas contendas entre os países.

Os "14 pontos" não previam nenhuma séria sanção para com os derrotados, abraçando a idéia de uma Paz "sem vencedores nem vencidos".
No terreno prático, poucas propostas de Wilson foram aplicadas, pois o desejo de uma "vendetta" por parte da Inglaterra e principalmente da França prevaleceram sobre as intenções americanas.

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VIDA MODERNA

VIDA MODERNA
 
Aspetos da cultura ativa dos jovens da nossa época!!!
 




 
gentileza de dois amigos
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Os Dias Zangados São Dias de Amor

Os Dias Zangados São Dias de Amor
 
Raios partam os dias zangados
Nada há que se possa fazer para fugir deles.
Esperam por nós, como credores ajudados por juros injustificáveis, para nos cortarem a fatia do nosso coração que lhes cabe.
Não são como os dias tristes, que não conseguem habituar-se a uma realidade qualquer, que se revelou, sem querer, desiludindo-nos de uma ilusão que nós próprios inventámos, para mais facilmente podermos acreditar, falsamente, nela.
Mas assemelham-se para mais bem nos poderem magoar.
Depois. Quase ao mesmo tempo. Bem. Quem não tem um dia zangado, em que ninguém ou nada corresponde ao que esperávamos?
A felicidade é a excepção e o engano.
Resulta mais de um esquecimento do que de uma lembrança. Pouco há de certo neste mundo. São muitos os pobres, mas não são poucos os ricos. As pessoas do sexo masculino não se entendem nem com as pessoas do sexo masculino, nem com as do sexo feminino.
As pessoas, sejam de que sexo e sexualidade forem, compreendem-se mal. Dão-se mal, por muito bem que se dêem.
As mais apaixonadas umas pelas outras são as que menos bem aceitam as diferenças, as incompreensões, os dias zangados e as noites zangadas que apenas servem para nos relembrar que todos nós nascemos e morremos sozinhos.
E que viver é um enorme entretanto, de que devemos tirar partido, sobretudo quando há a sorte de amar e ser amado ou amada.
Os dias zangados são dias de amor. Ninguém se zanga por desamor. O amor sobrevive e continua, como vingança.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Jornal Público (23 Dez 2011)
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Audi R15 Plus TDI

Audi R15 Plus TDI
24 Horas Le Mans 2010
78e Circuit de La Sarthe
pilotos: Timo Bernhard (DE) - Romain Dumas (FR) - Mike Rockenfeller (DE)


video virtual que demonstra a sensação de conduzir um bólide detes.
De notar o ronco da redução automática das mudanças.

V10-5499 cc -   620 cv - v.máx. n/a - 0-100 n/a - peso n/a

A Audi começou a alinhar em provas de resistência a partir de 1999, um ano em que se assistiu aos começos dos R8C (berlineta) e R8R (spider) nas 24 Horas de Le Mans.
Em 2000 a Audi obteve a sua primeira vitória em La Sarthe.
Em 2001, 2002, 2004 e 2005 continuou lançada com o R8 de motor V8 biturbo de 3.6 L, enquanto em 2003 deixou o caminho livre à Bentley com um motor...Audi!
Em 2006, a Audi alinhou com o R10 TDI equipado com um motor diesel e tornou-se assim o primeiro construtor a vencer as 24 Horas Le Mans com um carro deste tipo.


Para a temporada de 2010, a equipa AudiSport, dirigída por Wolfgang Ullrich, trabalhou a sério para melhorar a fiabilidade do R15 TDI criado em 2008.
O motor foi retocado para se adaptar às novas restrições impostas aos diesel.
Tratava-se ainda de um motor de 10 cilindros em V a 90º de 5499 cc, que desenvolvia 620 cv.
O R15 TDI transformou-se deste modo no R15 Plus TDI. Também se retocou sensivelmente a aerodinâmica, entre outras razões por causa das contestações avançadas pela Peugeot em 2009.
Modificou-se o sistema de alimentação do motor com o deslocamento dos permutadores de ar.

A Audi, contudo, continuou a defender a solução de um veículo aberto, enquanto a Peugeot optou por uma berlineta fechada.
Pronto desde o início da temporada LMS, o R15 Plus impôs-se rapidamente. Distanciado em Spa, o R15 Plus foi a Le Mans para ganhar.
A fábrica alemã, representada pelo AudiSport Team Jöst, inscreveu dois bólides: o nº7, com Alan McNish, Tom Kristensen e Rinaldo Capello, e o nº 8, com Marcel Fässler, André Lotterer e Benoit Tréluyer.

A Audi Sport North America inscreveu um terceiro carro, praticamente igual, pilotado por Mioke Rochenfeller, Romain Dumas e Timo Bernhard. Mas havia mais dois Audi na grelha de partida: eram os “velhos” R10 TDI lançados em 2006, que continuavam a ser explorados pela equipa de Colin Kolles, que, deste modo, representava a Audi no campeonato DTM.
Estes modelos mantinham o motor de 12 cilindros em V a 90º de 5499 cc e 650 cv. Enquanto os Peugeot aguentavam um suplício de avarias e abandonavam uns atrás dos outros, a Audi construía a sua vitória com os seus três automóveis que demonstravam uma fiabilidade quase insolente.
Deparou-se com um problema grave no sábado à tarde, quando Tom Kristensen, surpreendido por um adversário lento de mais, teve um acidente.
A reparação das mazelas custou três voltas à tripulação composta por Tom Kristensen, Alan McNish e Rinaldo Capello.
Este acidente relegou os vencedores de 2008 para o terceiro lugar.
Os outros dois R15 Plus, por seu lado, correram na perfeição.

No final, a Audi ocupou os três primeiros lugares e a firma de Ingolstadt perfez a sua nona vitória em La Sarthe.

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Portuguesas Maravilha

Gentileza de:
PRODUÇÃO DE MODA: FERNANDA BRITO
 
Fotografia: Gerardo Santos (Global Imagens)
Maquilhagem: Rita de Castro Cabelos: Paula Antunes
Art Director: João Melo - Art4u By Lápis Mágico
Modelo: Micaela Reis
Tema: África
 



 
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