com o zé 2

Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

22 de dezembro de 2009

ver mais 43 bólides no Blog http://www.comoze.blogspot.com (Etiquetas "Modelismo - Le Mans")






Jaguar XJR-12
24 horas Le Mans 1991
pilotos: Davy Jones (USA)
Raul Boesel (BR)
Michel Ferté (F)

V12 - 7400 cc
750 cv
v.máx. n/a
0-100: n/a
peso 1000 kg

escala 1:43 - 11,5 cm
extras: Base técnica

JJ fotos

21 de dezembro de 2009

Poeta Castrado, Não!
Ary dos Santos
Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo dromedário
fogueira de exibição
teorema corolário
poema de mão em mão
lãzudo publicitário
malabarista cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegar a poesia
quando ela nos envenena.

Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:

Da fome já não se fala
é tão vulgar que nos cansa
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?

Do frio não reza a história
a morte é branda e letal
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?

E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
Um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia!

Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo mau profeta
falso médico ladrão
prostituta proxeneta
espoleta televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

José Carlos Ary dos Santos

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JJ edição fotos

20 de dezembro de 2009






Douglas A-26 Invader 1943
Bombardeiro Ligeiro e Avião de Ataque
versão: 552nd Bombardment Squadron,
386th Bombardment Group,
9th Air Force - USA
Douglas Aircraft Company - USA

envergadura 18,69 m
comp. 14,74 m
alt. 5,36 m
9 metr. 12,7 mm +
1814 kg bombas
autonomia 1754 km
ecto 7865 m
v.máx. 546 Kmh
2-3 tripulantes
peso: 7303 kg
1º voo: 30 Junho 1943

metal/plástico 1:144 - 11x15 cm
base 15x15 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, placa técnica


O A-26 Invader, era um monoplano de asa alta, de construção inteiramente metálica e de trem de aterragem triciclo, o que oferecia um óptimo campo de visão ao piloto (mesmo sendo inferior ao do seu predecessor, o A-20) porque os motores do A-26 ficavam mais perto da fuselagem e eram mais avançados.

A estrutura da fuselagem era de semi-monobloco em liga de alumínio e dividia-se em 3 secções.
Este tipo de aparelho foi utilizado durante a Segunda Guerra Mundial na Europa e no Pacífico como avião de bombardeamento e de ataque.

As versões A-26B e A-26C foram convertidas em 1948 respectivamente em Douglas B-26B e B-26C e combateram na Guerra da Coreia e depois no Vietname em missões antiguerrilha.

JJ fotos

19 de dezembro de 2009

O frango atravessou a rua... porquê?

Professora Primária - Porque o frango queria chegar ao outro lado da rua.
Criança - Porque sim.
Platão - Porque queria alcançar o Bem.
Aristóteles - Porque é da natureza do frango atravessar a rua.

Descartes - O frango pensou antes de atravessar a rua, logo, existe.
Rousseau - O frango por natureza é bom; a sociedade é que o corrompe e o leva atravessar a rua.
Freud - A preocupação com o facto de o frango ter atravessado a rua é um sintoma de insegurança sexual.
Darwin - Ao longo dos tempos, os frangos vêm sendo seleccionados de formanatural, de modo que, actualmente, a sua evolução genética fê-losdotados da capacidade de cruzar a rua.

Einstein - Se o frango atravessou a rua ou se a rua se moveu em direcção aofrango, depende do ponto de vista... Tudo é relativo.
Martin Luther King - Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos livres podemcruzar a rua sem que sejam questionados os seus motivos. O frangosonhou.
George W. Bush - Sabemos que o frango atravessou a rua para poder dispor do seuarsenal de armas de destruição massiça. Por isso tivemos de eliminar ofrango.
Mário Soares - Já disse ao frango para desistir de atravessar a rua! Eu é que vouatravessar! Não vou desistir porque sei que os portugueses querem queeu atravesse outra vez a rua!!!

Liberdade para os frangos. Fora com as gaiolas 2012!

Manuel Alegre - O frango é livre, é lindo, uma coisa assim... com penas! Eleatravessou, atravessa e atravessará a rua, porque o vento cala adesgraça, o vento nada lhe diz!
Jerónimo de Sousa - A culpa é das elites dominantes, imperialistas e burguesas quepretendem dominar os frangos, usurpar os seus direitos e aniquilar asua capacidade de atravessar a rua, na conquista de um mundosocialista melhor e mais justo!
Francisco Louçã - Porque é preciso dizer olhos nos olhos que só por uma questão racistao frango necessita de atravessar a rua para o outro lado. É umamesquinhice obrigar o frango a atravessar a rua!


Valentim Loureiro - Desafio alguém a provar que o frango atravessou a rua. É mentira...!!! É tudo mentira!!!
Paulo Bento - O frango atravessou a rua com naturalidade... Era isso que esperávamose foi isso que aconteceu, com muita naturalidade. O frango ainda émuito jovem e estas coisas pagam-se caro, com naturalidade!!!
Zézé Camarinha - Porque foi ao engate! É um verdadeiro macho, viu uma franga camone dooutro lado da rua e já se sabe, não perdoou!!!"

Gentileza do amigo H.
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Kawanishi H6K4-I 1941
Hidroavião de Reconhecimento de Grande Autonomia
Kawanishi Kokuki Kogyo Kabushiki Kaisha - Japão

versão: Sasebo Kaigun Kokutai

envergadura 40 m

comp. 25,63 m
alt. 6,27 m

teto 9610 m
canhão 20 mm +
4 metr. 7,7 mm +
2 torpedos 800 kg +
1000 kg bombas
autonomia 6580 Km

9 tripulantes
1º voo 1941
v. máx. 331 Kmh
peso 17 ton

Modelo metálico

escala 1:144 - 17,5x28 cm
base 21x22 cm

extras: Diorama, pormenores pintura, base técnica

Até meados dos anos 30, o Império do Sol Nascente, comprou, ou copiou um grande número de Hidroaviões estrangeiros, essencialmente modelos de cosntrutores ocidentais.

A firma Kawanishi especializou-se na construção sob licença de diversos modelos estrangeiros, adquirindo uma experiência que lhe permitiu, a partir de 1933, criar os seus próprios Hidroaviões.

Do modelo Kawanishi H6K4-L de grande envergadura e especial posição dos seus 4 motores, foram construidos apenas 20 aparelhos desta versão, destinados aos transportes do Estado-Maior Japonês.

O aparelho comportava de ambos os lados da fuselagem 2 torres com metralhadoras Tipo 92 de 7,7 mm, equipadas com carregadores de tambor de 50 projécteis. Derivadas da famosa Lewis britânica, eram fabricadas pela empresa Nihon Seikoujo, nas suas fábricas de Suzuka, e pelo arsenal naval de Yokosuka.

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16 de dezembro de 2009

Fumar Mata !!


Richard Polt
http://staff.xu.edu/~polt/typewriters/index.html

Impressionante colecção de quase 200 máquinas de escrever de fabricantes de todo o mundo.
Algumas antiquíssimas, de 1889 até 1993.

Visite o endereço acima e espante-se com a beleza e raridade das máquinas, a descrição técnica e até a qualidade das fotografias.


Clic nas fotos abaixo, veja uma pequena amostra destas obras de arte tecnológicas , e maravilhe-se !!

















Camiões Comerciais
escala HO 1:87 - 18 cm






JJ fotos

11 de dezembro de 2009

Poema Melancólico a não sei que Mulher

Dei-te os dias, as horas e os minutos
Destes anos de vida que passaram;
Nos meus versos ficaram
Imagens que são máscaras anónimas
Do teu rosto proibido;
A fome insatisfeita que senti
Era de ti,
Fome do instinto que não foi ouvido.

Agora retrocedo, leio os versos,
Conto as desilusões no rol do coração,
Recordo o pesadelo dos desejos,
Olho o deserto humano desolado,
E pergunto porquê, por que razão
Nas dunas do teu peito o vento passa

Sem tropeçar na graça
Do mais leve sinal da minha mão...

Miguel Torga, in 'Diário VII'
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8 de dezembro de 2009












Sd.Kfz. 250/9 1943
versão: Panzer Division “Feldhrrnhalle”
Vimperk – Checoslováquia Maio 1945

peso 5,9 ton

peça 20 mm +
metr. 7,92 mm

comp. 4,56 m
larg. 1,95 m
alt. 2,16 m
autonomia: estrada 350 km
mato 200 km
v.máx.: estrada 60 kmh
mato 20 kmh
depósito: 140 L

3 tripulantes
Blindagem máx:
aço 14,5 mm

escala 1:72 -7,5 cm

base 7x13 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, acessórios, patines, base técnica.


Veículo de Reconhecimento fiável e ágil, este semilagarta blindado foi concebido para o transporte de um esquadrão de infantaria.

Com as suas 6 t de peso, a sua velocidade através do campo superava a dos tanques ligeiros com rodas como o Sd.Kfz. 222.

Apesar de nos últimos meses de guerra não se ter dado tanta atenção às marcas tácticas ou aos emblemas divisionários como nas etapas anteriores, nalgumas unidades, como a Panzer-Division “FHH” pôs-se bastante ênfase no facto de os veÍculos terem insígnias, quer por uma questão de orgulho, quer para levantar o destroçado moral das tropas alemãs, já próximo da derrota final, e do terminus da Segunda Guerra Mundial.

Este semilagarta, corresponde a uma versão do Sd.Kfz. 250/9 montada num chassis “neu”, têm-nas nos locais habituais na frente e traseira.

Os Sd.Kfz. 250/9 enquadrados em batalhões de reconhecimento blindados (Aufklärungabteilungen) pertenciam à 1. Kompanie, daí o primeiro digito ser “1” quando eram rotulados com números tácticos.

Neste caso, o numeral “143” corresponde ao terceiro veículo da quarta secção da primeira companhia.

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