com o zé 2

Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

27 de outubro de 2012

Vladimir Kush

Vladimir Kush
 
Nasceu em Moscovo 1965, é um pintor que se identifica com o "realismo de metamorfose" ou "fine art", com desenhos e pinturas que formam imagens "impossíveis", se utilizando de truques de imagens e/ou elementos que se formam em outros.
Atualmente vive em Los Angeles, Estados Unidos.
 







 
Sugestão do amigo António C.
Google
JJ edição fotos
Caro Dr.,
Espero que me possa ajudar.
Saí de casa ontem à tarde no meu carro para ir trabalhar, e deixei o meu marido em casa, a ver televisão.
Andei pouco mais de 1km quando o motor parou e não voltou a arrancar. Voltei para casa, para pedir ajuda ao meu marido e quando cheguei, apanhei-o em flagrante na cama com a filha da minha vizinha!
Eu tenho 32 anos, o meu marido tem 34 e a desavergonhada, 19.
Estamos casados há 10 anos e ele confessou que mantinha aquela relação há mais de 6 meses.
Eu amo o meu marido e estou desesperada. Preciso urgentemente do seu conselho. Antecipadamente grata.
Paula
________________________________
Resposta do psicólogo!

Cara Paula
Quando um carro pára, depois de ter percorrido uma pequena distância, isso pode ser devido a uma série de factores.
Pode não haver combustível no depósito ou o filtro estar entupido, também pode ser da injecção electrónica ou da bomba de gasolina que, não fornecendo combustível ou pressão suficiente nos injectores impede que o motor funcione.
Nesse caso, a pessoa a contactar deve ser um mecânico. Não volte a incomodar o seu marido. Ele não é mecânico.
Espero ter ajudado.
A. M., psicólogo

Gentileza do amigo Fernando N.
Google

Leader Sport proto Le Mans ‘92

Leader Sport proto Le Mans ‘92
Michel Vaillant - album “Uma História de Loucos”
pilotos: Ruth Wong e Bob Cramer
 
V12-4985 cc - 700 cv - v.máx. 360 kmh - 0-100: n/a - peso 750 kg. Potência bruta.
 

Durante a apresentação dos automóveis na banda desenhada o autor Jean Graton, previne-nos: com o seu motor V12, O Leader Sport proto é potente mas falta-lhe a elegância e a sofisticação do Vaillante: então, a potência bruta é a solução...?

Um Leader à antiga. Enquanto é provável que o Vaillante obedeça ao novo regulamento, o Leader tem uma cilindrada de 5 litros e portanto pertence à antiga geração.

Teoricamente as forças em presença estão equilibradas: os novos 3,5 litros compensam a sua cilindrada inferior com uma conceção mais moderna, em particular através do chassis monobloco de carbono como o dos F-1. No entanto, o Leader possui uma arma secreta: o domínio de ligas especiais de metais que já nos tinha sido revelada por Jean Graton no album anterior a “Uma História de Loucos”.

Assim, apesar de não utilizar o carbono leve, o Leader consegue inscrever um automóvel com um grande motor superpotente e ao mesmo tempo, muito leve: é um temível concorrente dos Vaillante e, sem dúvida, um dos mais sérios candidatos à vitória.
O autor não nos revela muitos pormenores acerca do Leader mas sabe-se que o seu motor é um V12 de 5 litros que debita 700 cv. tendo em conta o domínio perfeito dos metais por parte dos engenheiros da Leader, podemos imaginar que o motor tem um regime de funcionamento elevado, da ordem das 16 às 15 000 rpm, apesar de só ter duas válvulas por cilindro.

Onde os homens da Leader são mais fracos é no domínio da aerodinâmica e da elegância – embora o carro vermelho reflita uma certa “beleza viril” – e por isso o Vaillante pode compensar uma parte do seu handicap. Mas será que os travões aguentam?
Com efeito, aqueles que conhecem bem as aventuras de Michel Vaillant sabem que o Leader de 1968, já o mais rápido no circuito, tinha sido traído por um sistema de travagem defeituoso e não estava em harmonia com o resto do carro.
Desconhece-se o sistema de travagem deste carro, ao passo que se sabe que a maior parte dos concorrentes apostou nos discos de carbono, mas podemos pensar que na Leader se mantiveram fiéis por dominarem muito bem as ligas e também porque a cultura Leader é muito mais conservadora do que a da sua principal concorrente, a Vaillante.

“Vroooaaw, vrooar”
Desde o início desta nova aventura de Michel Vaillant que estamos no centro da ação, em pleno campeonato do Mundo de automóveis de Sport, no circuíto britânico de Silverstone, onde Jaguar, Leader, Peugeot, Vaillante e Mazda nos aparecem pela frente.
Após duas páginas vibrantes pelas quais se propagam os ruídos dos automóveis, estamos integrados num álbum do mestre do movimento destes bólides! A vitória cabe a um Mercedes mas a Vaillante e a Leader batem-se pelos lugares de honra.
À chegada, Yves Douléac, piloto da Vaillante, está furioso: o carro foi batido pelo potente motor do Leader, Ruth, a filha do Leader e o seu colega de equipa, o vilão Bob Cramer, estão radiantes.
De regresso à fábrica Vaillante, o ambiente é de tensão... Vaillante versus Leader.
Há muitos anos que o Leader e depois a sua filha Ruth, que lhe sucedeu, só têm um desejo: deixar os Vaillante para trás, mais ainda do que vencer corridas! “O meu único objetivo é humilhar a marca Vaillante e dominá-la na pista”, murmura antipaticamente Ruth de punho fechado e a olhar para os leitores bem, nos olhos.

As 24 Horas de Le Mans não tardam e na Vaillante, Jean-Pierre, irmão de Michel e o grande patrão, também bate com o punho na mesa: vai inscrever três automóveis e quer vencer.
Isto satisfaz Steve Warson que meteu na cabeça derrotar Jacky Ickx que, por sua vez corre pela Mercedes-Benz.
Os testes intensos revelam que faltam performances ao carro de Michel e Steve: na pista de testes da fábrica, Steve discute com Jean-Pierre depois de ser ultrapassado pelo Vaillante de Yves Douléac.
Jean-Pierre responde-lhe taco a taco: ”És livre de ires para onde quiseres!” Passa-se uma semana e tudo regressa à normalidade porque o Vaillante recuperou a potência que lhe faltava e deve ter sido um simples problema de afinação.
Tudo bem, mas Steve confessa envergonhado que assinou por outra equipa.

Michel compreende...até que Steve lhe diz que o seu novo carro vai ser um Leader, o inimigo de sempre! Steve meteu-se em maus lençóis guiado pelo seu desejo cego de derrotar Jacky Ickx!

JJ fotos
Google
O senso comum é o conjunto de preconceitos adquiridos antes de completar 18 anos.
 
Albert Einstein
Google
JJ edição foto

Portuguesas Maravilha


Débora Monteiro

É uma jovem atriz portuguesa.
Iniciou-se como modelo aos 14 anos e fez inúmeras campanhas publicitárias no anos seguintes.
Participou em Melancholic Ballad for the Leftlovers, videoclip dos Fingertips, realizado por João Costa Menezes e estreou-se em televisão em 2005 na personagem Helena [1] na novela Tempo de Viver, da TVI.



Nos dois anos seguintes fez várias campanhas publicitárias, entre as quais um anúncio para a Sagres e um para a Optimus.
Em 2008 participou na série juvenil Morangos com Açucar - Verão, na personagem de Bruna. Já em 2009, participou na série da TVI "Ele é Ela", e rodou a sua primeira longa-metragem com o realizador português João Mário Grilo, o filme Duas Mulheres, onde contracena com Beatriz Batarda, Nicolau Breyner, Virgílio Castelo, entre outros. Em 2010 foi capa da revista Maxmen. Em 2011 participou no programa Último a Sair da RTP1 e actualmente entra na novela Dancin Days com o papel de Cátia.


Wikipédia - Google
JJ edição fotos

26 de outubro de 2012

Cemitério de Aviões Militares nos EEUU

Davis-Monthan AFB - o maior cemitério de aeronaves do mundo


Em setembro de 1945, terminou a Segunda Guerra Mundial.
Seis anos de tragédia e sofrimento para a humanidade finalmente chegaram ao fim.
Logo a seguir, milhares de soldados, unidades militares e equipamentos começaram a ser desmobilizados.
A aviação tinha desempenhado um papel fundamental durante a guerra, e milhares de aeronaves foram produzidas pelos americanos durante os anos em que estiveram envolvidos na guerra.
Subitamente, deixou de haver necessidade de tantas aeronaves, e seus tripulantes estavam retornando à atividade civil.

Restava, então, uma imensa tarefa: encontrar um destino adequado para essas aeronaves. Muitas sequer tinham sido entregues pelos fabricantes às forças armadas. Antes e durante a guerra, muitas bases aéreas de treinamento foram construídas em lugares remotos, longe da atividade de aeronaves civis e de lugares densamente povoados.
Grande parte dessas bases foram construídas nos desertos do sudoeste americano. Uma dessas bases, denominada Davis-Monthan Landing Field, foi construída como aeroporto municipal na cidade de Tucson, Arizona, em 1925.
O nome da base homenageou dois pilotos nascidos em Tucson, da época da Primeira Guerra Mundial, que morreram em desastres separados, Samuel H. Davis e Oscar Monthan.
Os militares começaram a usar o aeroporto a partir de 1927, e em 1940, o campo foi denominado Tucson Army Air Field.
A partir dessa época, o aeroporto civil de Tucson foi realocado para outro lugar. Em 3 de dezembro de 1941, o campo foi rebatizado de Davis -Monthan Army Airfield, às vésperas do ataque japonês a Pearl Harbor. (...) ........

click no endereço acima para visitar este site super interessante e...pasme-se!!!!!....


Google

23 de outubro de 2012


Pequeno poema

Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.

Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.

As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

Pra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
 Sebastião da Gama
Google - Pintura Salvador Dali
JJ edição foto

19 de outubro de 2012

Humor...bastante negro!!...

Humor. . .bastante negro!!. . .
 
Gentileza do amigo Fernando N.
JJ edição foto

Companhia de Burros

Companhia de Burros

Irritado com os alunos, o professor lançou um desafio: - Aquele que se julgar burro, faça o favor de ficar de pé!
Toda a gente continua sentada.
Alguns minutos depois, o Joãozinho levanta-se.
- Quer dizer que tu te julgas burro? -perguntou o professor, indignado. - Bem, para dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí de pé sozinho!
 
Google
JJ edição foto

Ciber Lazer Robot - “Portugal”

Ciber Lazer Robot - “Portugal”
 
Modelo “ScratchBuild” único, totalmente inventado e construído a partir de peças soltas de várias origens.
PVC e metal, escala 1:72 - 37x15x25 cm


 
JJ fotos
Google

18 de outubro de 2012

A Inutilidade de Guerras e Revoluções

A Inutilidade de Guerras e Revoluções

As guerras e as revoluções - há sempre uma ou outra em curso - chegam, na leitura dos seus efeitos, a causar não horror mas tédio.
Não é a crueldade de todos aqueles mortos e feridos, o sacrifício de todos os que morrem batendo-se, ou são mortos sem que se batam, que pesa duramente na alma: é a estupidez que sacrifica vidas e haveres a qualquer coisa inevitavelmente inútil.
Todos os ideais e todas as ambições são um desvairo de comadres homens.
Não há império que valha que por ele se parta uma boneca de criança.
Não há ideal que mereça o sacrifício de um comboio de lata.
Que império é útil ou que ideal profícuo? Tudo é humanidade, e a humanidade é sempre a mesma - variável mas inaperfeiçoável, oscilante mas improgressiva.
Perante o curso inimplorável das coisas, a vida que tivemos sem saber como e perderemos sem saber quando, o jogo de mil xadrezes que é a vida em comum e luta, o tédio de contemplar sem utilidade o que se não realiza nunca - que pode fazer o sábio senão pedir o repouso, o não ter que pensar em viver, pois basta ter que viver, um pouco de lugar ao sol e ao ar e ao menos o sonho de que há paz do lado de lá dos montes.


Fernando Pessoa, in "Livro do Desassossego"
Google
JJ edição fotos
Devem-se escolher os amigos pela beleza, os conhecidos pelo caráter e os inimigos pela inteligência.
 
Oscar Wilde
Google
JJ edição foto

English Electric Lightning F Mk.6 - GB

English Electric Lightning F Mk.6 - GB
Caça Monolugar de Defesa Aérea
5th Squadron da RAF (com a pintura adotada durante a década de 1970)
English Electric Lightning Company Ltd - GB


Envergadura 10,62 m - comp. 16,84 m - alt. 5,97 m - superfície alar 42,97 m - peso bruto 12.715 kg - peso máx. ao descolar 19.045 kg - veloc. máx. Mach2 - 2110 kmh a 11000 m - teto serviço 16770 m - autonomia 1370 km - motor 2 turboreatores Rolls-Royce Avon 301 de pós-combustão de 7260 kgf cada - 2 canhões Aden 30 mm com 120 projéteis cada, alojados na parte dianteira do depósito de combustível central; 2 suportes debaixo da fuselagem para mísseis ar/ar de Havilland Firestreak ou Hawker Siddeley Red Top: ou 22 rockets de 50 mm: 2 suportes para depósitos de combustível suplementares descartáveis de 1180 L, utilizados em voos de escolta de navios.



O Lightning F Mk.6 foi um avião experimental para testar o domínio do voo supersónico, o Lightning tornou-se, por causa das suas notáveis prestações, um intercetor verdadeiramente excecional.
Veloz, com uma extraordinária velocidade ascensional, este bireator só pecava pela sua pouca capacidade interna de armazenar combustível.
Depois da sua criação em 1918, a empresa britânica English Electric Lightning especializou-se no fabrico de motores elétricos e de transformadores.
Depois de ter absorvido uma série de firmas, envolveu-se em 1923 no mercado dos caminhos.de-ferro, produzindo locomotivas elétricas destinadas à Nova Zelândia.
De 1922 a 1926 esta empresa dedicou-se à construção de hidroaviões e de aviões ligeiros, mas só estendeu a sua atividade à produção aeronáutica em grande escala em 1938.
Durante a Segunda Guerra Mundial, as duas fábricas que edificou no aeródromo de Samlesbury (Lancashire) dedicaram-se a montar Hampen e Halifax por conta da companhia Handley Page.


VERSÕES DE SÉRIE
Depois do fabrico de três protótipos encomendados em 1954, o projeto prosseguiu com a aquisição de uma vintena de exemplares de présérie, equipados com um radar e novos motores, com o objetivo de experimentar diversos sistemas de armas.
O primeiro P.IB (XA.847) levantou voo a 4 Abril 1957 e atingiu a velocidade de Mach 1.2 nesse mesmo mês.
Pouco antes de terminar o ano de 1958, tornou-se o primeiro avião britânico a superar a velocidade de Mach 2 em voo reto horizontal.
O gabinete de produção aeronáutica encomendou logo a seguir 20 exemplares de série com a designação de Lightning F Mk.1, cujo voo de estreia foi a 29 Outubro 1959.
O avião começou a servir na Royal Air Force em Junho de 1960, incorporado no 74th Squadron.


VESTÍGIO DE CONFRONTO ENTRE BLOCOS
O Lightning F Mk.6 apresentou-se como um F Mk.3A dotado de um suporte concebido para dois canhões Aden de 30 mm.
Este aparelho deu origem a uma versão destinada à exportação sob a denominação F Mk.53 e a uma variante de instrução e treino com a designação de T Mk.55.
A produção total do Lightning chegou às 337 unidades, e destas um certo número foi entregue às forças aéreas da Arábia Saudita e do Koweit.
A Roya Air Force começou a retirar os seus de serviço progressivamente de 1974 a 1988. Caracterizado por uma velocidade em voo reto horizontal e uma velocidade ascencional impressionante, o Lightning apresentava-se como um avião de combate típico do confronto que, durante cinquenta anos, opôs o Ocidente à URSS.
O seu único envolvimento em combate teve lugar durante a guerra civil que ocorreu no Iémen do Norte de 1968 a 1970.
Quando aos Lightning sauditas adquiridos em 1967, operaram a partir da base de Khamis, controlados pela estação de radar de Usram.


JJ fotos
Altaya
Google