com o zé 2

Portugal deu "Novos Mundos ao Mundo"......Imagens para dar a conhecer um pouco daquilo que a nossa terra tem de melhor e mais bonito, da beleza das nossas mulheres Portuguesas, das Artes e de locais por onde sirandei, de trabalhos que eu executei, e de outros que admirei.

17 de maio de 2012

...Artimanhas...

...lembra certos políticos!!...festinhas e lambidelas...antes de nos devorarem....
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15 de maio de 2012

O Discurso Político

O discurso político
Uma das minhas formas de ociosidade é adejar pelas estantes.
Foi assim que a minha mão filou um livro antiquíssimo de Roger Vailland – "Drôle de Jeu". Roger Vailland: um dos mitos de certa boémia culta coimbrã. Quem lê hoje o autor de "Esquisse Pour Un Portrait Du Vrai Libertin?"
O engraçado é que, ao folhear o livro, encontrei dentro uma ficha com uma anotação. Como tinha ali ido parar essa ficha? Sempre gostei de tomar apontamentos em papéis, fichas, cadernos. E ali estava aquela, aparentemente sem explicação para lá estar.
É o que tem esta busca indefinida pelo labirinto das estantes. De repente, deparam-se coisas surpreendentes. A ficha tinha um título: “Discurso Político” e reproduzia um trecho de Roland Barthes, do seu livro "Roland Barthes Por Roland Barthes" (Edições 70).

Fui a outra estante, já esquecido de Vailland, e pus-me a ler a passagem anotada. Barthes fala de si na terceira pessoa como ser de linguagem (“O seu lugar (o seu meio) é a linguagem…”) E mostra que o que o opõe ao “político” (aqui no sentido de esfera de acção) é precisamente uma questão de linguagem. Diz ele: “De boa vontade seria sujeito, mas não falador político (falador: aquele que despeja o seu discurso, o narra e ao mesmo tempo o notifica, o assinala). E é por não conseguir desprender o real político do seu discurso geral, repetido, que o político lhe está vedado”.
E continua: “O discurso político não é o único que se repete, se generaliza e se fatiga: logo que se verifica em qualquer lado uma mutação do discurso, logo se lhe segue uma vulgata e o seu cortejo esgotante de frases imóveis.
Se este fenómeno comum lhe parece especialmente intolerável no caso do discurso político, é porque a repetição toma aqui o aspecto dum "cúmulo": uma vez que o político se tem por ciência fundamental do real, dotamo-la fantasmaticamente com um derradeiro poder: o de dominar a linguagem, reduzindo toda a tagarelice ao seu resíduo de real.


Como então tolerar sem mágoa que o político enfileire também nas linguagens e se torne tagarelice?” Pois bem. Citei e fico a pensar.
Tantas vezes dou comigo a dizer-me interiormente que o discurso político é o mais decepcionante de todos os discursos.
Será então o Barthes a falar pelo meu subconsciente? O certo é que é mesmo uma questão de linguagem, também de estética, que me opõe, na maioria das vezes, ao discurso político (o do falante político).
Um tédio, uma sensação de vazio ou de cansaço, ou talvez melhor: de cassete. A cassete é comum a todos os discursos políticos.

A tal tagarelice. Às vezes é uma completa decepção vermos pessoas inteligentes, que conhecemos, a falarem na sua qualidade de políticos.
Não dizem nada que não seja medido, previsível, calculado e saturado de estereótipos (excluo, talvez, Alberto João Jardim, cuja capacidade de nos surpreender, no seu estilo “pimba”, é infindável).
No fim, aquela sensação de vazio, de tempo perdido. Não quer dizer que não haja, a esse nível, quem seja capaz de instituir aquilo que Barthes chama um novo "modo de discursividade".
Mas são muito raros esses casos e não se encontram propriamente nos protagonistas da política.

in Sine Die blog -Artur Costa
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Portuguesas Maravilha





Ana Bárbara Guiomar Dias Reis Pereira

Nasceu em Lisboa, 28 de Agosto de 1988, é uma actriz portuguesa.
Começou a sua carreira de actriz ao protagonizar o papel Marta Navarro na série Morangos com Açúcar.
O seu namorado é o Diogo Valsassina.

Televisão
· Morangos com Açúcar (1ª Temporada) - Marta Navarro (2004/2006, TVI)
· Tempo de Viver - Inês Pinto (2007, TVI) · Conta-me Como Foi - Lena (2007/2008, RTP)
· Vila Faia - Joana Marques Vila (2008, RTP)
· Podia Acabar o Mundo - Sónia Pereirinha (2008, SIC)
· Perfeito Coração - Maria da Luz Barbosa (2009/2010, SIC)
· A Noite do Fim do Mundo - Lurdinhas (2010, RTP)
· Laços de Sangue - Liliana Pimentel (2010/2011, SIC)

Futuro
Em Outubro de 2011, Ana Guiomar foi confirmada no elenco da próxima aposta da ficção nacional da SIC: o remake de Dancin'Days. O remake será a adaptação portuguesa de uma novela de sucesso brasileira (já referida Dancin'Days) e terá argumento de Pedro Lopes e supervisão do autor original da trama brasileira, Gilberto Braga.
As gravações iniciam-se em Março, e a novela substituirá Rosa Fogo. No elenco já estão confirmados: · Joana Santos - Júlia Souza · Albano Jerónimo - Cacá · Custódia Gallego - sem personagem definida · João Ricardo - Ubijabara · Soraia Chaves - Yolanda Souza · Fábio Emiliano - sem personagem definida.

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Dean Martin


...será que ainda se lembram??!!!..."já fui tão feliz com esta música"
Dean Martin - On An Evening In Roma (With Lyrics)
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13 de maio de 2012

As Borboletas

AS BORBOLETAS

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, NÃO PRECISAR DELA.
Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas... VOCÊ VAI ACHAR NÃO QUEM ESTAVA PROCURANDO MAS QUEM ESTAVA PROCURANDO VOCÊ!

in fotolog.
Google JJ
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Nave SCS "Portugal"








Nave SCS Sample Collection Space
Laboratório espacial “Scratchbuilt” “ Portugal”

comp. 24,48 m - larg. 23,76 m - alt. 21,60 m
modelo de ficção, totalmente inventado e construído a partir de peças soltas
PVC e metal, escala  1:72 34x33x30 cm
extras: Recolha de peças soltas diversas, montagens parciais, pintura ouro, verde escuro e verde claro, pormenores pintura em 4 tons, lettering, patines, vernizes.
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11 de maio de 2012

O mágico fez um gesto e desapareceu a fome, fez outro e desapareceu a injustiça, fez um terceiro e desapareceram as guerras.
O político fez um gesto e desapareceu o mágico.
Woody Allen
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4 de maio de 2012

Joana Dias




Joana Dias
Também conhecida como Shinobinaku, é uma artista digital da cidade de Lisboa, Portugal.
Ela é totalmente apaixonada por arte, pintura digital e manipulação de imagens.
Joana gosta de se desafiar para melhorar seu trabalho cada vez mais e continuar nos encantando com imagens belíssimas.
Dedica-se muito para prosperar em n’uma carreira que começou como um hobby....

in abduzeedo.com.
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O homem e a mente...

Em filosofia analítica chama-se de conteúdo mental àquilo que o sujeito tem em mente. Do ponto de vista lógico, o conteúdo mental pode estar estruturado como termo ou como proposição.
Quando o conteúdo mental tem a estrutura de um termo lógico (um nome próprio ou um indicial, por exemplo), trata-se de um conteúdo acusativo.
Quando o conteúdo mental tem a estrutura lógica de uma proposição, trata-se de um conteúdo proposicional.
Conteúdos mentais se apresentam acompanhados por atitudes mentais (acusativas ou proposicionais).
A atitude mental é o modo como o sujeito se relaciona com o conteúdo mental.
Por exemplo, um mesmo conteúdo mental, "A água é transparente", pode estar acompanhado de diferentes atitudes mentais: "Creio que a água é transparente", "Penso que a água é transparente", "Afirmo que a água é transparente" etc. (...)

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3 de maio de 2012

Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É nunca contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís Vaz de Camões
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Cristobal Ortega


Cristobal Ortega
pinta um quadro em poucos minutos.
 Este pintor indígena equatoriano, grande mestre na arte da dactilopintura (A técnica da dactilopintura é a pintura feita com os dedos e as mãos), ostenta o record de velocidade de pintura com 100 obras no espaço de uma  hora.
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2 de maio de 2012

Tenho em mim todos os sonhos do mundo.
  Fernando Pessoa

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Jaguar GR Mk.1/A - GB e França








Jaguar GR Mk.1/A
Monolugar de Ataque e Treino Avançado
SEPECAT - Breguet e British Aircraft Corp. - França/GB
versão: Royal Air Force

envergadura 8,69 m - comp. 16,83 m - alt. 4,89 m - autonomia 850 km - v.máx. Mach 1,5 -1593 kmh - teto serviço 13779 m - peso 7,7-15,7 ton - 2 canhões 20 mm + 5 suportes 4536 kg carga ofensiva + 1-2 depósitos suplementares, 1 central e 2 nas asas - 1º voo Setembro 1968
avião metálico, escala 1:72 - 24 cm - base: 9x17 cm - extras: Montagem trens e portinholas, base técnica.

O felino do céu.
O SEPECAT Jaguar é um aparelho polivalente de conceção franco-britânica, de manutenção facilitada.
Construiram-se cinco versões em função das necessidades das forças aéreas dos dois países.
A França desenvolveu uma versão naval, uma versão de treino avançado e uma versão de ataque, e o Reino Unido uma versão de treino e outra de apoio aéreo. O Jaguar em combate.
Os Jaguares franceses com base em Dakar (Senegal) foram os primeiros a estrearem-se em combate (em 1977, na Mautitânia, contra tropas sarauís da Frente Polisário).
No entanto, a sua intervenção mais importante teve lugar em 1981 no Chade, no quadro de apoio que a França concedeu à sua antiga colónia, confrontada com as forças rebeldes apoiadas pela Líbia (Operações Manta e Épervier). Nenhum dos Jaguares exportados chegou a participar na série de conflitos de finais do século XX. Assim, na altura dos breves confrontos entre o Equador e o Peru (conflito de Cenepa em 1995) entre a India e o Paquistão (conflito de Kargil em 1999) não se utilizaram Jaguar nas operações.
Os Jaguar da RAF e da Armée de l’Air foram massivamente utilizados na Guerra do Golfo. Estes aparelhos realizaram mais de 1000 saídas de combate na Guerra do Golfo sem sofrerem baixas, a não ser alguns impactos de projéteis antiaéreos.

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...estranho mesmo....


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...falta isto e mais o resto !!!!

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Carolina Lagarto Torres

Nasceu na Maia, 8 de Janeiro de 1989, é uma cantora e apresentadora de televisão portuguesa.
Foi concorrente da 3ª Edição do programa Ídolos terminando a competição em 6º lugar. vida e carreira 1989-2008:
Infância e adolescência
Carolina Torres quando era pequena era muito chegada à mãe Cláudia, costumando cantar com ela com colheres de pau e imitando tudo o que ouvia na televisão e na rádio.
Sempre foi ligada à música e à apresentação, participando em vários programas musicais, como o Mini Chuva de Estrelas.
Em 2004, com 15 anos, participou no desafio Singstar do programa Curto Circuito e em 2009 tentou a sua sorte no casting mas não conseguiu ser selecionada. Carolina estudou no Porto na Escola Soares dos Reis.
Depois, mudou-se para Vila Real, para estudar Ciências da Comunicação na Universidade de Trás-os-Montes.[
2009-2010: Ídolos e Idolomania Carolina participou na 3ª Edição do Ídolos.
Fez o casting no Porto, cantando "Cão Muito Mau" dos Boite Zuleika e "Can´t Buy Me Love" dos Beatles. Foi elogiada pelo seu sentido de entertenimento e carisma. Passou e foi para Lisboa para a fase do Auditório dos Oceanos.
Na fase dos grupos cantou "Ain't No Sunshine" com o seu amigo Filipe Pinto e Marco Moura.
O júri disse que foi a pior dos três, pois teve vários acidentes de percurso.
Apesar disso passou. Na fase do piano, cantou "Amanhecer" de Susana Félix.
Apesar desta fase não lhe ter corrido muito bem, o júri passou-a para as Galas e tornou-se uma dos 15 finalistas.
Na primeira gala, Carolina disse que subir ao palco representava "um novo tudo" e cantou "Respect" de Aretha Franklin.
O júri disse que provou que merecia estar nos finalistas. Na segunda gala cantou "Feeling Good" dos Muse. Na terceira gala cantou "Psycho Killer" dos Talking Heads e dedicou-a aos políticos, dizendo que o mundo precisa de paz. Na quarta gala, dedicada a Michael Jackson, cantou Earth Song.
O júri disse que a escolha foi muito inteligente e que fugia aquilo que ela costumava cantar. Apesar disso, ficou no grupo dos menos votados, mas não saiu.
Na quinta gala, Carolina fez o que muitos consideram a sua melhor actuação. Cantou a mesma música do casting: "Cão Muito Mau" dos Boite Zuleika. O júri gostou da sua energia própria e teatralidade.
A sexta gala foi a última da Carolina. Cantou "Boys Don´t Cry" dos Cure e foi eliminada. A partir do dia 13 de Março, embarcou na digressão Idolomania com os restantes finalistas onde cantou "Psycho Killer" e "Big Spender" com Inês Laranjeira.
2010-presente: Curto Circuito Depois de sair do Ídolos, Carolina apareceu no programa de Fátima Lopes, Vida Nova para surpreender o seu amigo Filipe Pinto.
No final da entrevista, Pedro Boucherie Mendes, coordenador dos canais temáticos da SIC, apareceu e fez-lhe a proposta de apresentar o programa Curto Circuito (SIC Radical), proposta à qual Carolina reagiu positivamente, mas ainda visivelmente atordoada ainda com o que lhe estava a acontecer.
No dia 11 de Fevereiro de 2010 estreou-se no programa como apresentadora ao lado de Diogo Valsassina, João Manzarra, Rui Pêgo e Diana Bouça-Nova

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SONHOS

Ter um sonho, um sonho lindo,
Noite branda de luar,
Que se sonhasse a sorrir...
Que se sonhasse a chorar...

Ter um sonho, que nos fosse
A vida, a luz, o alento,
Que a sonhar beijasse doce
A nossa boca... um lamento...

Ser pra nós o guia, o norte,
Na vida o único trilho;
E depois ver vir a morte

Despedaçar esses laços!...
...É pior que ter um filho
Que nos morresse nos braços!

Florbela Espanca
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Vaillante LM-07

Vaillante LM-07
piloto Michel Vaillant – album « 24 horas sob influência »

V10 - 5496 cc - 650 cv - v.máx:. n/a - 0-100: n/a - peso: 600 kg
metal 1:43-10 cm - base 10x16 cm - extras: Faixas, base técnica

A boca do tubarão.
Com a sua boca muito agressiva de tubarão e as “Brânquias dorsais” de neopreno, o Vaillante do álbum “24 Horas sob Influência” marca, sem dúvida, uma nova etapa na investigação estilística que sempre fez parte do universo das aventuras de Michel Vaillant. Uma vez não faz a regra e o Vaiilante que nos interessa não se deve a Jean Graton ou aos seus herdeiros do estúdio Graton mas a um designer, à frente de um dos prestigiados ateliers de design, do grupo Wolkswagen.
O belga Luc Donckerwolke afirma “Sem Michel Vaillant hoje em dia não seria um designer!. Se não tivesse descoberto este universo quando criança, não teria tido a ousadia de desenhar Vaillante”.
Embora hoje em dia tenha realizado o seu sonho e desenhe verdadeiros Lamborghini ou ainda os Audi de competição das 24 horas de Le Mans, foi para prestar uma justa homenagem que concebeu o Vaillante, o mesmo que no álbum tem de enfrentar os ultrapotentes Audi diesel; a propósito, trabalhar para dois concorrentes não coloca problemas de consciência? “Que vença o melhor” responde laconicamente o responsável pelas duas carrocerias.
Então qual das duas irá ganhar, a do mundo real ou a da BD...numa aventura de papel!

Desenhar os barulhos.
Desenhar um automóvel é relativamente fácil, mas desenhar um barulho!? Como é evidente, este é um dos desafios que a equipa de desenhadores de Graton tem de enfrentar nas aventuras de Michel Vaillant, Jean Graton explica: “No início fazia experiências: é preciso ter atenção não só às letras mas ao seu tamanho e à maneira como acompanham o carro no quadradinho. Mas aperfeiçoei a minha técnica. Por exemplo, quando um carro é ultrapassado as letras que lhe correspondem são claras, ao passo que as do que ultrapassa ficam a preto. No mesmo sentido, o barulho tem que seguir trajetória.
Quando as letras que representam o ruído, um “Vroap” ou um “Vrop” indicam um abrandamento ou pequenas acelerações, um “Vroum” uma aceleração e um “Vroar” um carro a todo o gás, As travagens são à base de “iiiiiiiii”. Quando às edições noutras línguas, confio nos tradutores” E quando ao motor a diesel? Talvez Jean Graton lhe encontre o principal defeito.
O o seu barulho é muito mais insignificante, menos musical e por isso no álbum o Audi tem que se contentar com um “Vrooo”. “Mas não tocámos no fundo!”, ri-se. “Será realmente triste quando os automóveis de corrida tiverem motores eléctricos!”
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